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      CREB - Fisioterapia Uroginecológica

        Sempre inovando e buscando oferecer o que há de mais moderno para os seus pacientes, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – passa a oferecer a reabilitação urogenital. A fisioterapia urológica tem evoluído muito nos últimos anos e sua importância tem crescido cada vez mais devido aos excelentes resultados que alcança no tratamento conservador das disfunções urogenitais e anorretais como, por exemplo, as incontinências urinárias, fecais, disfunções sexuais e as distopias genitais (entre as quais a “queda de bexiga”).

        “A fisioterapia urológica trata, principalmente, das disfunções do assoalho pélvico. O assoalho pélvico é responsável pela sustentação de vísceras, função esfincteriana e função sexual. O tratamento fisioterápico vai atuar nas incontinências urinária e fecal, continência urinária, constipação, bexiga neurogênica, enurese noturna infantil e disfunções sexuais, dentre outros. Hoje, o tratamento de primeira escolha, antes de se pensar em tratamento invasivo (cirurgia), é a fisioterapia, que também pode ser associada ao pré e pós-operatório”, explica a fisioterapeuta do CREB, Nicole Durham.

        Segundo Nicole, a fisioterapia urológica tem como principais objetivos reduzir a frequência miccional, reduzir a hiperatividade vesical, facilitar o esvaziamento vesical, melhorar a atividade esfincteriana, melhorar a condição muscular do assoalho pélvico e buscar independência funcional para melhora de qualidade de vida. “Utilizamos, no CREB, os mais modernos recursos disponíveis, como exercícios perineais, eletroestimulação, biofeedback, ginástica hipopressiva, cinesioterapia, técnicas comportamentais e reorganização corporal”, enumera ela.

        Nicole diz que a fisioterapia urológica apresenta excelentes resultados e é muito procurada, por exemplo, por quem sofre de incontinência urinária, que é a perda involuntária da urina. “A incontinência urinária não escolhe sexo nem idade. Mas as pesquisas apontam uma incidência maior no sexo feminino, devido a estrutura anatômica da mulher. Há três tipos de incontinência urinária: por esforço, quando há perda da urina quando a pessoa tosse, espirra ou ri, por exemplo, a incontinência de urgência, mais grave que a do esforço e a pessoa não consegue sequer segurar a urina até chegar ao banheiro, e a incontinência mista, com associação dos dois tipos”.

        As disfunções sexuais também levam muitos pacientes para a fisioterapia urológica, com resultados expressivos. “As disfunções sexuais podem ser causados por fatores orgânicos, psicológico ou questões socioculturais. Nas mulheres podemos citar a dispareunia (dor durante o ato sexual) e vaginismo (contração involuntária dos músculos próximo à vagina que impede a penetração do pênis, dedo ou outro objeto). Nos homens podemos citar a ejaculação precoce, disfunção erétil e ejaculação retardada”, explica ela.