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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Atividade física e a Osteoporose

A atividade física é fundamental para todos. É sinônimo de saúde e bem–estar. Um programa de exercícios  ideal deve fornecer benefício para o ossos, o coração e musculatura, logo deve-se incorporar na prática física: alongamento, atividade aeróbica e musculação. Devemos realizar atividade física para nos tornarmos saudáveis, para redução da gordura corporal, para manutenção da massa óssea e muscular.

E como a realização de atividade física pode auxiliar na manutenção da massa óssea?

A manutenção da massa óssea e a prevenção de perda de massa óssea pode ser conseguida através da prática de exercícios visando a resistência muscular. Quando realizamos exercícios visando o treino da resistência muscular,  o estresse mecânico do músculo torna-se um estresse mecânico para o osso. A vibração óssea é um estímulo para formação de células ósseas. Os exercícios de resistência muscular aumentam o aporte sanguíneo e consequentemente de nutrientes para o osso.

O exercício vai ajudar a:

  • manter a massa óssea e reduzir o risco de fratura ;
  • melhorar a força muscular e permitir uma melhor postura ;
  • melhorar o equilíbrio e diminuir o risco de queda ;
  • reduzir as dores crônicas da coluna;
  • prevenir ou diminuir as deformações da coluna provocadas pela osteoporose. 

Qual é o tipo ideal de atividade física para quem tem osteoporose ?

O exercício adequado vai depender da gravidade da sua osteoporose, da existência de outros problemas de saúde e da sua forma física.

Os melhores tipos de exercícios para quem tem osteoporose são:

Regra geral não deve fazer mais que três sessões de exercício por semana, com duração de 30 minutos cada uma.

  • exercícios com carga: marcha, dança e aeróbica de baixo impacto (caminhada).
  • exercícios com resistência: musculação usando pesos livres, aparelhos ou fitas de borracha, pilates, hidroginástica.

Os exercícios menos recomendados para osteoporose incluem:

  • Exercícios de alto impacto: como saltar, correr ou ginástica aeróbica, pois podem levar a fraturas nos ossos;
  • Exercícios de flexão e torção: como por exemplo tocar com os dedos das mãos nos pés ou fazer abdominais, por exemplo, pois há um maior risco de fraturas por compressão da coluna. Outras atividades que podem exigir ter que dobrar ou torcer com força a cintura são o golfe, o tênis, o boliche e algumas posições de ioga.

Consultar um especialista é fundamental para quem pratica atividade física.
Qualquer pessoa que quer praticar atividade física, ou já o faz, precisa estar muito bem orientado, para que a atividade física traga apenas benefícios, e não problemas.

Dores na coluna são normais em mulheres grávidas

É muito comum ouvir de mulheres grávidas reclamações sobre dores constantes nas costas. Se não bastasse o peso extra que carrega, a gestante também vive alterações hormonais que influenciam nas lombalgias, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

  • O aumento natural do volume da barriga da mulher altera o centro de gravidade de seu corpo. Em busca do equilíbrio, a gestante tende a jogar os ombros para trás, mudando inclusive o seu andar. O corpo busca compensações para essa situação, o que acaba gerando tensão e sobrecarga muscular. E, consequentemente, dor nas costas – explica ele.

Segundo o médico do CREB, um hormônio chamado relaxina aumenta em até dez vezes durante a gravidez e atua nas articulações, relaxando ligamentos e tendões das estruturas ósseas da pelve e da coluna vertebral, para facilitar que a bacia se abra no momento do parto.

  • Esse afrouxamento dos ligamentos sobrecarrega a coluna e membros inferiores, ocasionando, muitas vezes, dores. Também é preciso lembrar que muitas gestantes engordam mais do que o considerado ideal, têm sobrepeso e histórico de problema de coluna, o que agrava o quadro – afirma o Dr. Márcio.

Atividade física regular durante a gravidez

O médico do CREB recomenda que a gestante pratique atividade física regular durante a gravidez, e sugere a hidroterapia, que é realizada dentro da piscina, com água morna, o que propicia relaxamento muscular.

  • É muito importante que um médico seja consultado. Ele poderá dar várias dicas para a gestante e orientá-la sobre a melhor forma de se exercitar e evitar dores na coluna – finaliza ele.

Samba com salto alto é um perigo

Sambar com sapato de salto alto e bico fino pode trazer sérios problemas, que vão dos dedos dos pés à coluna lombar. É o que garante o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, especialista em medicina do esporte e médico do time de futebol do Flamengo, Dr. João Marcelo Amorim.

