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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Cervicalgia é mais comum entre as mulheres

Cervicalgia é a dor localizada nas vértebras da coluna cervical. Nossa coluna cervical conta com sete vértebras, que são ligadas por músculos e ligamentos, formando uma espécie de ponte óssea entre a cabeça e o nosso tronco. A coluna cervical faz o controle dos movimentos da cabeça em relação ao tronco, assegurando sua sustentação. A dor localizada nas vértebras da coluna cervical é a principal indicação de cervicalgia.

“A coluna cervical é a porção mais frágil da coluna vertebral. Em geral, aqueles que são acometidos pela cervicalgia podem sentir dor na nuca, que pode irradiar para os ombros e braços, rigidez na nuca, desconforto nos movimentos da cabeça, dor de cabeça, tonteira, dor e sensação de desconforto e queimação na região do pescoço e dos ombros, lacrimejamento, formigamento do pescoço formigamento e sensação de dormência ou queimação pelos braços ou mãos”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, ao menor sinal de um destes sintomas, um especialista deve ser procurado.

“A cervicalgia é mais comum entre as mulheres do que nos homens. As principais causas da doença, diz ele, são a má postura, movimentos bruscos, trauma cervical, doenças degenerativas ou mecânicas, infecção, causas inflamatórias reumáticas, Tumoral primária ou secundária por metástese e causa emocional. Há muitas causas para a cervicalgia. Ao menor sinal de algum sintoma, um especialista deve ser consultado para dar o diagnóstico e propor o tratamento adequado”, finaliza ele.

Mulheres com Lúpus podem engravidar?

O lúpus é uma doença de longa evolução e sistêmica, que tem causa desconhecida, e acomete principalmente as mulheres, em uma proporção de dez para um em relação aos homens. Uma das maiores dúvidas sobre a doença é: mulheres com lúpus podem engravidar? Quem responde é a reumatologista Isis Reis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

  • Sim, mulheres acometidas pela lúpus podem engravidar. Mas há algumas condições: a mulher deve ter a doença controlada há ao menos dois anos e não pode ser portadora de doença renal. Já o uso de anticoncepcionais deve ser avaliado em consulta com um especialista – afirma a Dra. Isis.

Segundo a médica do CREB, um mito relacionado à doença é de que a lúpus é contagiosa. Isso não é verdade, garante a reumatologista.

  • É muito importante que fique bem claro que a lúpus não é contagiante. Trata-se de um mito. Os sintomas variam, de acordo com o paciente, porém os mais frequentes são dores articulares, manifestações de pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, inflamação da pleura e do pericárdio, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal. A pessoa acometida pela doença deve procurar um especialista. O tratamento é individualizado – finaliza ela.

Ao cuidar do bebê, é preciso ter cuidado com a coluna

No período gestacional, as futuras mamães sobrem dores na coluna, e isso é muito natural. Alongamentos e atividades físicas como hidroterapia/ hidroginástica e pilates são excelentes opções. Mas e quando o bebê finalmente nasce? As mamães ficam, enfim, livres dessas dores na coluna?

  • É muito comum as mães sentirem dores no pescoço e nos ombros, por conta da amamentação e dos cuidados diários com os bebês. Em geral, há vícios de postura que precisam ser corrigidos, afinal a mãe passa muito tempo com o filho no colo, ou seja, um peso extra. É preciso ter consciência para não sentir dores na coluna – afirma o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O médico do CREB explica que ao amamentar o bebê é preciso procurar utilizar um apoio para os braços e o pescoço, deixando-os relaxados. Diz, ainda, que a mãe não deve ficar olhando o bebê com a cabeça baixa, por muito tempo. Outra dica é alternar o braço de apoio a cada mamada. “Quando amamenta de forma errada, o peso do bebê recai todo nos braços da mãe, sobrecarregando ombros e pescoço”, ilustra.

  • Na hora do banco, coloque a banheirinha do bebê sobre uma mesa, de forma que você não precise se curvar, forçando a lombar. O mesmo vale para a troca de fraldas. Ao retirar o bebê do berço, mantenha-o bem próximo de seu corpo, evitando sobrecarregar os braços e ombros. Dobre levemente o joelho, evitando curvar para pegá-lo – aconselha o ortopedista.

Reumatologista do CREB explica o que é lombalgia

A dor lombar, conhecida como lombalgia, é uma das doenças da coluna que mais levam pacientes aos consultórios médicos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a lombalgia provoca um grande impacto para a economia porque acomete principalmente a população economicamente ativa, causando afastamento temporário do trabalho e indenizações trabalhistas. Segundo a OMS, que 80% da população mundial sofre, sofreu ou sofrerá dor nas costas em algum momento da vida.

As principais causas da lombalgia são mecânicas (movimentos bruscos, excesso de peso) ou inflamatórias, nervosas e reumáticas, explica o reumatologista Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

  • A flacidez muscular e a falta de condicionamento físico podem causar lombalgia. A pessoa acometida sente dores, que vão crescendo, podendo se transformar em um problema crônico. Por isso, ao menor sinal de dor, é preciso procurar um especialista – garante ele.

Segundo o médico do CREB, uma das principais causas da doença é a degeneração dos elementos da coluna.

  • O disco invertebral funciona como uma espécie de amortecedor de carga, mas envelhece, se desgasta e pode se tornar duro e quebradiço. É o que chamamos de degeneração discal. Esse disco pode inflamar e gerar dor nas costas. As vértebras são estruturas ósseas onde temos o corpo vertebral e processos espinhosos e transversos, por onde ancoram os ligamentos. Elas sobrepõem-se harmoniosamente, ligadas umas com as outras por discos intervertebrais, processos articulares, ligamentos e musculatura espinhal. Essa verdadeira viga suporta uma carga de peso. Obviamente que o excesso de peso irá comprometer essa viga – explica.

Sapato de salto alto e bico fino pode ser um inimigo das mulheres

Nosso pé é composto por 26 ossos, que nos mantém em pé boa parte do dia, nos levam para lá e para cá e ainda sustentam cargas, como bolsas, mochilas e sacolas cheias. Mas pouca gente dá atenção a ele. Por exemplo: ao escolher um sapato ou tênis, em geral as pessoas se preocupam tão somente com a estética do calçado desejado.

“Devemos buscar beleza, sim, isso é muito importante. Mas é preciso deixar claro que o principal atributo do calçado deve ser o seu conforto, segurança, qualidade e, sobretudo, que seja adequado ao tipo de pé e pisada de quem irá comprá-lo. Junto a isso tudo, o consumidor deve pensar na beleza do produto, mas só depois disso tudo”, afirma o ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

O calçado ideal para o seu tipo de pé

Um calçado inadequado pode trazer inúmeros problemas aos pés a um ponto que apenas uma cirurgia poderá eliminar esse problema, alerta o ortopedista do CREB.

– É um grande erro não buscar o calçado ideal para o seu tipo de pé. O grande vilão, sem dúvidas, é o sapato alto, de bico fino. As mulheres adoram, mas ele pode se transformar no maior inimigo dos seus pés. Seu uso constante pode causar alterações sensíveis na postura da pessoa e em sua própria marcha. Isso pode causar desiquilíbrio muscular, dores, estresse articular e até degeneração nas articulações. O uso frequente de sapatos com salto alto provoca o encurtamento nos músculos da parte de trás da perna, danos à coluna, dores no joelho, calosidades, joanetes e unhas encravadas, entre tantos outros possíveis problemas. E isso piora ainda mais quando falamos de adolescentes e jovens, que estão em um período em que o corpo ainda está moldando a postura – garante o Dr. Munhoz.

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