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Tratando a Osteoporose e evitando as fraturas

Especial VIVA BEM

A osteoporose é uma doença que diminui a resistência dos ossos, tornando o indivíduo mais suscetível a fraturas. Quanto mais frágil for o osso, menor precisa ser o trauma (queda) para causar uma fratura, segundo o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB. Qualquer tratamento que vise evitar fraturas necessariamente deve melhorar a resistência óssea e prevenir quedas.

Como a osteoporose não produz sintomas, muitas vezes só se descobre a doença quando uma fratura acontece. Mas existem maneiras de identificá-la com antecedência e prevenir as fraturas! O primeiro passo é verificar se você está em risco (consulte o quadro abaixo) e, em seguida, conversar com o seu médico.

Após criteriosa avaliação, possivelmente ele solicitará a realização de uma densitometria óssea e de alguns exames laboratoriais. A densitometria óssea é o principal método para detecção precoce da perda de massa óssea, possibilitando a prevenção e combate à osteoporose. É um exame simples, que emprega radiação ionizante para obter imagens detalhadas dos ossos, mas utilizando quantidade bem menor de raios X que uma radiografia comum. A densitometria óssea deve ser realizada anualmente e não demanda preparo prévio, não sendo necessário jejum ou dieta específica, afirma o Dr. Bernardo Stolnicki.

DICAS IMPORTANTES
Não mantenha tapetes soltos e não encere o piso com produtos escorregadios.
Nunca ande somente de meias. Use calçados com solado de borracha ou antiderrapante.
Cheque se não há desnível nas soleiras das portas e se os caminhos estão livres e desimpedidos.
Prefira sofás mais altos e firmes e poltronas com braços. Mantenha um abajur ao lado da cama.
Escadas devem ter corrimãos em ambos os lados e fitas antiderrapantes nos degraus.
Armários devem ser fixados à parece, não muito altos e de fácil alcance.
Instale barras de apoio junto ao vaso sanitário e ao box.
Antes de se deitar, verifique se o caminho entre a cama e banheiro está livre e iluminado.
Ao acordar, sente na cama com os pés apoiados no chão e conte até 10 (dez) ao se levantar.



Atividade física é muito importante!

Mantendo uma rotina regular e bem orientada de exercícios, você terá melhor equilíbrio, maior força muscular e baixa propensão a quedas, o que diminui o risco de fraturas.



Temos que evitar as quedas!

Cerca de 70% das quedas ocorrem dentro de casa e durante a madrugada. No quadro acima, vemos algumas orientações para aumentar sua segurança.



Se você teve uma fratura recente, a hora de tratar é agora!

Pessoas que tiveram fraturas apresentam probabilidade maior de ter novas fraturas. Com ações de prevenção e tratamento adequado, podemos impedir novas fraturas.

Teste se você está em risco

Já teve uma fratura após uma queda?
Entrou na menopausa antes dos 50 anos?
Seu pai ou mãe fraturou o fêmur?
Perdeu altura em mais de 3cm?
Fuma ou ingere bebidas alcoólicas?
É sedentário?
Tem diminuição na libido?
Fez (+ de 3 meses) ou faz uso de cortisona?
Tem alteração de equilíbrio ou de marcha?
Tem problemas de visão ou audição?

RESULTADO:

O Programa CREB Prevrefrat adota protocolos consagrados de diagnóstico e tratamento de pacientes com fraturas por fragilidade óssea, com excelentes resultados na diminuição da incidência de fraturas subsequentes.


Dr. Bernardo Stolnicki
Médico Especialista em Ortopedia, Traumatologia e Densitometria Óssea no CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo / Vice-Presidente do Comitê de Doenças Ósteo-Metabólicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Este artigo é meramente informativo e não deve ser utilizado para autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte um médico.


O CREB recebeu a certificação COVID FREE pela IBES International

É com muito orgulho que divulgamos nossa certificação COVID FREE pela IBES International.

É com muito orgulho que divulgamos nossa certificação COVID FREE pela IBES International.

O CREB recebeu o selo Covid Free em reconhecimento às boas práticas preventivas no enfrentamento do novo coronavírus.

A certificação é concedida aos estabelecimentos após a comparação das práticas da instituição avaliada com os padrões estabelecidos no Manual de Boas Práticas Preventivas para o Enfrentamento do Coronavírus, que foi desenvolvido pelo Comitê Científico do IBES, composto por profissionais especializados no sistema de saúde, baseado em referências científicas mundiais adaptadas à realidade brasileira.

Sua segurança e bem-estar são nossas prioridades!


Verdades e Mitos da Fibromialgia

Pessoas que vivem com fibromialgia, relatam dores diárias nas articulações e no corpo. Muitas vezes observa-se a negação do diagnóstico de fibromialgia por profissionais de saúde, pois não há um teste diagnóstico específico para fibromialgia. Para o diagnóstico dessa doença é necessário a exclusão de outras possíveis doenças osteoarticulares reumatológicas que cursam com dores pelo corpo. Quais são os mitos e verdades a respeito da fibromialgia?

MITO: Fibromialgia não é real.

A fibromialgia é uma condição crônica real. É caracterizada por uma dor generalizada nos músculos, articulações e tendões em todo o corpo.  Outros sintomas da fibromialgia incluem: Síndrome do intestino irritável, fadiga, problemas de memória, insônia, depressão, dores de cabeça, dormência e formigamento. A fibromialgia é uma síndrome, e uma síndrome é um conjunto de sinais e sintomas diferentes, sendo que todos esses sintomas em conjunto levam a um diagnóstico de fibromialgia. Embora não haja exames de rotina para diagnosticar a fibromialgia, os médicos diagnosticam a fibromialgia descartando outras condições e realizando um exame físico adequado.

MITO: Para diagnosticar a fibromialgia, uma pessoa precisa ter “tender points“

Os “pontos de gatilho” ou “tender points “, costumavam fazer parte dos requisitos de diagnóstico da fibromialgia. Mas eles realmente caíram em desuso, pois, na verdade, estão ausentes em cerca de 20% das pessoas com fibromialgia.

MITO: Os pesquisadores identificaram as causas da fibromialgia

Infelizmente, não há causa conhecida para fibromialgia. Pode ser genético. Pode ser ambiental. Pode ser uma combinação de ambos. Em alguns pacientes, vemos alguns fatores desencadeantes, tais como um acidente de carro, um trauma físico ou mesmo um trauma psicológico. Esses eventos podem estar associados ao início de alguns sintomas da fibromialgia.

MITO: Não existem tratamentos para o trauma da fibromialgia

O tratamento da fibromialgia se baseia na utilização de medicamentos específicos, associados a técnicas de reabilitação, para alívio dos sintomas álgicos. Dentre os medicamentos pode-se utilizar analgésicos e relaxantes musculares, para alívio das dores difusas. Antidepressivos auxiliam no tratamento da depressão e muitas vezes e na melhora do sono não restaurador. A hidroterapia é uma técnica fisioterápica fundamental, pois combina exercícios de alongamento muscular na água quente resultando no alívio da dor. A acupuntura é outra técnica utilizada para o manejo da dor.

VERDADE: Mude seu estilo de vida para obter sucesso no tratamento da fibromialgia

O tratamento da fibromialgia não vem na forma de uma pílula mágica. Ele vem através da modificação do estilo de vida. Trabalhar e se exercitar o suficiente, desenvolver atividades de baixo impacto, como caminhar e praticar ioga, são ótimos. Tente também reduzir os fatores que lhe causam estresse. Ou, Procure um psicólogo para ajudar no manejo da depressão. Torne-se um especialista em fibromialgia, para compreender melhor essa condição.



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