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Suplementos de cálcio e vitamina D são suficientes no tratamento da osteoporose?

A osteoporose é uma doença do metabolismo ósseo caracterizada pela perda de massa óssea, enfraquecimento ósseo e fraturas. É uma doença silenciosa, pois não resulta em dor e desconforto articular, porém complica com fraturas principalmente no fêmur e coluna vertebral. Pode ser diagnosticada através de um exame chamado densitometria óssea.

A doença ocorre principalmente em mulheres na pós menopausa, homens à partir dos 70 anos de idade e são fatores de risco para doença: tabagismo, sedentarismo, etilismo, descendência asiática, história na família de osteoporose em parente de primeiro grau,  dieta pobre em fonte de cálcio, doenças da tireóide, doença intestinais disabsortivas (Doença Celíaca), doenças reumatológicas inflamatórias (Artrite Reumatóide), medicamentos (corticóides).

Embora o cálcio e a vitamina D tenham um papel importante no tratamento da osteoporose, eles não são suficientes quando usados ​​sozinhos. Eles devem ser usados ​​em combinação com um agente anti reabsortivo, tais como a classe de medicamentos denominados bifosfonatos.

Em quase todos os ensaios clínicos randomizados de agentes anti reabsortivos, os pacientes que tomaram esse tipo de medicação tiveram significativamente menos fraturas do que aqueles que tomaram apenas cálcio e vitamina D. Assim, concluímos que quando suplementados sozinhos não são adequados.

Você sabe o que é Poliartrite? Reumatologista do CREB explica

Você sabe o que é poliartrite? Como o próprio nome sugere, trata-se de uma artrite que acomete cinco ou mais diferentes articulações do paciente. A doença pode ser uma consequência de uma doença autoimune (como lúpus, artrite reumatoide ou febre reumática, entre outras) ou, ainda, por meio de vírus ou bactérias. Ombros, cotovelos, mãos, quadris e joelhos são as regiões mais afetadas, segundo o reumatologista e fisiatra Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A doença pode provocar dor, inchaço e calor

De acordo com o médico do CREB, a doença pode provocar no paciente acometido muita dor, quadro de inchaço, calor, rubor e até mesmo limitação ou incapacidade de movimento nas regiões atingidas:

  • Quanto mais cedo tratarmos, melhor. O tratamento é totalmente individualizado, e depende de uma série de fatores. O paciente costuma sentir muita dor, em diferentes locais do corpo, e sua qualidade de vida pode ser bem comprometida – diz o Dr. Eduardo.

O reumatologista e fisiatra explica que o tratamento prevê o uso de medicamentos específicos e fisioterapia. E que no CREB são utilizados com muito sucesso protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia e RPG. “Temos duas piscinas específicas e apropriadas para a prática de hidroterapia. A poliartrite tem cura e o tratamento devolve ao paciente a qualidade de vida perdida. Quanto mais cedo começarmos o tratamento, repito, melhor é”, finaliza ele.

Qual é a função da vitamina D? Ortopedista do CREB responde

Encontrada por meio de fontes animais (como no salmão, por exemplo), mas também em vegetais, a vitamina D é essencial na homeostase orgânica do ser humano. Segundo o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, essa vitamina atua de forma benéfica em vários órgãos alvos com tecido ósseo favorecendo sua mineração, músculo influenciado formação e função da musculatura periférica.

“Atua, também, de forma direta e indireta no pâncreas, diminuindo risco de resistência insulínica por consequência o risco da diabete melito”, complementa o Dr. Bruno. Segundo ele, é por meio do sol que se tem a maior fonte de produção da vitamina D.

“A deficiência da vitamina D está associada a riscos de acometimentos cardiovasculares, fratura do colo do fêmur, quedas e sarcopenia. Fica claro a importância do médico para orientação, adequação e manutenção deste potente elemento no dia a dia”, alerta o médico do CREB

Qual é a função do Fisiatra? Com certeza, você já precisou dele

Talvez você não ligue o nome à função, possivelmente nem saiba se já se consultou com algum médico desta especialidade. Mas é absolutamente possível afirmar que você já precisou de um fisiatra. O médico fisiatra é aquele especialista que atende pacientes de todas as idades, que estejam sentido algum tipo de dor regularmente, que pode até mesmo estar dificultando atividades do dia a dia.

Pacientes com dores na coluna, nas pernas, no ombro, no pescoço… são estes que devem procurar um fisiatra na busca do diagnóstico e do tratamento corretos. “O principal objetivo desta especialidade certamente é restabelecer as funções do movimento prejudicadas por doenças na coluna vertebral, músculo, tendões, ligamentos e o osso, que são parte do aparelho locomotor. Muitas vezes, trabalhamos associados a outros profissionais de saúde, incluindo médico, fisioterapeuta e terapeuta manual, entre outros”, explica Antônio D’Almeida, fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Fisiatria dá grande salto na Segunda Guerra Mundial

Criada nos anos 30 e inicialmente voltada para distúrbios do aparelho locomotor e sistema neurológico, a fisiatria deu um grande salto após a segunda guerra mundial justamente pela importância que alcançou tratando um enorme contingente de combatentes lesionados gravemente em batalha.

