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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Ortopedista do CREB dá curso na SBOT

Coordenador do Programa de Prevenção da Refratura do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – CREB Prevrefrat – o ortopedista Bernardo Stolnicki foi o palestrante do ortocurso promovido pela Comissão de Ensino e Treinamento da Sociedade Brasileira de Ortopedia – SBOT-RJ, sobre a Doença de Paget. O curso aconteceu na sede da sociedade, em Botafogo, no dia 19 de janeiro.

“A Doença de Paget é uma doença de etiologia desconhecida, descoberta em 1877, caracterizada por uma desorganização do metabolismo ósseo acarretando dor óssea, deformidades e fraturas”, explicou o ortopedista do CREB.

Miofascial: mais eficácia no tratamento

Comprometido em oferecer o que há de mais moderno nos tratamentos em reumatologia e ortopedia, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – acaba de adquirir uma pistola de liberação miofascial, um equipamento que oferece muito mais eficácia em uma técnica fisioterápica chamada liberação miofascial. Em resumo, a novidade oferece mais recursos para o combate a dor.

“A fáscia muscular é uma membrana do tecido conjuntivo, localizada logo abaixo da pele que cobre, de modo uniforme, todo o corpo. É possível observar que essa membrana é constantemente afetada com transtornos dolorosos, e esses transtornos dolorosos podem ser combatidos através de uma técnica muito conhecida a liberação miofascial. A liberação miofascial é uma técnica muito utilizada por fisioterapeutas em consultórios e clínicas por todo o mundo, com objetivo promover maior flexibilidade e “soltar” a musculatura, proporcionando maior analgesia e conforto para o paciente”, explica o fisioterapeuta do CREB, Vinícius Vasquez Oliveira.

Vinícius explica que tal recursos fisioterápico vem sendo cada vez mais utilizado em diversas áreas da fisioterapia, entre as quais as áreas traumato-ortopédicas e reabilitação neurológica, em busca de uma reabilitação ainda mais eficiente, rápida e até mesmo prazerosa, porque o estímulo da fáscia muscular provoca um relaxamento do paciente. “A pistola adquirida pelo CREB é o que há de mais moderno nesta técnica. Ela permite um tratamento mais eficaz e, também, que o fisioterapeuta trate das incapacidades que podem gerar no paciente, além das mais diversas dores musculoesqueléticas e déficits funcionais, como dificuldade de ficar de pé, mexer a pernas e braços, movimentar o pescoço e até mesmo dores que podem intensificar os sintomas da fibromialgia. “É importante pontuar que a liberação miofascial, com o uso da pistola, é uma técnica que possibilita ao paciente continuar com as suas atividades esportivas, laborativas e recreativas normalmente”, destaca ele.

Benefícios e contraindicações da pistola de liberação miofascial

O fisioterapeuta do CREB explica que o tempo de aplicação da pistola vai depender de cada atendimento, que é individualizado. Os benefícios que o equipamento traz são: estimula a recuperação muscular, promove o alívio em pacientes com fibromialgia, estimula a flexibilidade, aumenta o fluxo sanguíneo dos músculos, reduz o risco de lesões musculares, auxilia na circulação sanguínea, alivia o estresse e a tensão muscular e aumenta a conscientização corporal. Segundo Vinícius, as contraindicações do uso da pistola são: trombose, diabetes, traumas graves e feridas abertas.

Ortopedista do CREB representa CREMERJ na posse de nova diretoria do SBOT-RJ

O ortopedista do CREB (Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo) e professor de ortopedia da UFRJ (Universidade federal do Rio de Janeiro), Dr. Clóvis Munhoz, representou o Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro) na posse da nova diretoria da SBOT-RJ (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional RJ), em cerimônia realizada no dia 9 de janeiro, no Clube Piraquê, na Lagoa.

Conselheiro do Cremerj, o Dr. Clóvis participou da cerimônia na qualidade de representante da presidência da entidade. Em seu discurso, o ortopedista do CREB parabenizou a gestão que deixa a SBOT-RJ pelo trabalho realizado e deu boas-vindas aos novos diretores, desejando êxito. O Dr. Clóvis também falou sobre o trabalho realizado pelo Cremerj, destacando três importantes iniciativas em curso: a modernização do setor de Processo de Ética Profissional (PEP), a instalação de um canal permanente de defesa do médico e a isenção da anuidade a partir de 2021, por meio de um convênio com o site cofry (sistema de cashback).

Fisiatra revela as verdades e as fake news da fibromialgia

Pacientes acometidos pela fibromialgia reclamam de dores diárias nas articulações e em várias partes do corpo. Ao chegar no consultório de um médico, muitas vezes o diagnóstico da fibromialgia não é reconhecido pelo profissional. Também é comum que familiares e amigos do paciente achem que as dores são “inventadas” pelo paciente. A fibromialgia não pode ser detectada por teste algum, e para que seja diagnosticada é necessária a exclusão de outras possíveis doenças osteoarticulares reumatológicas que cursam com dores pelo corpo. Afinal, quais são as verdades e as fake news da fibromialgia? É o fisiatra Antônio D’almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo – quem responde:

Fibromialgia não é real: fake news

A fibromialgia é uma condição crônica real. De acordo com o Dr. Antônio, é caracterizada por uma dor generalizada nos músculos, articulações e tendões em todo o corpo. “Outros sintomas da fibromialgia incluem síndrome do intestino irritável, fadiga, problemas de memória, insônia, depressão, dores de cabeça, dormência e formigamento. A fibromialgia é uma síndrome, e uma síndrome é um conjunto de sinais e sintomas diferentes, sendo que todos esses sintomas em conjunto levam a um diagnóstico de fibromialgia. Embora não haja exames de rotina para diagnosticar a fibromialgia, os médicos diagnosticam a fibromialgia descartando outras condições e realizando um exame físico adequado”, explica ele.

