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	<title>.:: CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo ::.  Tel. 3182-8282</title>
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	<description>Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</description>
	<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:52:26 +0000</pubDate>
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		<title>Dor nas costas? É hora de trocar os travesseiros</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CREB na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/logo-globo.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos 70% dos problemas de saúde têm relação com os maus hábitos e o estresse crônico, situações que afetam todo o corpo. É tanto estresse que nos últimos 40 anos a população perdeu 25% do tempo total de sono, e a redução de sete para cinco horas eleva o risco de infarto e derrame, dizem pesquisadores da University College of London. E de nada adianta ter um colchão de primeira se o travesseiro for de terceira, ou inadequado, porque isto só piora a insônia. Como escolher o travesseiro diante de dezenas de modelos, de diferentes tamanhos, texturas e formatos? O primeiro ponto, talvez o mais importante, é observar a posição em que se costuma dormir. A melhor é a de lado, afirmam médicos e fisioterapeutas, porque ela força menos a coluna e relaxa o corpo. Se a preferência for deitar de costas ou de bruços, também dá para evitar as noites maldormidas. Basta saber qual é o modelo que mais se adapta ao seu jeito de dormir. Há travesseiros até para quem sofre de dores de coluna, para quem ronca ou é alérgico.</p>
<p>Para reduzir o estresse e a dor nas costas, é bom ter um travesseiro que mantenha o alinhamento do pescoço com o tronco, diz o ortopedista Antônio Eulálio, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into). A altura correta do travesseiro faz a diferença entre ter bons sonhos ou ficar imerso em pesadelos.</p>
<p>— Quem dorme de lado deve optar por um modelo que ocupe o espaço entre o ombro e a cabeça. Esta altura varia de 10cm a 15cm. Dormir com o travesseiro muito alto ou muito baixo manterá a cabeça inclinada para um dos lados. Isto contrai os músculos do pescoço. Então, a chance de torcicolo é grande. Se prefere dormir de bruços ou de costas, use um travesseiro baixo — ensina Eulálio.</p>
<p><strong>De molas, regulável, antialérgico e refrescante</strong></p>
<p>Há travesseiros para todos os biotipos m e posições ao dormir. Só um dos fabricantes do país produz 20 modelos. Tem regulável, de molas, antialérgico, de espuma, perfurado, alto, baixo, lavável e até de material desenvolvido pela Agência Espacial Americana (NAsa). Assim como osmodelos, os preços variam, de R$ 25 a R$ 150, em média. E é melhor trocá-los a cada dois anos.</p>
<p>Um dos mais vendidos, o regulável, vem com camadas removíveis, até quatro opções de alturas e gomos massageadores que estimulam a circulação. O refrescante, de espuma, é ventilado e lavável: indicado para pessoas que dormem de costas e transpiram muito. Outros travesseiros têm recheio de íons de prata que prometem eliminar 90% dos ácaros.</p>
<p>Já os de espuma viscoelástica moldam-se ao contorno da cabeça, exercendo menos pressão e absorvendo o calor. Esta e a tecnologia do modelo Nasa, que também traz gomos massageadores. O ortopedista Antônio Eulálio, do Into, diz que não há um modelo melhor ou pior.</p>
</p>
<p>- A Nasa criou uma espuma viscoelástica moldável e que dissipa calor para o revestimento interno de suas naves, e usam este material em travesseiros. Porém nem todas as pessoas se adaptam. Um bom exame no ortopedista pode ajudar a escolher melhor o modelo.</p>
</p>
<p>O reumatologista Arnaldo Libman, do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, concorda.</p>
<p>- Travesseiro não pode ser muito duro, nem muito mole. Ele precisa preencher as curvas da coluna cervical. Se você forçar esta parte, pode´ra sentir dor, queimação e até náusea, tonteira e lacrimejamento, além de piorar problemas de coluna, como artrose - alerta.</p>
</p>
<p>Para saber mais sobre travesseiros e onde comprá-los, vale consultar os sites dos maiores fabricantes. Entre eles estão: www.altenburg.com.br, www.duoflex.com.br e www.ortobom.com.br.</p>
<p><em>Publicado em</em><br />
<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/logo-globo.jpg" alt="" title="" width="104" height="37" class="alignleft size-full wp-image-3864" /></p>
