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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

RPG oferece melhor qualidade de vida para idosos

O idoso sente, em geral, dores frequentes nas articulações, limitações de movimento, alterações posturais, dificuldade de manter o equilíbrio, alteração na coordenação motora, diminuição na força e na flexibilidade dos músculos, além de dificuldade de locomoção. Tudo isso afeta sua qualidade de vida e em geral está associado a patologias importantes, como diabetes, cardiopatias, doenças respiratórias e renais ou artrose, entre outras. O RPG – Reeducação Postural Global – pode, assim, ser uma excelente opção para a terceira idade.

  • Justamente para suprir suas deficiências, o idoso pode apresentar uma postura muito alterada, mas isso pode ser corrigido, respeitando as compensações que são inerentes ao envelhecimento, por meio da RPG, um método da Fisioterapia que avalia e trata os pacientes de forma individual, respeitando as particularidades de cada organismo e buscando as causas que originam os problemas – afirma o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O RPG melhora a coordenação motora e o equilíbrio

Segundo o ortopedista do CREB, a RPG atua sobre os aspectos estático e dinâmico, melhorando a coordenação motora e o equilíbrio, ajudando nos movimentos do dia a dia e, assim, promovendo bem estar e melhora da autoestima dos idosos.

Osteoporose acomete 10 milhões de pessoas no Brasil

A osteoporose é uma patologia extremamente prevalente no mundo. Estima-se que 200 milhões de pessoas apresentam esta doença (só no Brasil são 10 milhões de pacientes acometidos). Nos Estados Unidos, por exemplo, são contabilizadas anualmente duas milhões de fraturas, levando a diminuição da qualidade e expectativa de vida do indivíduo. Soma -se aos indicadores epidemiológicos o protagonismo nos casos de fraturas patológicas do idoso.

“Os fatores de riscos são, em sua grande maioria, modificáveis, como, por exemplo, tabagismo, sedentarismo, história familiar, falta de exposição ao sol. O ortopedista é um profissional importante neste cenário, podendo atuar na prevenção, diagnóstico e tratamento”, afirma o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Prevenção da osteoporose

O Dr. Bruno diz que para a prevenção da doença a orientação é prática regular de atividade física, inventário do cálcio na dieta, exposição ao sol e dinâmica diária para evitar quedas da própria altura. Ele pontua que há um exame, disponível no CREB, chamado densitometria óssea, que é utilizado para diagnóstico da doença (ao lado da história clínica e avaliação do paciente). “Além da orientação preventiva e o diagnóstico precoce, o médico pode ainda lançar mão de reposição de vitaminas e minerais, medicações antirreabsortivas, terapia hormonal e periodização de exercícios físicos”, complementa ele.

Alteração da marcha, um assunto muito sério

A população de idosos, no Brasil, chega a 14,5 milhões de pessoas. Segundo estimativas, anualmente são registradas 4,35 milhões de quedas, no mínimo. E desse total, estudos indicam que em torno de 2,175 milhões, ou seja, quase metade, resultam em algum tipo de lesão. E mais: 10% destas lesões são consideradas graves.

“As quedas levam a um maior risco de declínio da independência funcional e o aumento da necessidade de hospitalização, onerando os serviços de saúde. E, claro, representam importante causa de mortalidade, não só de idosos, mas também entre adultos e jovens”, afirma o coordenador de fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o fisioterapeuta Handerson Meurer.

Segundo ele, o processo de envelhecimento está associado a um dos principais fatores de alteração no padrão da marcha e no equilíbrio dos seres humanos. “A análise destas funções motoras pode contribuir para identificar situações de risco potencial para quedas, sendo este um evento que representa um grave problema de saúde pública, em função da frequência e das consequências físicas, psicológicas e sociais que pode acarretar”, diz o fisioterapeuta do CREB.

O CREB disponibiliza para seus pacientes um moderno setor de reabilitação neurológica, muito bem equipado e com profissionais especializados, para o tratamento de diversas doenças envolvidas nas alterações de marcha. Handerson destaca as duas piscinas, específicas e apropriadas para reabilitação, por exemplo. “Temos protocolos que abrangem inúmeras técnicas de cinesioterapia, oferecendo um tratamento objetivo e diferenciado, trazendo com maior brevidade o reestabelecimento da qualidade de vida”, finaliza ele.