“O fisiatra trata de casos mais corriqueiros, como uma lombalgia, até lesões como sequelas de um derrame cerebral”, explica O Dr. Antônio, pontuando que a fisiatria é reconhecida como uma especialidade médica desde 1947, quando foi aprovada pela The American Board of Medical Specialties (Câmara Americana de Especialidades Médicas).

Com formação geral em medicina e especializada em medicina física e reabilitação, o fisiatra utiliza protocolos que incluem hidroterapia, acupuntura, RPG, pilates terapêutico, cinesioterapia e fisioterapia analgésica, Terapia por Ondas de Choque (TOC), reabilitação do movimento com toxina botulínica em pacientes pós acidente vascular cerebral e viscossuplementação para reabilitar e tratar a artrose de joelho (muitas vezes evitando cirurgia), para devolver ao paciente a mobilidade, amplitude articular e a qualidade de vida alterada.

“O fisiatra trata de seus pacientes olhando-os como um todo, não apenas os sintomas apresentados. Entendemos o paciente como um indivíduo e temos um olhar amplo, para compreender o que ele tem e como pode recuperar sua saúde”, define o médico do CREB.

Existe relação entre artrite e dieta? Descubra como a alimentação pode ajudar no tratamento da doença

A ingestão demasiada de alimentos calóricos pode afetar o seu peso, isso todo mundo sabe. Mas é importante saber, também, que suas articulações também sofrerão com o excesso de peso. “Tem gente que diz que comida é remédio, mas será que a dieta correta poderia ajudar a aliviar a dor e a rigidez da artrite?

Possivelmente sim. Nenhuma dieta específica trata a artrite, mas isso não significa que a comida não possa influenciar as articulações. É sabido que alergias alimentares podem causar sintomas, tais como dor, fadiga e irritação na pele. Logo podemos também observar uma relação entre a dieta e os sintomas articulares”, argumenta a reumatologista Isis Dutra, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo a médica do CREB, há alimentos que ajudam a combater, de forma natural, inflamações. A Arthritis Foundation, por exemplo, sugere a utlização de elementos nutricionais básicos para combater a inflamação e manter articulações saudáveis, independentemente do tipo dieta que o paciente segue.

Artrite: Dicas de alimentação

A reumatologista do CREB recomenda uma alimentação rica em frutas e vegetais. Ela sugere que o paciente opte por vegetais ricos em vitamina K, como espinafre, couve e brócolis. “Se você estiver tomando a varfarina, converse com seu médico antes de começar a adicionar mais alimentos ricos em vitamina K à sua dieta.

Desfrute de mais produtos ricos em vitamina C, como frutas cítricas. Coma frutas vermelhas e roxas, como cerejas.Coma grãos integrais, como pão integral e arroz integral. Esses alimentos ricos em fibras ajudam você a perder peso. E comer mais fibra pode ajudar a reduzir a inflamação. Coma mais peixe, especialmente peixes gordurosos, como salmão e atum. Considere um suplemento de óleo de peixe se você não se importa com o sabor do peixe.

Energize-se com proteínas vegetais, como feijão, soja e nozes. Opte por óleos vegetais, como o azeite, no lugar da manteiga. E não se esqueça de incluir produtos lácteos com baixo teor de gordura, como leite desnatado, iogurte e queijo, para ossos fortes e saudáveis. Comer uma variedade de alimentos saudáveis ​​pode ajudar bastante a melhorar sua saúde – e seus sintomas articulares”, ensina ela.

Dietas populares que ajudam no controle dos sintomas da artrite

A Dra. Isis destaca duas dietas bem populares, que podem ajudar no controle dos sintomas da doença: a dieta mediterrânea e a dieta sem glúten:

“A dieta mediterrânea inclui alimentos como peixe, grãos integrais, legumes, frutas e gorduras saudáveis, como azeite e nozes. Seguir uma dieta rica em óleos vegetais e peixe pode melhorar a dor e a rigidez das articulações. Essa dieta também previne problemas cardíacos pois reduz a inflamação.

Já a dieta sem glúten restringe uma proteína encontrada no trigo, centeio e cevada. A sensibilidade ao glúten pode ser mais comum em pessoas com psoríase e nessas pessoas pode ativar o sistema imunológico e resultar em sintomas álgicos nas articulações. A eliminação do glúten pode aliviar os sintomas álgicos nos pacientes com artrite psoriática. Se você não tem alergia ou hipersensibilidade ao glúten, esta dieta provavelmente não o beneficiará”, explica ela.

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