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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Fisioterapia melhora e previne a dor ciática

A dor ciática em geral é intensa e pode irradiar para os membros inferiores. Fruto da compressão do nervo ciático, essa dor pode ser consequência de uma série de problemas, e apenas um especialista poderá fazer o diagnóstico certo e propor o melhor tratamento.

A fisioterapia é uma excelente opção para combatê-la. E também é utilizada para preveni-la.

  • Na maior parte das vezes, diante de um quadro de dor ciática o fisioterapeuta irá propor exercícios específicos, controlados e progressivos. O objetivo será em um curto prazo reduzir a dor do paciente, bem como lhe dar condicionamento para que possa ajudar a prevenir futuras recorrências da dor – explica Handerson Meurer, Gerente de Fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, o exercício é mais recomendado para aliviar a dor ciática do que o repouso na cama. Isso porque a inatividade poderá piorar o quadro de dor.

  • Sem o exercício específico, os músculos das costas e as estruturas da coluna ficam descondicionados e enfraquecidos, o que pode levar a outras lesões e mais dor. O exercício de fortalecimento e alongamento é fundamental para a saúde dos discos espinhais. Ajuda a trocar nutrientes e fluidos dentro dos discos par amantê0los saudáveis e, assim, prevenir a pressão no nervo ciático, que é o que causa a dor – explica o fisioterapeuta do CREB.

A clínica utiliza protocolos que incluem a acupuntura, o RPG e a hidroterapia. Ao menor sinal de dor, um médico especialista deve ser consultado.

Em tempos de quarentena, ortopedista do CREB alerta: videogame e computador para crianças, só 2 horas por dia

Em tempos de quarentena, é preciso criatividade para entreter os pequenos dentro de casa. Mas a tendência dos pais, trabalhando em home office, é deixá-los abusar da televisão, videogame e de computadores e dispositivos móveis para passar o tempo. O ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, alerta para tal situação: duas horas por dia no computador e no videogame é o suficiente; mais do que isso pode trazer problemas musculoesqueléticos.

  • O número de crianças e adolescentes que atendemos no consultório, com dores causadas pelo excesso de tempo dedicado ao computador e ao videogame, é cada vez maior. São casos de dores na coluna, principalmente na região do pescoço, e outros problemas, como tendinites e dedo em gatilho, por exemplo – alerta o Dr. Márcio.

Vícios de postura

O médico do CREB pontua que em geral as crianças e adolescentes têm vícios de postura que são prejudiciais, e aparecem ainda mais quando estão diante de um computador ou videogame por horas seguidas.

  • A ergonomia adequada está relacionada à postura e ao mobiliário utilizado para estas atividades. As crianças e os adolescentes precisam ter cuidado e se sentar, por exemplo, em cadeiras que possam ter sua altura ajustada. Eles precisam ficar com as costas e os pés apoiados, e assim manter os olhos na altura e de frente para o monitor, com distância de 30 a 40 cm do usuário. O braço e o antebraço devem garantir um ângulo de 90 graus, com alinhamento e apoio do antebraço, punho e dedos, evitando a angulação com o teclado -explica.

No CREB tratamento inclui orientação psicológica gratuita

No CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – os tratamentos são compostos por medicação, fisioterapia, orientações específicas determinadas pelo médico e psicologia. E o melhor: o serviço de orientação psicológica é gratuita para os pacientes da clínica. Basta procurar a recepção do CREB e se informar dos horários disponíveis deste serviço exclusivo.

Todo tipo de manifestação de dor deve ser escutada e acolhida

“Como podemos mensurar a dor do outro? Isso é algo bastante pessoal. Uns sentem de uma forma, outros de outra forma, cada um tem suas limitações, enfim, a dor é absolutamente pessoal. O que podemos fazer é oferecer ao paciente a escuta. Oferecemos a ele o acolhimento da sua dor. Todo tipo de manifestação de dor deve ser escutada e acolhida. A dor pode ser um grito de alerta. E precisa ser aliviada”, explica a psicóloga do CREB, Fátima Silva.

Há mais de um ano que o CREB oferece esse serviço gratuitamente, e os resultados têm sido um sucesso. Fátima garante que ao ser escutado, o paciente se sente melhor e isso pode fazer toda a diferença no tratamento de dores crônicas. “Queremos ajudar o paciente a lidar com a sua dor, com essa situação que afeta sua qualidade de vida. Aqui ele será ouvido”, garante ela. Mais informações na recepção do CREB ou pelo telefone 21 – 3182-8282.

Você sabe o que é Poliartrite? Reumatologista do CREB explica

Você sabe o que é poliartrite? Como o próprio nome sugere, trata-se de uma artrite que acomete cinco ou mais diferentes articulações do paciente. A doença pode ser uma consequência de uma doença autoimune (como lúpus, artrite reumatoide ou febre reumática, entre outras) ou, ainda, por meio de vírus ou bactérias. Ombros, cotovelos, mãos, quadris e joelhos são as regiões mais afetadas, segundo o reumatologista e fisiatra Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A doença pode provocar dor, inchaço e calor

De acordo com o médico do CREB, a doença pode provocar no paciente acometido muita dor, quadro de inchaço, calor, rubor e até mesmo limitação ou incapacidade de movimento nas regiões atingidas:

  • Quanto mais cedo tratarmos, melhor. O tratamento é totalmente individualizado, e depende de uma série de fatores. O paciente costuma sentir muita dor, em diferentes locais do corpo, e sua qualidade de vida pode ser bem comprometida – diz o Dr. Eduardo.

O reumatologista e fisiatra explica que o tratamento prevê o uso de medicamentos específicos e fisioterapia. E que no CREB são utilizados com muito sucesso protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia e RPG. “Temos duas piscinas específicas e apropriadas para a prática de hidroterapia. A poliartrite tem cura e o tratamento devolve ao paciente a qualidade de vida perdida. Quanto mais cedo começarmos o tratamento, repito, melhor é”, finaliza ele.

Síndrome do Piriforme traz dor na região do quadril, com irradiação para a perna

Dor na região do quadril, com possível irradiação para a perna, pode ser sintoma da síndrome de piriforme. Segundo Clovis Munhoz, professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – os principais fatores da doença são o hábito de passar grande parte do dia sentado, a prática exagerada de exercícios para os glúteos, variações anatômicas e presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o movimento livre do nervo.

Segundo o Dr. Clovis, o piriforme é um músculo da região do quadril, localizado próximo do nervo ciático, o que pode causar sua compressão. Há tratamento para a síndrome do piriforme.

A Avaliação Isocinética pode ajudar no diagnóstico

  • Utilizamos medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos, além de cinesioterapia. No CREB temos protocolos que incluem hidroterapia, eletroterapia e acupuntura, que trazem mais efetividade ao tratamento. Mas como há um desequilíbrio e fragilidade muscular da região afetada, temos no CREB um moderno exame chamado Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada, que é um exame preciso, indolor e que indica qual músculo ou grupo muscular está hipotônico e deve ser fisicamente reabilitado. Por meio da avaliação médica, com a história e o exame físico, o médico irá afastar a possibilidade, muitas vezes associada, de compressão, que pode ser oriunda da coluna – explica ele.

O médico do CREB acrescenta que também pode ser utilizado no tratamento a Terapia por Ondas de Choque (TOC), com três a cinco sessões, feita em consultório médico. O CREB dispõe desse recurso.

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