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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Programa de Reabilitação Pós-Covid

O programa de reabilitação Pós-Covid do CREB é indicado para pacientes que evoluíram com fraqueza muscular, dificuldade da marcha, limitações físicas, perda de força e equilíbrio, além de déficits neurológicos em decorrência tanto da internação prolongada, quanto das sequelas diretas da doença.

O processo de reabilitação tem como objetivo o alívio da dor, a recuperação funcional articular, o ganho de massa muscular e o restabelecimento da amplitude articular. O paciente, ao aderir ao programa, será atendido por nossos fisioterapeutas especializados que se utilizam de protocolos específicos visando principalmente devolver ao paciente qualidade de vida e um retorno pleno de suas atividades diárias.

Vacina em pacientes portadores de Doença Reumatológica Autoimune

A campanha nacional do Programa Nacional de Imunização da Gripe ocorrerá no período de 12 de abril a 09 de julho de 2021, sendo fundamental a adesão da população para prevenir o desenvolvimento da doença e o surgimento de complicações e também para reduzir os sintomas que podem ser confundidos com casos de COVID-19.

Pacientes reumatológicos, portadores de doença autoimune e em uso de medicação imunossupressora necessitam de orientações quanto à realização ou não da vacinação, já que alguns tipos de vacina podem levar a interação e ativação com a doença de base. 

A Sociedade Brasileira de Reumatologia formulou orientações que ajudam a esclarecer pontos referentes à vacina da gripe e a pandemia da COVID. Em uma força tarefa publicada recentemente esclarece que pacientes que já foram infectados pela COVID, podem realizar a vacinação já que até o momento não há evidências, de qualquer preocupação de segurança na vacinação de indivíduos com história anterior de infecção ou com anticorpo detectável pelo SARS-CoV-2.

Além disso, também pontua que a campanha de vacinação contra a influenza vai coincidir com a da COVID-19 para pessoas contempladas no grupo prioritário. Nestas situações, é importante que seja priorizada a administração da vacina contra a COVID-19 e depois deve-se agendar a vacina contra a influenza, respeitando o intervalo mínimo de 14 dias entre as vacinas.

É sempre fundamental a busca de ajuda médica, principalmente do reumatologista para que a indicação da vacina seja feita de forma adequada, individualizada, contemplando aspectos da doença e do tipo de tratamento realizado por cada paciente. No CREB você conta com uma equipe de reumatologistas que podem auxiliar.

A artrose não é uma doença somente da terceira idade

Uma das desordens articulares mais comuns, a artrose é uma das principais causas da incapacidade músculo esquelético e acomete em torno de 50% dos adultos com mais de 65 anos. Segundo o ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é um erro acreditar, no entanto, que essa doença ocorre apenas na terceira idade.

“A artrose também acomete aos mais jovens. E isso se dá porque as propriedades mecânicas da cartilagem articular atingem seu pico lá pelos 30 anos, e aí, sim, começam a se deteriorar, notadamente na região dos joelhos e quadris”, explica o ortopedista do CREB.

Ele explica que o nome artrose vem do grego artros e do latim ose, ou seja, articulação e desgaste e que com o passar dos anos, vamos perdemos a lubrificação da cartilagem e, então, “as dobradiças enferrujam”.

As principais causas da artrose

  • O envelhecimento natural ;
  • Movimentos repetitivos, que acabam promovendo desgaste (isso é muito comum em atletas profissionais);
  • Inflamações crônicas;
  • Fraqueza muscular;
  • Fatores genéticos;
  • Traumas em geral;
  • Exercícios de impacto
  • Sobrepeso e, claro, obesidade;
  • Infecções.

“A obesidade é, sim, uma grande inimiga da artrose. Cada quilo excedente pode exercer uma pressão extra de 4 quilos sobre os nossos joelhos. Então, um sujeito que tem 20 quilos acima do peso está vivendo com uma carga extra sobre os joelhos de nada menos do que 80 quilos”, finaliza o ortopedista do CREB, Clovis Munhoz.

O que é joanete

O joanete é denominação popular de uma deformidade do primeiro dedo do pé, chamado de hálux.  O hálux sofre um desvio em valgo, ou seja, se desvia em direção ao segundo dedo do pé, formando uma saliência óssea na base do primeiro dedo. 

Forma-se um joanete quando seu dedão do pé aponta para o segundo dedo do pé, forçando a articulação do dedão a ficar maior e projetada para fora.

Dentre os fatores de risco para formação do joanete, ocorre a influência do uso de sapatos de salto alto, assim como sapatos apertados ou de pontas estreitas. Outro fator de risco é a presença de doenças reumatológicas, tais como a artrite, que pode resultar em deformidades articulares, inclusive nas articulações dos pés. A presença de má formação congênita das articulações dos pés também pode ser um fator de risco para formação do joanete e a hereditariedade, ou seja, pessoas de uma mesma família que apresentam joanetes, também influencia o surgimento de novos casos.

Muitas vezes o joanete não leva a sintomas de dor. Resulta somente na presença da deformidade, o que dificulta o uso de calçados apertados ou de ponta fina. Dependendo do grau da deformidade, a forma de pisar pode estar prejudicada, sobrecarregando outras articulações, tais como o tornozelo, resultando na inflamação dessas articulações.  Em alguns casos, a articulação do primeiro dedo pode inflamar, levando a dor no local do joanete, dificultando a caminhada.

Para o diagnóstico do joanete é necessário uma avaliação ortopédica, onde através do exame físico observa-se o aspecto da deformidade. O raio-x auxilia na avaliação da deformidade, do desvio e do desgaste articular. O exame de baropodometria permite a avaliação da pisada e a avaliação da interferência do joanete na forma de pisar.

A fibromialgia é uma condição crônica real

É caracterizada pela dor generalizada nos músculos, articulações e tendões por todo o corpo. Para pessoas que vivem com fibromialgia, dores articulares e dores difusas pelo corpo são uma realidade quotidiana. Não há causa conhecida para doença,em alguns pacientes, vemos alguns eventos desencadeantes, tais como um trauma físico ou até mesmo um trauma psicológico. Esses eventos podem estar associados ao início de alguns sintomas da doença, tais como:

  •   Dores articulares difusas
  •   Dores musculares difusas
  •   Síndrome do intestino irritável.
  •   Fadiga
  •   Problemas de memória.
  •   Insônia
  •   Sono não restaurador
  •   Depressão.
  •   Dores de cabeça.
  •   Dormência e formigamento em braços e pernas.

Para o diagnóstico de Fibromialgia, história médica e exame físico, são fundamentais. O primeiro passo é excluir outras condições que podem causar dores articulares. Muitas doenças reumatológicas podem apresentar sintomas semelhantes a Fibromialgia, tais como artrite reumatóide, lúpus e doenças inflamatórias musculares.

Um das características da Fibromialgia são a presença de “ tender points” , ou “ pontos de gatilho” presentes na musculatura e em articulações. Porém tal característica está presente em somente em 20% dos pacientes, logo não fazem mais parte dos requisitos diagnósticos para fibromialgia.

Para o tratamento, além de medicações específicas, é necessário modificações no estilo de vida. Atividades de baixo impacto, como hidroterapia e pilates auxiliam no controle da dor. A hidroterapia, realizada em piscina aquecida, favorece o relaxamento e alongamento muscular O pilates auxilia no alongamento e fortalecimento dos músculos e articulações controlando os sintomas da doença. O aconselhamento psicológico é fundamental para ajudar no tratamento da depressão, associado a medicamentos, quando necessários.

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