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	<title>.:: CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo ::.  Tel. 3182-8282</title>
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	<description>Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</description>
	<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 15:00:37 +0000</pubDate>
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		<title>Bico de papagaio deve ser tratado o quanto antes</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[Melhor Idade]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/papagaio_peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2355" src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/papagaio.jpg" alt="" width="190" height="142" />O osteofito é uma formação óssea anormal, produzida na proximidade das articulações das vértebras, que traz como consequência dores fortes na região afetada e limitações de movimentos. Mais conhecida como “bico de papagaio”, a osteofitose atinge principalmente pessoas acima de 50 anos. “Toda vez que uma articulação sofre uma sobrecarga de peso a superfície articular aumenta para diminuir a pressão sobre o joelho, por exemplo. Isso também acontece como conseqüência da má postura. O bico de papagaio é uma formação óssea do organismo para absorver melhor a sobrecarga da articulação&#8221;, explica o ortopedista Marcio Taubman, do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong>.</p>
<p>Nos exames de raio-X é possível perceber que essa formação óssea parece com o bico de um papagaio, o que explica o seu nome popular. “Essas articulações deformadas são o resultado de uma ausência completa da cartilagem que funciona como amortecedor entre os ossos. Com o tempo, isso gera más formações que podem ser visíveis ou palpáveis. A presença de bico de papagaio significa a presença de uma artrose&#8221;, acrescenta o médico do <strong>CREB</strong>.</p>
<p>Dores fortes, sensação de queimação nas costas e incômodo são frequentes entre aqueles que têm bico de papagaio. Segundo o ortopedista, a deformação óssea pode reduzir os movimentos das articulações, gerar desequilíbrio na distribuição do peso e sobrecarga na coluna, deixando articulações, tendões e ligamentos sob tensão excessiva, causando muita dor. As causas mais comuns da doença, aponta ele, são o sedentarismo, a má postura, a falta de cuidados com a coluna e o sobrepeso, além de fatores genéticos. “Cuidar da postura é fundamental. Dormir de bruços, por exemplo, pode causar o bico de papagaio. O tratamento prevê a readaptação postural e a prática de RPG traz excelentes resultados. Aquele que sofre de bico de papagaio deve procurar um especialista e começar seu tratamento o quanto antes, pois as chances de melhorar são grandes”, finaliza o ortopedista.</p>
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		<title>Dores musculares podem ser prevenidas com exercício físico regular</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 18:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Dor]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/exercicios_peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2347" src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/exercicios.jpg" alt="" width="189" height="142" />O estresse, o ritmo pesado do dia-a-dia e os problemas constantes deixam sequelas no corpo da gente e são causas para freqüentes dores, especialmente na coluna, e tensão muscular. Mas como evitar esse quadro, tão pertinente no mundo contemporâneo. A resposta parece ser mais simples do que se imagina: investir cada vez mais na sua qualidade de vida. Uma dieta saudável e balanceada, a prática de exercícios físicos regulares, a busca pela postura correta são os melhores remédios para essas dores frequentes.</p>
<p>“Nosso organismo é muito forte, mas naturalmente tem os seus limites. A qualquer momento, manifestará problemas causados pela pressão do cotidiano. O corpo é uma rede de músculos interligados e as reações sempre ocorrem em cadeia. Os músculos travam e deixam de trabalhar corretamente. A conseqüência imediata é a dor. A tensão muscular é fruto de uma complexa cadeia fisiológica e é originada nas respostas emocionais que são inerentes a cada pessoa. Esta tensão se acumula em determinadas partes do corpo, começando numa fase aguda até se tornar crônica se não for devidamente tratada”, explica Clóvis Munhoz, ortopedista do <strong>CREB -  Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong> – e diretor-médico do Vasco da Gama.</p>
<p>O ortopedista diz que a prática de exercícios físicos é a melhor forma de prevenir a dor muscular. Alongamentos são fundamentais, antes da prática de qualquer exercício e ao longo da jornada de trabalho, em períodos de 10 minutos para cada 50 minutos trabalhados.</p>
<p>“Nenhum de nós está protegido de um dia estafante, de emoções fortes e, conseqüentemente, de dores musculares. A prevenção, no entanto, é o melhor caminho. Para isso, é muito importante consultar um médico especialista, para fazer um check-up e tomar as medidas necessárias em busca da melhor qualidade de vida”, finaliza ele.</p>
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		<title>Tendinite não tratada pode causar afastamento do trabalho</title>
