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Bursite trocantérica pode apresentar dor no quadril, irradiando ao longo da coxa

A bursite é a inflamação da bursa, uma pequena bolsa de líquido presente em várias articulações, que tem como objetivo reduzir o atrito entre duas articulações e facilitar o movimento articular. A bursite trocantérica é a inflamação da bursa do quadril, resultando em dor na face lateral da coxa. “Muitas vezes, a dor é de forte intensidade, se iniciando no período da noite, sendo agravada pelo movimento de sentar e levantar. Pode irradiar ao longo da coxa e pode impedir o caminhar”, afirma o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A bursite trocantérica está associada ao uso excessivo da articulação do quadril, sendo bastante frequente em pessoas que praticam corrida. “Além disso, a sobrecarga da articulação é outro fator que contribui para o surgimento da bursite. Logo, pessoas que ficam longos períodos de pé e a presença de obesidade são alguns dos fatores envolvidos no surgimento do quadro. A presença de problemas em outras articulações dos membros inferiores, tais como joelhos, pés e tornozelos também podem gerar uma sobrecarga na articulação do quadril, contribuindo para o aparecimento de novos casos”, explica o médico do CREB.

Ao menor sinal de dor no quadril é preciso procurar um especialista. “O médico poderá fazer uma análise da presença de alterações em outas articulações dos membros inferiores, incluindo a avaliação da pisada do paciente. Temos no CREB um exame chamado baropodometria, não invasivo, indolor e de alta tecnologia, que nos auxilia no estudo da pisada do paciente e sua influência nas articulações dos membros inferiores”, pontua o Dr. Bruno.

Médico do esporte do Flamengo atende no CREB

Médico do time profissional de futebol do Clube de Regatas do Flamengo e especialista em medicina do esporte e Terapia por Ondas de Choque (TOC), o Dr. João Marcelo também atende no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Ele está à disposição as terças-feiras, das 10h às 20h30, as quintas-feiras, das 9h40 às 12h40, e, finalmente, as sextas-feiras, das 14h30 às 20h30. Vale ressaltar que você pode marcar sua consulta com o especialista pelo telefone 21 3182-8282 ou pelo agendamento

Fascite plantar: reumatologista do CREB dá dicas contra a doença

A dor no calcanhar é um dos sintomas da fascite plantar. Trata-se de uma lesão inflamatória que ocorre na fáscia plantar, que é uma faixa de tecido fibroso que reveste a planta do pé, estendendo-se do calcanhar até os dedos dos pés. “A fascite plantar causa dor no pé, ao pisar, principalmente após longos períodos em repouso. É causada por microtrauma repetitivo na região, ocorrendo em pessoas que ficam longos períodos de pé, sobrecarregando a fáscia plantar”, explica o Dr Sebastião Carlos Ferreira da Silva, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, a doença é comum entre praticantes de corrida por conta do impacto repetitivo causado à região. Uma das causas é o uso de calçado inadequado, o que promove alterações na pisada, como uma pisada pronada ou supinada. “Para o diagnóstico da doença, é importante a avaliação do médico especialista, a partir de exames de imagem, como a ultrassonografia. Também é importante fazer a avaliação da pisada por meio da baropodometria, exame que dispomos no CREB e que também auxiliará na indicação de palmilhas, em caso de alterações da pisada. Para o tratamento, técnicas fisioterápicas de termoterapia, como ultrassom, auxiliam na recuperação do processo. E em casos refratários a TOC – Terapia por Ondas de Choque, também disponível na clínica, tem sido utilizada com muito sucesso”, afirma o médico do CREB.

O Dr. Sebastião dá duas dicas para evitar o fascite plantar. “Descanse e alongue o pé. Se o uso excessivo é a causa provável da sua dor, o descanso é uma chave para a recuperação. E é uma boa ideia combinar isso com exercícios diários de alongamento. Além disso, use um calçado adequado. Não deixe de consultar um especialista para orientação correta sobre o tipo de calçados e necessidade de uso de palmilhas”, finaliza ele.

Médico do UFC passa a integrar a equipe do CREB

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – tem o compromisso de oferecer aos seus pacientes um atendimento de excelência, por meio de um corpo clínico muito experiente e tecnologia de ponta. Investir na equipe médica é uma constante, permitindo um atendimento ampliado e plural. A equipe de reumatologia do CREB acaba de receber mais um médico, o carioca Sebastião Carlos Ferreira da Silva, 34 anos. Além de reumatologista, com especialização pela IEFAP (Campinas), ele é especializado em medicina do exercício e do esporte, pela UNIG (Universidade Iguaçu). O Dr. Sebastião atenderá no CREB ãs segundas-feiras, das 14h às 19h, e sextas-feiras, das 8h às 14h. Alem de médico do CREB, ele é médico do time de futebol do Fluminense e também trabalha no UFC, nível Brasil e América do Sul. “O CREB é uma das poucas clínicas que oferece uma grande estrutura, tanto para o paciente quanto para o médico. O paciente resolve praticamente tudo ali mesmo, com médicos de muita categoria. É excelente trabalhar em um local assim, com tanta estrutura e uma equipe de excelente nível”, afirma ele.

Avaliação isocinética está disponível para qualquer pessoa

A Avaliação isocinética dos membros inferiores tem sido muito utilizada por atletas de alto rendimento como uma ferramenta preventiva contra lesões. O exame, que ajuda na correção de desequilíbrios musculares, está disponível no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – para todos. Não é, definitivamente, um exame apenas para atletas profissionais. Pelo contrário.

  • Não são apenas atletas de alto rendimento que devem realizar esse exame. Esportistas em geral ou pessoas que começarão a praticar uma atividade física regular devem realizar o teste para correção de desequilíbrios musculares. A avaliação isocinética está disponível para todos. É importante lembrar que para uma correta e objetiva reabilitação física, pacientes em pós operatório de membros inferiores e mesmo superiores, e pacientes com artrose de joelho, coxo femural, entre outras doenças, devem realizar essa avaliação – explica o professor de ortopedia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo.

O ortopedista usa como exemplo a pessoa que pratica corrida de rua regularmente. Trata-se de uma atividade de fácil acesso e simples, é verdade. Mas é sempre importante ter consciência e tomar certos cuidados:

  • Há uma relação agonista/antagonista do joelho em corredores de rua, e uma alteração pode provocar doenças como tendinite patelar, condromalácia e lesões musculares. O exame torna-se fundamental para evitar esses problemas. Quem joga vôlei ou handball, por exemplo, pode sofrer uma possível entorse de joelho e lesões menisco-ligamentares, tão comuns entre mulheres praticantes desses esportes. O exame é muito importante para prevenir esses problemas a partir do momento que se corrige desequilíbrios musculares – acrescenta o Dr. Munhoz.

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