Reumatologista do CREB alerta sobre risco de quedas

A queda do Presidente Jair Bolsonaro no banheiro do Palácio da Alvorada provocou um grande susto em todos, no entanto é um acidente absolutamente comum entre pessoas de terceira idade em todo o mundo. Comum e alarmante: segundo as estatísticas, a taxa de mortalidade dobra tanto em homens quanto em mulheres que sofrem fratura do fêmur após um tombo acidental, como o do Presidente.

De acordo com o Dr. Haim Maleh, reumatologista do CREB (Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo) e da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), pessoas com mais de 65 anos têm maior risco de quedas, principalmente se tiveram um histórico prévio de tombos acidentais, quadro de artrite ou artrose, depressão, tonteira ou doenças crônicas como diabetes ou obesidade, por exemplo.

  • Pessoas da terceira idade, com esses fatores de risco, são mais propensos a sofrerem quedas. Outros fatores muito comuns são fraqueza do corpo inferior, deficiência de vitamina D, uso de medicamentos (principalmente depressivos ou sedativos), problemas de visão, dor no pé e uso de calçado inapropriado. Outro fator muito importante é o risco no ambiente domiciliar, como degraus irregulares, falta de corrimão na escada, uso de tapetes soltos, entre outros – enumera o Dr. Haim.

Cuidados para prevenção de quedas

O reumatologista do CREB dá alguns conselhos para a prevenção de riscos de quedas. De acordo com ele, o primeiro passo é admitir que se está em risco, o que é fundamental em busca de uma postura preventiva. Praticar atividade física regular, para fortalecer a musculatura e melhorar o equilíbrio, é muito importante.

  • A hidroterapia é uma excelente opção para a terceira idade. Essa atividade permite ganho muscular sem gerar impacto nas articulações. O fundamental é que a pessoa encontre uma atividade física que lhe dê prazer e seja regular – explica.

O Dr. Haim aconselha, também, a avaliação da pisada, por meio de um exame chamado baropodometria computadorizada. Esse exame, indolor e não invasivo, também disponível no CREB, permite avaliar a forma de pisar e a correção individualizada da pisada, com uso de palmilha, se for o caso. A massa óssea também deve ser avaliada, por meio de um exame chamado densitometria óssea, igualmente disponível na clínica. O exame detecta a presença da osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, que torna os ossos frágeis, sendo um dos grandes fatores de risco de queda com fratura.

  • Também é preciso rever o ambiente domiciliar. É preciso evitar a desordem, com sapatos e objetos caídos no chão, tapetes soltos são um perigo e o ambiente precisa estar sempre muito bem iluminado. Barras de apoio no banheiro são fundamentais na terceira idade. Durante a noite, o uso de luzes noturnas é recomendado – avisa ele.

Artrose do quadril: dor pode irradiar para a coxa e joelho

A artrose do quadril, também conhecida como coxartrose, é uma doença degenerativa da articulação coxofemoral. Segundo o ortopedista Alexandre Blanc, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – a doença é mais comum após os 50 anos, acometendo mulheres e homens.

“Alguns fatores como obesidade, doenças reumatológicas, doenças do quadril na infância e sequelas de fraturas aumentam a incidência da artrose no quadril.”, esclarece o médico do CREB. Segundo ele, após o correto diagnóstico feito por um especialista, o tratamento pode ser feito com auxílio de fisioterapia, hidroterapia, acupuntura e infiltração do quadril com ácido hialurônico.

Sintomas da artrose no quadril

O ortopedista do CREB explica que pacientes acometidos pela coxartrose queixam-se de dor, que pode iniciar na virilha e irradiar para coxa e joelho, além de sentirem limitação de movimentos, que ocorre de forma progressiva.“Atividades como caminhar, cruzar as pernas e amarrar sapatos tornam-se cada vez mais difíceis para estas pessoas”, garante ele.

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