Para diagnosticar a fibromialgia, uma pessoa precisa ter “pontos de gatilho” ou “ tender points “ em locais específicos do corpo.: fake news

Os “pontos de gatilho”, também conhecidos como “tender points”, costumavam fazer parte dos requisitos de diagnóstico da fibromialgia. Mas eles realmente caíram em desuso. “Na verdade, os pontos de gatilho estão ausentes em cerca de 20% das pessoas com fibromialgia”, diz o fisiatra do CREB.

Os pesquisadores identificaram as causas da fibromialgia: fake news

“Infelizmente não há causa conhecida para fibromialgia. Pode ser genético, pode ser ambiental e pode, também, ser uma combinação de ambos. Em alguns pacientes, vemos alguns fatores desencadeantes, tais como um acidente de carro, um trauma físico ou mesmo um trauma psicológico. Esses eventos podem estar associados ao início de alguns sintomas da fibromialgia”, afirma o Dr. Antônio.

Não existem tratamentos para o trauma da fibromialgia: fake news

O tratamento da fibromialgia se baseia na utilização de medicamentos específicos, associados a técnicas de reabilitação para alívio dos sintomas álgicos. “Dentre os medicamentos, pode-se utilizar analgésicos e relaxantes musculares para alívio das dores difusas. Antidepressivos auxiliam no tratamento da depressão e, muitas vezes, na melhora do sono não restaurador. A hidroterapia é uma técnica fisioterápica fundamental, pois combina exercícios de alongamento muscular na água quente resultando no alívio da dor. A acupuntura é outra técnica utilizada para o manejo da dor. No CREB, disponibilizamos tanto a hidroterapia, em duas piscinas apropriadas para tal prática, quanto a acupuntura”, explica ele.

Mude seu estilo de vida para obter sucesso no tratamento da fibromialgia: verdade

“O tratamento da fibromialgia não vem na forma de uma pílula mágica”, ressalta o Dr. Antônio. Segundo ele, vem por meio da modificação do estilo de vida. “Trabalhe e se exercite o suficiente. Atividades de baixo impacto, como caminhada e ioga, são ótimas .Tente reduzir os fatores que lhe causam estresse. Ou procure um psicólogo para ajudar no manejo da depressão”, finaliza ele, pontuando que o CREB oferece orientação psicológica gratuita para seus pacientes.

Reumatologista do CREB alerta sobre risco de quedas

A queda do Presidente Jair Bolsonaro no banheiro do Palácio da Alvorada provocou um grande susto em todos, no entanto é um acidente absolutamente comum entre pessoas de terceira idade em todo o mundo. Comum e alarmante: segundo as estatísticas, a taxa de mortalidade dobra tanto em homens quanto em mulheres que sofrem fratura do fêmur após um tombo acidental, como o do Presidente.

De acordo com o Dr. Haim Maleh, reumatologista do CREB (Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo) e da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), pessoas com mais de 65 anos têm maior risco de quedas, principalmente se tiveram um histórico prévio de tombos acidentais, quadro de artrite ou artrose, depressão, tonteira ou doenças crônicas como diabetes ou obesidade, por exemplo.

  • Pessoas da terceira idade, com esses fatores de risco, são mais propensos a sofrerem quedas. Outros fatores muito comuns são fraqueza do corpo inferior, deficiência de vitamina D, uso de medicamentos (principalmente depressivos ou sedativos), problemas de visão, dor no pé e uso de calçado inapropriado. Outro fator muito importante é o risco no ambiente domiciliar, como degraus irregulares, falta de corrimão na escada, uso de tapetes soltos, entre outros – enumera o Dr. Haim.

Cuidados para prevenção de quedas

O reumatologista do CREB dá alguns conselhos para a prevenção de riscos de quedas. De acordo com ele, o primeiro passo é admitir que se está em risco, o que é fundamental em busca de uma postura preventiva. Praticar atividade física regular, para fortalecer a musculatura e melhorar o equilíbrio, é muito importante.

  • A hidroterapia é uma excelente opção para a terceira idade. Essa atividade permite ganho muscular sem gerar impacto nas articulações. O fundamental é que a pessoa encontre uma atividade física que lhe dê prazer e seja regular – explica.

O Dr. Haim aconselha, também, a avaliação da pisada, por meio de um exame chamado baropodometria computadorizada. Esse exame, indolor e não invasivo, também disponível no CREB, permite avaliar a forma de pisar e a correção individualizada da pisada, com uso de palmilha, se for o caso. A massa óssea também deve ser avaliada, por meio de um exame chamado densitometria óssea, igualmente disponível na clínica. O exame detecta a presença da osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, que torna os ossos frágeis, sendo um dos grandes fatores de risco de queda com fratura.

  • Também é preciso rever o ambiente domiciliar. É preciso evitar a desordem, com sapatos e objetos caídos no chão, tapetes soltos são um perigo e o ambiente precisa estar sempre muito bem iluminado. Barras de apoio no banheiro são fundamentais na terceira idade. Durante a noite, o uso de luzes noturnas é recomendado – avisa ele.

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