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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

Futebol mais vigoroso aumenta as lesões em jogadores

 

Não é preciso ser um especialista para perceber que o futebol mudou. Se até os anos 60 as goleadas eram muito mais frequentes, o futebol de hoje é bem mais modesto quando o assunto é bola na rede. A mudança mais significativa, no entanto, está fora de campo: é cada vez maior o número de jogadores lesionados.

“O futebol está mais rápido, mais vigoroso e os atletas estão mais fortes, com maior massa muscular. A necessidade de maior força física significa mais treinamentos e, consequentemente, maior esforço para as articulações dos atletas. Tudo isso tem gerado traumas e lesões de diferentes escalas”, explica o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dr. Clovis Munhoz, diretor-médico do Vasco da Gama.

Métodos conservadores, como uso de medicamentos, fisioterapia e reequilíbrio muscular são os mais utilizados para o tratamento dos atletas, mas grandes traumas, como torções, fraturas e ruptura de tendões indicam o tratamento cirúrgico. “A medicina esportiva avançou muito e hoje contamos com novas técnicas de diagnósticos, como, por exemplo, a ressonância magnética. Isso ajuda muito a buscar o tratamento correto. Já podemos diagnosticar lesões que antes não eram reconhecidas e aprendemos a tratá-las”, explica o ortopedista.

Um destes avanços que o Dr. Clovis se refere é a Terapia de Ondas de Choque – TOC, cada vez mais utilizada por clubes de ponta do futebol brasileiro e muito comum em clubes da Europa. Trata-se do que há de mais novo no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. A TOC é um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia.

“O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões. As ondas de choque agem de diversas maneiras. Através de ação mecânica, causando a formação de  microbolhas que eclodem, formando migrofragmentação da calcificação; através de ação vascular, com neo vascularização, melhorando a irrigação,e oxigenação local; e através de ação analgésica e antiinflamatória por intenso estímulo na área, liberando enzimas locais que atuam na fisiologia da dor e da inflamação”, explica o Dr. Clovis.

Segundo o médico do CREB, a TOC tem excelentes níveis de aprovação, muitas vezes elimina a necessidade da cirurgia e em função da rápida recuperação é especialmente indicada para atletas lesionados. “A TOC foi utilizada nas olimpíadas com extremo sucesso. Muitos atletas lesionados conseguiram competir porque se trataram com esta terapia. Se não utilizassem a TOC, certamente não teriam tempo hábil para se curar clinicamente”, acrescenta o médico.


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