		<link>http://www.creb.com.br/site/destaques/tendinite-nao-tratada-pode-causar-afastamento-do-trabalho/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 17:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[Dor]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/tendinite_peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2337" title="Tendinite" src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/tendinite.jpg" alt="" width="190" height="142" />Após um longo e pesado dia de trabalho é possível chegar em casa com alguma dor específica, no punho, nas costas ou nas pernas. Na maioria das vezes, a pessoa relaciona a dor ao dia estafante e não toma nenhuma providência. Mas o problema pode ser maior que uma dor passageira&#8230;“Essas dores podem ser uma conseqüência de inflação dos tensões, a famosa tendinite. É preciso consultar um especialista, para tratar do problema, evitando o agravamento do caso”, afirma Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong>.</p>
<p>Segundo o médico do<strong> CREB</strong>, podem ser várias as causas da: postura de trabalho, mobiliário (cadeira, monitor, teclado e mouse), tensão emocional e rotina estressante, entre outros motivos. Ele garante que a tendinite pode ser evitada se tomados alguns cuidados no nosso dia-a-dia. “Procure sempre sentar com as costas apoiadas no encosto da cadeira ou do sofá e os pés no chão. É muito importante alternar 50 minutos de trabalho com 10 minutos para uma pausa, onde a pessoa deve levantar, fazer uma pequena caminhada, no próprio escritório. Exercícios de alongamento e relaxamento ao longo da jornada de trabalho também ajudam muito. Praticar atividade física ao menos três vezes por semana é fundamental para a qualidade de vida”, explica ele.</p>
<p>- Essas dicas precisam ser incorporadas no nosso dia-a-dia, se transformando em um hábito. Ainda assim, se a pessoa sentir dores deve procurar um especialista o quanto antes, para que  o tratamento seja mais fácil, rápido e para evitar o agravamento do quadro. Muitas vezes, a tendinite causa até o afastamento do trabalhador de suas atividades profissionais. É preciso estar atento – finaliza ele.</p>
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		<title>Dores musculoesqueléticas afetam 90% da população</title>
		<link>http://www.creb.com.br/site/destaques/dores-musculoesqueleticas-afetam-90-da-populacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 13:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/dores_musculoesqueleticas_peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2326" src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/03/dores_musculoesqueleticas.jpg" alt="" width="190" height="142" />Lombalgia, tendinite, tendinose e fraturas por estresse são dores musculoesqueléticas tão comuns que afetam em torno de 90% da população e levam a 30% das faltas no trabalho, segundo dados do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, de São Paulo. A maioria destas pessoas não sabe como essas dores se manifestam, suas consequências e as formas de tratamento e prevenção. As causas podem ser inúmeras e ao menor sinal de dor o paciente deve procurar a ajuda de um médico, para uma avaliação, em busca do tratamento adequado.</p>
<p>“As dores musculoesqueléticas são originadas por distúrbios musculoesqueléticos e se apresentam de forma crônica ou aguda em ossos, articulações, músculos ou estruturas circunjacentes (que estão próximas). Seus principais sintomas são dor ou dor disseminada e persistente, irritação neural periférica, fraqueza, movimento limitado e rigidez. Os sintomas são progressivos, com maior lesão de tecidos e inflamação, além do aumento dos pontos sensíveis. A dor é exacerbada pelo estresse pessoal ou relacionada ao trabalho”, explica o ortopedista do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong> -  e diretor-médico do Vasco da Gama, Clovis Munhoz. Segundo ele, essas dores são geralmente decorrentes de uma predisposição genética, por consequência de esforço repetitivo ou desordens relacionadas ao trabalho, que acabam por lesionar essas estruturas de movimento.</p>
<p>O médico do <strong>CREB</strong> sugere que ao menor sinal de dores sistemáticas a pessoa procure por um especialista. “Dores musculoesqueléticas afetam a qualidade de vida, comprometem o movimento e levam à dor. Em casos crônicos, podem levar até a aposentadoria por invalidez”.  Cada caso deve ser tratado individualmente mas, genericamente, pode se falar que o tratamento utiliza imobilização inicial, fisioterapia e anti-inflamatórios. “A utilização da hidroterapia, em piscinas especiais e adequadas, como temos no <strong>CREB</strong>, além da acupuntura, também podem auxiliar muito em determinados tratamentos” acrescenta ele, lembrando que o melhor caminho é sempre o da prevenção:</p>
<p>- As pessoas precisam buscar a prática de atividades físicas regulares prazerosas. Andar, pedalar, nadar ou praticar um determinado esporte deve ser primordial. A correção da postura também é fundamental. Sempre aconselhamos que a pessoa faça um check-up médico, o que certamente poderá evitar muitos problemas futuros – finaliza ele.</p>