<p><img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/globo_trasvesseiro_al.jpg" alt="" title="" width="440" height="464" class="alignleft size-full wp-image-3980" /></p>
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		<title>Salto alto e samba podem gerar problemas sérios. Baropodometria computadorizada identifica esses problemas</title>
		<link>http://www.creb.com.br/site/destaques/salto-alto-e-samba-podem-gerar-problemas-serios-baropodometria-computadorizada-identifica-esses-problemas-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:47:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[Dor]]></category>

		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/sapato-salto-alto-peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/sapato-salto-alto.jpg" alt="" title="" width="191" height="143" class="alignleft size-full wp-image-3971" />Carnaval é sinônimo de samba e alegria. Mas sambar com sapatos inapropriados pode transformar a felicidade em dor e problema sérios. “Utilizar sapatos de salto alto e bico fino para sambar pode ser uma associação perigosa, com problemas generalizados para a sambista, que vão dos dedos do pé até à coluna lombar. Não há dúvidas de que o salto alto aumenta, muito, o risco de lesões. A mulher que vai sambar deve ter consciência do tipo de calçado que irá usar. A gente sabe que o salto alto traz elegância para a mulher, mas se ela não está acostumada a sambar de salto alto poderá ter uma série de problemas. Sambar não é tão simples assim, exige muito do corpo”, alerta o ortopedista do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong>, especialista em medicina do esporte, e diretor médico do Vasco da Gama, Dr. Clovis Munhoz</p>
<p>De acordo com o Dr. Clovis Munhoz, temos um eixo central, que nos oferece equilíbrio e que é ameaçado pelo uso do sapato de salto alto, associado a movimentos bruscos. “Quando uma mulher utiliza um sapato de salto alto, necessariamente altera este eixo porque força o posicionamento do pé para frente. Esta má posição e o desconforto do próprio sapato podem provocar uma série de problemas. Ainda mais quando a idéia é sambar, o que exige coordenação, equilíbrio e ginga. A situação pode se agravar se o sapato tiver salto alto e bico fino, que aperta os dedos dos pés”, explica ele. Segundo o médico do <strong>CREB</strong>, os problemas podem começar no ante-pé (cabeça dos metatarsos), pois o uso do sapato de salto alto faz com que o pé fique inclinado, forçando essa região. </p>
<p>- A mulher poderá ter uma lesão da cabeça da metatarso. A metatarsalgia ocasiona dor e calosidade no local. E mais: como o pé fica constantemente inclinado, essa posição força a panturrilha, o que pode gerar uma tendinite. O uso do salto alto também força a lordose, que causa lesões na musculatura da região lombar, trazendo dores na coluna e até problemas no joelho. As mulheres que saem para sambar querem se divertir. É preciso ter consciência do tipo de calçado que irá utilizar, porque se por um lado o salto alto traz elegância, o sapato de salto baixo traz segurança e conforto. E, assim, a mulher pode sambar melhor, com mais prazer – diz o ortopedista. Segundo ele, ao menor sinal de dor um médico ortopedista ou fisiatra deve ser consultado e o exame ideal para indicar as alterações posturais do pé é a baropodometria dinâmica computadorizada.</p>
<p>A Baropodometria Computadorizada é um exame de alta precisão, que auxilia no diagnóstico de inúmeras doenças dos pés. É o exame ideal para pessoas que sentem algum tipo de dor no pé. Segundo o fisiatra e reumatologista do <strong>CREB</strong>, Haim Maleh, a baropodometria dinâmica computadorizada localiza os pontos de apoio na planta do pé durante a pisada e faz a mensuração  precisa da  pressão exercida sobre cada um destes pontos. “Além da avaliação do pé em repouso, contamos no CREB com um  baropodômetro de alta sensibilidade, que  também permite avaliar o paciente em movimento, de forma dinâmica, medindo as variações das pressões durante a marcha e até durante a corrida.  Essas possibilidades do aparelho dão informações valiosas a respeito da performance dos pés durante a marcha  e que não são normalmente observadas nos consultórios médicos e avaliações físicas habituais, já que o pé se comporta de forma diferente se estiver parado, andando ou em rápido movimento”, explica ele, pontuando que o exame é muito importante para atletas profissionais, atletas amadores, para quem pratica exercícios apenas nos finais de semana, diabéticos (para prevenir lesões) e para qualquer pessoa que esteja sentindo dores no pé.</p>
