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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Artrose: apenas 42% dos portadores são diagnosticados corretamente

O diagnóstico precoce da artrose é fundamental para o sucesso no tratamento e a recuperação da qualidade de vida do paciente. Mas estatísticas apontam que apenas 42% dos portadores são corretamente diagnosticados. Ainda há muita desinformação sobre essa doença, embora a artrose seja a dor de longa evolução que mais acomete os brasileiros. “O médico reumatologista ou fisiatra deve ser consultado imediatamente para que o sucesso do tratamento seja maior. Os sintomas da doença são dor na articulação; rigidez ao acordar ou após longos períodos de repouso; estalos ou crepitações; e a possibilidade de movimentos limitados”, explica o fisiatra Antônio Rodrigues D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Mitos sobre a Artrose

Há vários mitos sobre a artrose. O principal deles é que apenas idosos são acometidos pela doença. Isso não é verdade. Segundo o Dr. Antônio, doenças reumáticas podem afetar pessoas de todas idades, inclusive crianças. “O excesso de sobrecarga sobre as articulações, muito comum em atletas, traumatismos e obesidade são fatores que podem causar artrose precocemente. Mas, de fato, a doença atinge mais pessoas na terceira idade”, aponta ele, lembrando que a artrose é uma doença que tem tratamento e que pode ser controlada por tratamento medicamentoso e fisioterápico. “Nossos protocolos tem como objetivo melhorar a dor, aumentar a mobilidade articular, evitar a evolução da artrose e dar e restabelecer a possibilidade de andar bem e sem dor. Podemos incluir na reabilitação física exercícios orientados em nossas piscinas aquecidas e preparadas para esse fim, pilates médico, acupuntura e medicamentos apropriados, que melhoram a qualidade articular, evitando-se assim muitas vezes a cirurgia.

O Dr. Antônio diz que a doença é presente apenas nas articulações do corpo e que segundo a Sociedade Brasileiro de Estudo da Dor, 61% dos acometidos são mulheres e 39% homens. Outro mito que ele desfaz é que pessoas idosas que sofrem da doença ficarão incapacitadas em algum momento. “Isso não é verdade. Os tratamentos podem devolver a qualidade de vida perdida e permitir que o paciente realize suas atividades normalmente. O exercício orientado é fundamental no tratamento, porque músculos fortes e alongados diminuem a pressão e absorvem parte da sobrecarga que estaria indo para as articulações”, afirma.

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