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		<title>Osteoporose, doença séria que precisa ser tratada</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/osteoporose_novidades_peq1.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2311" src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/osteoporose_novidades.jpg" alt="" width="190" height="142" />A osteoporose apresenta estatísticas alarmantes, que fizeram com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituisse o período entre 2000 e 2010 como a década do osso e da articulação, com ações específicas em todo os continentes. Segundo dados oficiais, 200 milhões de mulheres são acometidas pela osteoporose em todo o mundo. Outro dado impressionante é que uma em cada cinco pacientes morre, dentro de um ano, após sofrer fratura de quadril.</p>
<p>A osteoporose é uma doença que leva ao enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis aos pequenos traumas. “Nosso esqueleto é constituído por mais de 200 ossos, que dão rigidez, forma e sustentação ao corpo. Também têm como função proteger o cérebro, o coração, os pulmões e demais órgãos vitais. A osteoporose enfraquece esses ossos e é uma patologia assintomática, ou seja, sem sintomas, lenta e progressiva. Seu caráter silencioso faz com que a osteoporose muitas vezes só seja diagnosticada quando ocorrem fratura, principalmente nos ossos do punho, colo do úmero, quadril e coluna vertebral”, explica Eduardo Sadigurschi, reumatologista e fisiatra do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong>.</p>
<p>Segundo o médico do <strong>CREB</strong>, entre os principais indícios da osteoporose destacam-se a dor de coluna vertebral prolongada, associada à diminuição da altura do paciente devido a microfraturas em vértebras, e o desenvolvimento de uma cifose, ou seja, corcunda. “A osteoporose é uma doença complexa, com causas não totalmente conhecidas. Alguns fatores estão associados a um maior risco para essa doença. Entre eles, ser mulher, envelhecer, ter um corpo pequeno, ser branco ou asiático e ter histórico familiar da doença. As mulheres têm um risco quatro vezes maior de desenvolver osteoporose. Os homens também podem desenvolver a doença”, afirma ele.</p>
<p>Novos medicamentos estão sendo disponibilizados no mercado. Resultados do estudo Multiple Outcomes of Raloxifene Evaluation (MORE), anunciados pelo American College of Rheumatology mostram, por exemplo, que a substância raloxifeno reduz significativamente o risco sintomático de fraturas vertebrais em até 68%, após um ano de tratamento. Outro medicamento lançado recentemente tem como base o alendronato sódico e calecalciferol: é rico em vitamina D, componente fundamental para o desenvolvimento de ossos fortes e para a prevenção à osteoporose. Segundo o reumatologista, há estudos que mostram que a vitamina D é aliada do cálcio na redução da perda óssea. “A vitamina D é um componente que auxilia na absorção do cálcio no intestino”, explica o médico, acrescentando que a vitamina D está presente em alimentos como gema de ovo, fígado, ostras e determinados peixes oleosos. No 23º encontro anual da American Society for Bone and Mineral Research, uma nova vacina foi apresentada e promete ser uma arma eficiente na luta contra a osteoporose. Ela atua no combate à perda de tecido ósseo.</p>
<p>A prevenção é, na verdade, a grande arma que temos contra a osteoporose. O médico do CREB explica que há um exame, chamado densitometria óssea, que mostra o estado dos ossos, principalmente no que se refere à quantidade de cálcio. “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através da densitometria óssea, um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão. Enquanto um raio-x somente detecta a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, finaliza o Dr. Eduardo Sadigurschi, lembrando que para tratar da doença é fundamental a utilização de medicação apropriada, fazer reposição de cálcio e vitamina D e praticar exercícios físicos orientados.</p>
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		<title>Um videogame “amigo” da qualidade de vida</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/videogame_peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2301" title="videogame" src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/videogame.jpg" alt="" width="190" height="144" />Até então condenado pela comunidade médica, principalmente pelo sedentarismo provocado nas crianças, o videogame agora é um aliado da qualidade de vida. Não qualquer um, mas aqueles que não têm fio nos controles e precisam de estímulos, pulos, socos e todo tipo de movimento para fazer o jogo funcionar. Para se ter uma ideia do alcance deste tipo de videogame, o Departamento de Saúde do Reino Unido acaba de aprovar o Wii Fit Plus como um game capaz de contribuir para a redução da obesidade infantil. As autoridades acreditam que é possível fazer um programa de exercícios sob medida, aproveitando o prazer de jogar o videogame.</p>
<p>O Wii, da Nintendo, revolucionou o videogame ao inserir o movimento do jogador, reproduzindo-o no jogo. Assim, é o movimento de arremesso do próprio jogador que faz com que o boneco arremesse a bola no jogo de basebol, por exemplo. Num jogo de luta de boxe, é o movimento real do jogador que aciona o boneco lutador. O acessório do videogame da Nintendo para a plataforma de exercícios físicos inclusive ganhou o selo NHS Change4Life do Department of Health, qualificação do governo britânico que incentiva as pessoas a adotarem a prática de atividades esportivas e hábitos alimentares mais saudáveis. Na França, o Wii está sendo usado em abrigos para idosos, que aproveitam para mexer o corpo sem sair de casa nos dias mais frios. E no Rio de Janeiro, recursos do videogame estão sendo aproveitados em academias para melhorar o condicionamento físico dos clientes.</p>