<p>O Dr. Haim Maleh acrescenta que o exame é indolor, não invasivo e com alta  precisão, o que acaba por agilizar o tratamento. Ele concorda com o colega Clovis Munhoz, alertando para os problemas do samba com salto alto. “Muitas mulheres precisam utilizar sapatos de salto alto por conta de compromissos profissionais. Isso já é um problema. Mas sambar com sapato de salto alto torna o problema ainda mais perigoso. Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um especialista e a baropodometria computadorizada é ideal pois apresenta um diagnóstico exato, de alta precisão”, completa.</p>
<p>- O resultado da baropodometria  auxilia o médico assistente a diagnosticar, além de orientar o uso correto e apropriado de tênis, palmilhas e outras órteses, oferecendo ao pé proteção, alívio e conforto. Pisadas muito pronadas (para dentro) ou muito supinadas (para fora) também podem ocasionar inflamação – finaliza o Dr. Haim Maleh.</p>
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		<title>Sambar com salto alto pode desafinar a saúde</title>
		<link>http://www.creb.com.br/site/destaques/sambar-com-salto-alto-pode-desafinar-a-saude/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:27:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/samba-no-pe-peq2.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/samba-no-pe2.jpg" alt="" title="" width="190" height="145" class="alignleft size-full wp-image-3962" />Se no verão as academias ficam lotadas por aqueles que querem reaver ou realçar a forma física, na época de carnaval as escolas de dança recebem um número cada vez maior de alunos que querem fazer bonito no samba. Nada mais saudável e apropriado, indicam os médicos, mas com um senão: samba e salto alto é uma conjugação perigosa, que pode trazer consequências nada agradáveis. De acordo com o médico fisiatra do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong>, Dr. Antônio D’Almeida, dançar com salto alto,principalmente para quem não está acostumada, pode transformar o prazer em dor. E trazer problemas generalizados, que vão dos dedos dos pés à coluna lombar. </p>
<p>“Não há dúvidas de que o salto alto aumenta, e muito, o risco de lesões. A mulher que vai sambar deve ter consciência do tipo de calçado que irá usar. A gente sabe que o salto alto traz elegância para a mulher, mas se ela não está acostumada a sambar de salto alto poderá ter uma série de problemas. Sambar não é tão simples assim, exige muito do corpo”, alerta o médico do <strong>CREB</strong>, explicando que o salto interfere no eixo central que todos temos, atrapalhando o equilíbrio e, a partir daí, podendo causar graves problemas.</p>
<p>- Quando uma mulher utiliza um sapato de salto alto, necessariamente altera este eixo porque força o posicionamento do pé para frente. Esta má posição e o desconforto do próprio sapato podem provocar uma série de problemas. Ainda mais quando a idéia é sambar, o que exige coordenação, equilíbrio e ginga. A situação pode se agravar se o sapato tiver salto alto e bico fino, que aperta os dedos dos pés, com risco de entorse e lesões dos ligamentos e tendões - explica o Dr. Antônio.</p>
<p>O uso do Salto alto, conjugado com a ginga do samba, pode causar problemas que começam no ante-pé (cabeça dos metatarsos), pois o pé fica inclinado, forçando tal região. A sambista poderá ter uma lesão da cabeça da metatarso, a chamada metatarsalgia, que ocasiona dor e calosidade no local. Como o pé fica constantemente inclinado, essa posição força a panturrilha, o que também pode gerar uma tendinite. Isso sem falar que o salto alto também força a lordose, que causa lesões na musculatura da região lombar, trazendo dores na coluna e até problemas no joelho.</p>
<p>- As mulheres que saem para sambar querem se divertir. Por isso, precisam estar adequadamente vestidas para isso, não é verdade? Mas é preciso ter consciência do tipo de calçado que irá utilizar. Se por um lado o salto alto traz elegância, o sapato de salto baixo traz segurança e conforto. E, assim, a mulher pode sambar melhor, com mais prazer. E pode se divertir, evitando problemas – finaliza o médico do <strong>CREB</strong>.</p>