Uso do sapato de salto aumenta o risco de lesões

Segundo ele, o uso desse tipo de sapato aumenta o risco de lesões porque a atividade, que exige muito equilíbrio, coordenação e rebolado, altera nosso eixo central:

  • Todos nós temos um eixo central, que nos traz o equilíbrio. O uso do salto alto altera esse equilíbrio natural porque força o pé para frente. Se a pessoa que estiver sambando não tiver experiência com a atividade com salto alto, pode se lesionar. As bailarinas não dançam com sapatilhas à toa – afirma ele.

O médico do CREB diz que a situação se agrava com o uso de sapato com bico fino. De acordo com ele, o sapato aperta os pés, o que pode se tornar mais um problema:

  • Os problemas já começam no ante pé (cabeça dos metatarsos), porque o pé inclinado força essa região. Uma lesão na cabeça do metatarso pode provocar dor e calosidade. É bem comum o salto alto no samba forçar a panturrilha, proporcionando uma tendinite. E o salto alto força a lordose e pode causar uma lesão na região lombar e problemas no joelho. Um escorregão ou desequilíbrio pode transformar em dor o prazer de sambar – finaliza o Dr. João Marcelo.

Sambar com sapatos de salto alto pode provocar problemas generalizados

“A ordem do rei é sambar os quatro dias sem parar”. O que o Rei Momo esqueceu de avisar é que samba e salto alto definitivamente não combinam. De acordo com o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, especialista em medicina do esporte e médico do time de futebol do Flamengo, Dr. João Marcelo Amorim, sambar com salto alto pode provocar problemas generalizados, nos dedos dos pés à coluna lombar.

Samba e salto alto definitivamente não combinam

  • Sambar não é uma atividade qualquer. Exige muito do corpo da pessoa porque requer muito equilíbrio, coordenação e rebolado, além de preparo físico, claro. Nós temos um eixo central que nos dá equilíbrio. Usar salto alto para sambar altera esse eixo porque o pé fica forçado para frente. Se a mulher não tiver muita experiência em sambar com salto alto, pode sofrer uma lesão. A posição do pé calçado com um sapato de salto alto não é confortável e nem indicada para dançar. As bailarinas não dançam de sapatilhas á toa – explica o ortopedista do CREB.

O Dr. João Marcelo pontua que além do salto alto, muitas vezes o sapato tem bico fino, o que piora a situação. Segundo ele, sapatos de bico fino apertam os dedos dos pés e, assim, os problemas começam no ante-pé – a cabeça dos metatarsos – região muito forçada no uso deste tipo de calçado.

  • A lesão na cabeça do metatarso traz dor e calosidade. O sapato de salto alto também força muito a panturrilha, o que pode causar uma tendinite. Além disso, o sapato alto força a lordose, podendo causar uma lesão na coluna lombar e problemas no joelho. É verdade que um sapato de salto alto traz elegância e beleza, mas a saúde deve estar em primeiro lugar – finaliza ele.

Gestantes sofrem de lombalgia, diz a estatística

É muito comum, durante a gestão, que as futuras mães sintam dores na coluna. As estatísticas indicam que 50% das mulheres grávidas sintam dores na região, principalmente no último trimestre da gravidez, quando são mais evidentes as alterações posturais e a frouxidão ligamentar.

  • É muito comum recebermos grávidas no consultório, reclamando de dores na lombar, que antes não apareciam. Trata-se de uma lombalgia, que pode causar dor e até mesmo um certo grau de incapacidade motora. Isso é muito comum na gestação. A dor se explica por ajustes posturais devido ao aumento do peso corporal, alterações no centro de gravidade da mulher e trabalhos extenuantes, com intensa inclinação do tronco. Ações simples do cotidiano, como uma pequena caminhada, abaixar para pegar algo no chão ou mesmo varrer a casa pode se transformar em dor – explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O ortopedista do CREB diz que as gestantes precisam tomar alguns cuidados, como não permanecer durante muito tempo na mesma posição e evitar excessos, além de recomendar a prática regular de exercício físico. O pilates e a hidroterapia podem ser excelentes opções.

  • O último trimestre é o mais difícil para as gestantes, sem dúvida. Ela está muito mais pesada, ansiosa, cansada e seus músculos abdominais estão mais distendidos e alongados, reduzindo sua eficácia e exigindo uma força adicional dos músculos poplíteos. Um médico especialista deve ser consultado se as dores forem regulares – finaliza ele.

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