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Pacientes com psoríase podem desenvolver artrite psoriásica, pontua reumatologista do CREB

té 30% das pessoas com psoríase desenvolverão artrite psoriásica, sendo que geralmente o problema articular ocorre cerca de 10 a 12 anos após a doença de pele aparecer. É o que afirma o reumatologista Camilo Tubino Schuindt, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo. Ele explica que a psoríase é uma doença de pele, descamativa, de origem autoimune cuja principal complicação é o desenvolvimento de artrite, sendo o acometimento articular conhecido como artrite psoriásica.

  • Dentre os sintomas que sugerem o início do quadro articular, a dor nas articulações é o mais comum. Geralmente se inicia com dor nas articulações das mãos e punhos, com sensação de rigidez inchaço articular e calor local. Se não tratada, a doença pode progredir com deformidades articulares e limitação de movimento. A artrite psoriásica também pode resultar em inflamação nas articulações da bacia e coluna vertebral, levando a dor lombar. Pacientes com psoríase e dor lombar necessitam de uma investigação reumatológica – afirma o reumatologista do CREB.

O Dr. Camilo pontua que o reumatologista é o médico especialista no diagnóstico dessa doença e dentre os métodos de diagnóstico a ultrassonografia articular é de grande auxílio, porque permite a avaliação da presença de artrite e o acesso da inflamação através da técnica de power doppler.

  • O diagnóstico correto aliado ao tratamento efetivo são a chave do sucesso para os pacientes. Ao menor sinal dos sintomas, um reumatologista deve ser logo procurado – finaliza o Dr. Camilo.

Os suplementos de cálcio e vitamina D são suficientes para tratar os pacientes com osteoporose?

A osteoporose é uma doença do metabolismo ósseo caracterizada pela perda de massa óssea, enfraquecimento ósseo e fraturas. “É uma doença silenciosa, pois não resulta em dor e desconforto articular, porém complica com fraturas, principalmente no fêmur e coluna vertebral. É importante destacar que a doença pode ser diagnosticada por meio de um exame chamado densitometria óssea, disponível no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo”, afirma o Dr. Camilo Tubino Schuindt, reumatologista da clínica.

Segundo ele, a doença ocorre principalmente em mulheres na pós menopausa, homens à partir dos 70 anos e são fatores de risco para doença o tabagismo, o sedentarismo, o etilismo, a descendência asiática, o história na família de osteoporose em parente de primeiro grau, uma dieta pobre em fonte de cálcio, doenças da tireoide, doenças intestinais disabsortivas (Doença Celíaca), doenças reumatológicas inflamatórias (Artrite Reumatóide) e uso de medicamentos (corticóides).

“Embora o cálcio e a vitamina D tenham um papel importante no tratamento da osteoporose, eles não são suficientes quando usados ​​sozinhos. Eles devem ser usados ​​em combinação com um agente antirreabsortivo, tais como a classe de medicamentos denominados bisfosfonados”, acrescenta o reumatologista do CREB. “Em quase todos os ensaios clínicos randomizados de agentes antirreabsortivos, os pacientes que tomaram esse tipo de medicação tiveram significativamente menos fraturas do que aqueles que tomaram apenas cálcio e vitamina D. Assim, concluímos que quando suplementados sozinhos não são adequados”, conclui o Dr. Camilo.

Síndrome de dor miofascial: fisiatra do CREB explica o que é e como tratar

Você sabe o que é síndrome de dor miofascial? Trata-se de uma doença extremamente comum no consultório de reumatologistas e fisiatras, caracterizada pela presença de dor relacionada à inflamação do músculo e da fáscia, tecido conectivo que cobre os músculos. “Esta síndrome faz parte da apresentação clínica dos quadros de Fibromialgia, dos desvios posturais da coluna vertebral e dos movimentos articulares e repetitivos. Resulta em dor crônica e contratura muscular, e a dor muscular se manifesta quando um ponto específico do corpo é pressionado. Este ponto específico é chamado de ponto gatilho, ou seja, um pequeno nódulo palpável nos músculos”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Existem várias formas de tratamento para essa condição e mudanças no estilo de vida podem ser eficazes para proporcionar alívio. O primeiro passo, garante o Dr. Antônio, é a avaliação de um especialista para que se descarte a causa subjacente. “O reumatologista e o fisiatra são os profissionais indicados para pesquisar as possíveis causas e definir o tratamento correto, que consiste na combinação de medicamentos e técnicas fisioterápicas. Dentre os medicamentos, analgésicos, relaxantes musculares e antidepressivos podem auxiliar no controle dos sintomas”, diz ele.