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		<title>Pés: cuidado com os excessos no carnaval</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Dor]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/pe_peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/pe.jpg" alt="" title="" width="189" height="142" class="alignleft size-full wp-image-3955" />Carnaval é sinônimo de alegria, festa e muito samba no pé. Há que se aproveitar o reinado momesco, mas é preciso evitar os excessos. Muito se fala em alimentação equilibrada e hidratação adequada, mas aqueles que desfilam e saem em muitos blocos carnavalescos também devem ter cuidados com seus pés. Muitas vezes o excesso traz dores nos pés, mas as pessoas preferem acreditar que trata-se de uma simples conseqüência de um esforço maior e que logo essa dor desaparecerá.</p>
<p>Não é bem assim: pesquisas revelam que mais do que 70% da população mundial apresenta algum problema ou dor nos pés em alguma fase da vida. “Quando sadios, os pés garantem a sustentação e o deslocamento de nosso corpo, suportando cargas enormes durante a marcha, a corrida e o salto, sem qualquer dor ou desconforto. A utilização normal de nossos pés prevê a repetição de milhares de passos a cada dia, além da habilidade de realizar tarefas sofisticadas e graciosas como as desenvolvidas no campo das artes e dos esportes. Mesmo sob essas condições de carga e trabalho, os pés são capazes de se recuperar rapidamente de pequenas lesões e abusos, retornando integralmente às suas funções originais. Mas os pés estão expostos ao excesso e ao menor sinal de dor um especialista deve ser procurado”, explica a Dra. Flávia Junqueira, ortopedista especialista em pés do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong>.</p>
<p>Segundo a médica do <strong>CREB</strong>, a saúde dos pés começa na escolha correta do calçado a ser utilizado. Principalmente ao fazer longas caminhadas, como nos blocos carnavalescos, caminhadas estas acompanhadas de muito samba no pé. “É muito importante que os calçados tenham a forma dos pés e não que os pés se deformem para caber nos calçados. Está provado que calçados apertados e pequenos causam deformidades nos pés. Os calçados devem ser confortáveis desde o primeiro momento em que você os utiliza. Procure comprar calçados no final da tarde, ou início da noite, depois de um dia normal de trabalho, porque é nesse momento que seus pés estão um pouco inchados e sensíveis em virtude do esforço realizado”, ensina ela, sugerindo o uso de tênis confortável no carnaval.</p>
<p>A Dra. Flávia explica que a principal “regra” na escolha do calçado é que seus pés estejam absolutamente confortáveis no interior dos calçados, sem qualquer ponto de pressão ou atrito exagerados. “Os calçados devem estar folgados, mesmo com o uso de meias macias e absorventes. Eles têm que ter suficiente espaço para movimentar livremente os dedos. Os saltos não ultrapassam três centímetros de altura. E a cobertura do calçado deve ser confeccionada em material que permite a ventilação e transpiração dos pés, no caso couro, lona ou pano; nunca plástico”, diz ela. </p>
<p>No caso de calçados esportivos, cuja indústria deu um enorme salto de qualidade e tecnologia na última década, a médica do <strong>CREB</strong> condiciona a escolha do calçado ideal em função da atividade de preferência, seja para correr, caminhar, exercícios aeróbicos, futebol, vôlei ou basquete, entre outros. “As diferentes coberturas, revestimentos internos, palmilhas, as diversas solas, os tirantes e os mais variados modos de fixar o calçado aos pés visam proteger o atleta ao mesmo tempo em que otimizam sua atuação. A escolha deve ser feita com orientação do seu médico, em função do seu tipo de pé, após avaliação clínica e exame de baropodometria dinâmica . O seu ortopedista especializado em pé ou o seu fisiatra poderá lhe ajudar a fazer a escolha correta”, explica a Dra. Flávia.</p>
<p>A Dra. Flávia Junqueira ressalta que o período de carnaval merece atenção especial porque muitas vezes o folião nem tem uma prática regular de atividade física e participa de vários blocos, dias seguidos, sobrecarregando os pés. “É preciso usar o calçado adequado e não exagerar. Se o folião sentir algum incômodo no pé, deve parar para descansar, se possível sentado, aliviando o peso sobre os pés. E se a dor persistir, um especialista deve ser consultado”, finaliza ela.</p>
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		<title>Workshop da Bodytech no CREB é um sucesso</title>