<p>“Sem dúvidas, esse tipo de videogame acaba por se transformar em um aliado da qualidade de vida. É com prazer que a pessoa utiliza o jogo e acaba por se exercitar. Mutias vezes, a pessoa nem pratica esportes regularmente, mas se dedica ao videogame. No caso das crianças, o benefício é enorme. Elas são capazes de ficar horas diante de uma tela de tv, estáticas, vendo desenho ou jogando um videogame tradicional. Com este tipo de videogame, elas se movimentam, fazem exercício, suam e acabam cansando. Assim, ficam menos tempo diante da TV”, explica Clovis Munhoz, ortopedista do <strong>CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong> – e diretor-médico do Vasco da Gama.</p>
<p>Segundo o médico do <strong>CREB</strong>, em várias partes do mundo fisioterapeutas têm utilizado este tipo de videogame como apoio em tratamentos. “O jogo abusa de alongamentos e movimentos repetitivos. É muito útil. Por muitos anos, o videogame foi considerado um dos responsáveis pela obesidade infantil. Afinal, ficar sentado diante da TV por horas, com má postura, traz inúmeros malefícios. Agora, jogando com movimentos, é diferente”, explica ele.</p>
<p>O Dr. Clovis Munhoz alerta para um fato corriqueiro. “Muitos jovens sedentários começam a jogar o Wii com muita intensidade e isso pode provocar problemas. Antes de iniciar qualquer atividade física, é preciso fazer uma avaliação médica. É importante evitar os excessos, que podem provocar dores musculares e forçar as articulações. Antes de começar a jogar, é importante fazer alguns exercícios de alongamento. Após a partida, também. Esses novos videogames são uma alternativa, mas é bom lembrar que eles não substituem a prática regular de exercício, com acompanhamento de profissional e em local adequado, como ginásios e academias”, finaliza o ortopedista.</p>
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		<title>Sem folga, lutadores brasileiros começam 2010 treinando duro</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<title>Por que encolhemos?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 13:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Melhor Idade]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/envelhecemos-peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2265" src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2010/02/envelhecemos.jpg" alt="" width="190" height="142" />É comum os pais dizerem para seus filhos que não é a vovó quem está encolhendo, mas sim eles que estão crescendo e ficando cada vez mais altos. Pode ser uma resposta simpática para uma pergunta tão recorrente, mas a verdade é que sim, nós encolhemos ao passar dos anos. “Esse fenômeno é natural e faz parte do processos de envelhecimento dos seres humanos. O organismo vai se modificando, desde os tecidos, que se tornam menos flexíveis, com perda de fluidos e hormônios, até a perda de força e estrutura de músculos e ossos. Esse fenômeno é conhecido como senescência, a biologia do envelhecimento. Acredita-se que até o efeito da gravidade contribui para esse encolhimento”, explica Clovis Munhoz, ortopedista do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong> – e diretor médico do Vasco da Gama.</p>
<p>Segundo o ortopedista, independente da idade, mesmo pela manhã os nossos ossos ficam menores, devido a perda de líquido durante a noite de sono. Uma pesquisa realizada recentemente na Alemanha, com 1200 adultos, com uso de raio-X e outros exames, permitiu a construção de um banco de dados sobre o que acontece com a altura dos discos e a forma da coluna vertebral com a chegada à terceira idade. Essa pesquisa traz uma polêmica para o centro das atenções: há uma redução dos discos que ficam entre os ossos ou a altura dos discos aumenta com a idade? A diminuição da estatura é causada pelo fato de os ossos ficarem mais comprimidos? A pesquisa revelou que os discos da parte baixa das costas, da lombar, aumentaram de altura até as pessoas atingirem 70 anos, em ambos os sexos. Ao mesmo tempo, a principal parte das vértebras ficou menor com a idade. O centro dos ossos aparentava ter baixado seu nível de propriedades. A parte superior de cada osso sofreu alteração em sua densidade, passou a ter massa mais reduzida se comparada com a inferior. A concavidade aumentou em toda a extensão.</p>
<p>- Essa pesquisa indica que o encolhimento é provocado pelas mudanças nos ossos mesmo e não nos discos entre eles. A coluna vertebral é formada por várias vértebras, que são ligadas por articulações, os chamados discos intervertebrais. Esses discos são constituídos de material fibroso (ânulo fibroso) e gelatinoso (núcleo pulposo) que desempenham a função de amortecedores e são responsáveis pela mobilidade. O que diminui de tamanho são as vértebras, que sobrepõem-se umas às outras, integrando o canal vertebral – explica o Dr. Clovis Munhoz.</p>
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