“Dentre as opções de tratamento fisioterápico, uma técnica que ajuda no manejo da síndrome miofascial é o RPG, disponível no CREB. Este tratamento consiste em técnicas de alongamento da musculatura de sustentação da coluna vertebral, resultando no relaxamento muscular. A acupuntura, que também oferecemos aos nossos pacientes, é outro método útil para alívio dos sintomas”, enumera o fisiatra.

Além de tratamento especializado, o Dr. Antônio sugere mudanças no estilo de vida, que se mostram fundamentais para o controle dos sintomas. “Realize atividade física, pois o exercício tem o benefício adicional de aumentar endorfinas e encefalinas, hormônios que ajudam na analgesia e no relaxamento muscular. A natação é uma ótima opção de exercício para pessoas com dor miofascial. Não tem impacto e trabalha todos os grupos musculares. Controle a obesidade, pois o aumento de peso sobrecarrega as articulações, contribuindo para a dor articular. Mantenha a calma e controle o estresse. O estresse causa dores musculares e fadiga, que podem afetar negativamente o exercício e o sono”, finaliza ele.

Reumatologista do CREB explica como mulheres na pós-menopausa podem se prevenir da osteoporose

Nos primeiros cinco anos de menopausa em geral as mulheres perdem 20% da massa óssea. Por isso, a prevenção dessa perda é muito importante porque prevenir perda de massa óssea é prevenir fraturas. “Fraturas de quadril, por exemplo, aumentam significativamente a morbidade e a mortalidade e diminuem a qualidade de vida em mulheres na meia-idade, podendo levar à morte”, destaca a reumatologista Isis Reis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, é muito importante que as mulheres nestas condições sempre consultem um médico especialista para orientação adequada. Sobre a prevenção, ela indica uma alimentação balanceada, com uma dieta rica em cálcio. “O consumo adequado de cálcio na dieta, presente principalmente em laticínios, é fundamental. Os intolerantes a esse tipo de alimento podem suplementar o cálcio artificialmente na forma de comprimidos”, ressalta ela.

A média do CREB destaca que é preciso realizar atividade física regularmente e se expor ao sol – nos horários adequados – para que se mantenha os níveis satisfatórios de vitamina D. “Há também o tratamento medicamentoso, que deve ser sempre prescrito pelo médico especialista. Existem várias classes de medicamentos, dentre os quais os bisfosfonatos, que são recomendados como primeira opção para mulheres com osteoporose que tenham função renal adequada. Outras opções são os medicamentos biológicos e nas formas de osteoporose grave e ou fraturas por fragilidade, quando devemos considerar os agentes anabólicos”, explica a Dra. Isis.

Você sabe o que é cifose?

A cifose é um desvio postural da coluna vertebral, também popularmente conhecido com “corcunda”. Segundo o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – a doença pode se desenvolver tanto em homens quanto em mulheres, sendo que a má postura é a causa mais comum da cifose ao nível da coluna torácica, devido ao enfraquecimento de longo prazo dos músculos extensores torácicos.

“Estão expostos a esse risco pessoas que passam longo períodos sentados, com uma postura inadequada, principalmente no ambiente de trabalho. Mas existem outras causas possíveis. Na osteoporose, uma fratura vertebral pode causar alteração na curvatura da coluna, resultando na cifose. Já em doenças congênitas, são muito menos frequentes, resultantes de uma formação inadequada da coluna durante a gestação”, explica o Dr. Márcio.

O médico do CREB diz que a prevenção é possível. “Inicialmente, é realmente fundamental uma avaliação postural com um médico especialista, para diagnóstico correto do desvio postural. Dentre as recomendações, pode-se realizar exercícios de fortalecimento da musculatura da coluna vertebral, sendo o RPG uma técnica para reabilitação postural permitindo o fortalecimento e alongamento da coluna vertebral, minimizando os sintomas álgicos”, relata ele, pontuando que o CREB dispõe de RPG. O Dr. Márcio destaca que na clínica é possível realizar o diagnóstico do desvio postural para indicação do tratamento adequado.

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