		<link>http://www.creb.com.br/site/noticias/workshop-da-bodytech-no-creb-e-um-sucesso/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 14:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/body_novembro_peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/body_novembro.jpg" alt="" title="" width="199" height="142" class="alignleft size-full wp-image-3947" />A Bodytech realizou mais um workshop, com apoio do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong> – no dia 26 de novembro. O evento, direcionado a profissionais e estudantes de educação física e áreas afins, discutiu temas como avaliação e prescrição de treinamento aeróbico para clientes com problemas de saúde, avaliação funcional para clientes com problemas de saúde, o uso de medicamentos e sua influência nos exercícios físicos das principais doenças crônico-degenerativas, estratégias de prevenção de doenças crônico-degenerativas a partir de alimentação equilibrada e exercícios físicos e estratégias de prevenção de doenças de demência e as mais devastadoras para a terceira idade. O workshop teve o apoio científico do <strong>CREB</strong> e teve como palestrantes os profissionais Amauri Marcello, Eduardo Portugal, Emerson Luiz, Rafael Meirelles e Gabriel Signore.</p>
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		<title>Ortopedista do CREB dá entrevista no Sem Censura</title>
		<link>http://www.creb.com.br/site/noticias/ortopedista-do-creb-da-entrevista-no-sem-censura/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 16:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CREB na Mídia]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/logo-tvbrasil.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/tela_sem_censura.jpg" alt="" title="" width="189" height="143" class="alignleft size-full wp-image-3939" />O ortopedista Rodrigo Kaz, do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong> – foi entrevistado pela jornalista Leda Nagle, no programa Sem Censura, da TV Brasil, que foi ao ar na tarde do dia 3 de novembro. O médico falou sobre a baropodometria dinâmica computadorizada, um exame que avalia a pisada do paciente, além de discorrer sobre vários problemas nos pés. O programa teve uma ótima audiência e vai ao ar todos os dias, de segunda à sexta-feira. Para ver a entrevista completa do Dr. Rodrigo Kaz, acesse o endereço http://www.creb.com.br/site/noticias/creb-video-dr-rodrigo-kaz-da-entrevista-ao-sem-censura/</p>
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		<title>Existem mais de 100 tipos de reumatismo, que acometem crianças, jovens adultos e idosos</title>
		<link>http://www.creb.com.br/site/destaques/existem-mais-de-100-tipos-de-reumatismo-que-acometem-criancas-jovens-adultos-e-idosos/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[Dor]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/ler2_peq.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/ler2.jpg"  rel="lightbox"><img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/ler2.jpg" alt="" title="" width="190" height="146" class="alignleft size-full wp-image-3924" /></a>Mais de 12 milhões de brasileiros, contabiliza o Ministério da Saúde, sofrem devido a doenças reumáticas, entre as quais a mais comum é a atrite reumatóide. E engana-se quem pensa que trata-se de uma enfermidade que acomete apenas pessoas da terceira idade. Entre 2010 e setembro de 2011, aponta estudos do Ministério da Saúde, 33.852 pacientes foram internados em decorrência desta doença, com maior prevalência de mulheres entre 30 e 40 anos. Os dados são considerados alarmantes e por isso o Ministério da Saúde realiza, todo dia 30 de outubro, o Dia Nacional da Luta contra o Reumatismo, com ações em todo o país.</p>
<p>“Existem mais de 100 doenças reumáticas e a maioria delas começa com uma simples dor nas juntas, que pode ser uma tendinite, um problema de coluna ou mesmo uma artrite reumatóide. E, ainda assim, muita gente prefere acreditar que trata-se de uma dorzinha passageira e não procura a ajuda de um médico reumatologista. O problema é que aquela dorzinha passageira às vezes não passa e, mais do que isso, acaba por se transformar em um problema de saúde mais sério”, explica o fisiatra e reumatologista Eduardo Sadigurschi, do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong>. Segundo ele, “os sintomas dos mais diferentes tipos de reumatismo podem se confundir entre si, bem como com dores comuns no dia-a-dia das pessoas. Apenas um especialista está apto a diagnosticar o paciente. Se a pessoa sentir dor nas articulações e/ou músculos, dor na coluna vertebral, rigidez articular e edema nos músculos, tendões e articulações deve procurar um médico reumatologista”.</p>
<p>Idade avançada, obesidade, tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas em excesso e ingestão de medicamentos podem contribuir para o surgimento da doença, aponta o médico. Um especialista deve ser logo procurado assim que forem identificados os primeiros sintomas de doenças reumáticas, como dor nas articulações, acompanhada de vermelhidão, inchaço, calor ou dificuldade para movimentá-las, sobretudo pela manhã.</p>
<p>“Um diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem diminuir os riscos de incapacidade física. Temos mais de cem tipos diferentes de doenças reumáticas, que comprometem ossos, cartilagens, articulações e músculos e a maioria começa com uma pequena dor e inflamação nas  articulações. Exatamente por confundir o início de uma doença reumática com uma pequena dor cotidiana, o paciente não procura o médico e a doença acaba sendo diagnosticada tardiamente. Isso não é bom porque o tratamento deve começar o quanto antes”, explica o Dr. Eduardo.</p>
<p>O médico do <strong>CREB</strong> faz questão de ressaltar que reumatismo não é uma doença de idosos. Grande parte das mais de cem doenças reumáticas, diz ele, atinge pessoas de todas as idades, inclusive jovens e crianças. “A artrite reumatóide juvenil acomete, por exemplo, adolescentes com menos de 16 anos de idade e apresenta sintomas como rigidez matinal e dificuldade no andar”. Ele também pontua que o reumatismo não é uma doença sazonal, ou seja, cujos sintomas aumentariam na época de frio. </p>
<p>- As várias formas de reumatismo têm tratamento e através de diversos protocolos de reabilitação  e tratamento medicamentoso o paciente pode ficar muito bem e  ter uma qualidade de vida muito melhor – garante.</p>
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		<title>Dor nas costas? Procure um especialista já</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ilan</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[Dor]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.creb.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/crise_coluna.jpg" alt="" title="" width="190" height="146" class="alignleft size-full wp-image-3918" />Muitas vezes, uma pequena dor nas costas é encarada por muita gente como algo rotineiro, fruto de algum esforço físico extra ou um mal jeito qualquer. E essas pessoas tomam um antiinflamatório qualquer e esquecem da situação&#8230; até que a dor reaparece. Dor nas costas pode ser indicativo de uma série de problemas e a verdade é apenas uma: é preciso procurar um especialista para diagnosticar o problema e iniciar um tratamento. Pois quanto mais cedo se ataca o problema, menores são suas proporções.</p>
<p>Segundo o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do <strong>CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo</strong> – são inúmeras as causas das dores nas costas, mas as mais comuns são a lombalgia crônica, a hérnia de disco, a lombalgia aguda e a artrose. “É preciso perceber qual a intensidade da dor e quanto tempo ela dura. Se o paciente tem dores diárias, sobretudo na região lombar, é provável que ele tenha uma lombalgia crônica, que pode ser provocada por lesão, vícios de postura e excesso de peso. O tratamento é medicamentoso e também conta com protocolos que podem incluir fisioterapia, hidroterapia, acupuntura, RPG e outros”, explica.</p>
<p>Se a dor diária, na lombar, for acompanhada de formigamento nos braços, coxas e pernas, o paciente pode ter uma hérnia de disco. “O formigamento é um típico sintona da hérnia de disco, que é o nome que se dá aos amortecedores das vértebras da coluna. Tratamento medicamentoso e protocolos que incluem a hidroterapia, acupuntura e cinesioterapia têm resultados muito animadores”, garante o Dr. Haim. Já a lombalgia aguda apresenta uma dor esporádica, geralmente gerada ao pegar algum objeto pesado de mau jeito. Por fim, ele explica que a artrose apresenta um desgaste na cartilagem das juntas, mas o problema pode ser amenizado e o paciente pode ter sua qualidade de vida de volta com protocolos que incluem hidroterapia e RPG.</p>
<p>- O mais importante de tudo é não se alienar destas pequenas e cotidianas dores. Se a pessoa sentir algo, deve procurar um médico, porque aquela dor pode se transformar num problema maior e mais difícil de tratar – finaliza ele.</p>
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