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Fumante tem mais chance de sentir dor lombar

Fumantes – especialmente os mais jovens – têm maiores chances de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. È o que garante uma pesquisa do Finnish Institute of Occupational Health, publicada no American Journal of Medicine, que analisou profundamente 40 diferentes estudos de várias partes do mundo, de 1966 a 2009, que relacionaram dores lombares, fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram.

Os cientistas chegaram a conclusão de que há uma associação clara entre o fumo e a dor, apesar dos dados não provarem efetivamente que o tabagismo leva à dor nas costas.

  • Não se sabe exatamente qual é a relação entre o ato de fumar e a dor nas costas, mas acredita-se que há uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, que há um risco mais alto de osteoporose e que há circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes – explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Crianças e jovens devem prevenir problemas na coluna

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial sentiram, sentem ou sentirão dores nas costas em algum momento de suas vidas. Nem as crianças estão fora dessa estatística tão alarmante, o que torna ainda mais importante os cuidados com a saúde da coluna dos pequenos.

Um dos grandes vilões dos problemas de coluna em crianças e jovens é o peso das mochilas escolares. O certo é que esse peso jamais ultrapasse 10% do peso de quem carrega a mochila, o que parece impossível com a quantidade de livros e cadernos que é preciso levar diariamente para a escola.

Mas não é apenas o excesso de peso na mochila que preocupa. Uma simples brincadeira de pais e filhos – rodar a criança segurando-a pelas mãos ou antebraços – pode se transformar em um grande problema. O alerta é da ortopedista pediátrica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dra. Flávia Junqueira:

  • Essa inocente brincadeira pode provocar uma luxação ligamentar no cotovelo, que provoca dores e pode até fazer com que a criança não movimente provisoriamente o braço. Esse movimento é perigoso pois pode provocar uma pronação dolorosa, que é um pequeno deslocamento da cabeça do rádio em relação ao ligamento anular no cotovelo. A criança sente dor e é preciso ir ao ortopedista para que ele faça uma redução. É um procedimento simples, mas que deve ser feito por pessoas treinadas – explica ela.

A médica do CREB diz que a escoliose também tem levado muitas crianças ao consultório de especialistas. Trata-se de um desvio na coluna, que tem muito a ver com vícios de postura. Ao menor sinal de dor, diz a Dra. Flávia, é preciso procurar um especialista.

  • Os pais podem fazer um teste bem simples para perceber se há algum problema com seu filho. Basta colocar a criança em pé, de forma ereta, e medir a altura de cada um dos ombros para ver se há algum desnível. Outro teste simples e pedir para a criança levar o tronco para frente, com os braços soltos, e visualizar se assim foi formada alguma deformidade nas costas. Mas procurar um especialista para uma avaliação é muito importante – finaliza ela.

Aconselhamento psicológico no CREB ajuda pacientes a lidar com a dor

“Cada um vive uma determinada situação de um jeito, mas a forma em que se experiência esta situação é o que pode deixar algum tipo de estresse. Sabemos que muitas vezes uma situação traumática para um, pode ser apenas um evento passageiro para outros. Porém quando vivemos a briga com o cônjuge, com o filho ou no trabalho como uma experiência difícil, sem conseguir controlar o nosso sentimento, esta briga pode gerar um sofrimento posterior grande. E este sofrimento poderá aparecer de diversas formas, sendo uma delas as dores no corpo e em especial a dor na coluna”.

É o que afirma a psicóloga Daniela Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a única clínica de reumatologia e ortopedia que oferece gratuitamente aconselhamento psicológico para seus pacientes. A atividade é oferecida há mais de um ano e tem sido um sucesso para quem a utiliza. “A dor que sentimos por consequência de alguma doença pode ser até mesmo incapacitante e nos gerar um grande estresse, piorando o quadro apresentado. Por isso, poder desabafar, falar do que sentimos, dividir esse peso com alguém é fundamental e ajuda muito a superarmos as dificuldades”, afirma a psicóloga;

Daniela Maleh pontua que muitas vezes a forma de lidar com a dor psíquica é tão difícil que sem querer jogamos estas dores para o corpo, ou seja, somatizamos. “Dependemos de como absorvemos, agimos e reagimos às situações do cotidiano, o estresse emocional pode ser, por exemplo um dos causadores de dores na coluna. Precisamos estar atentos a esta questão, e a melhor forma é buscar se conhecer melhor”, garante. Mais informações na recepção da clínica ou pelo telefone 21 – 3182-82

Dormir bem é fundamental para a sua qualidade de vida

Você já se deu conta de que praticamente um terço de sua vida é passado sobre um colchão? Afinal, dormimos, em média, oito horas por dia, e a verdade é que uma noite mal dormida traz mau humor, dor na coluna e de cabeça, indisposição e cansaço. Por isso, prestar atenção ao colchão é fundamental para a qualidade de seu sono e, consequentemente, para a sua qualidade de vida.

  • Enquanto dormimos, nosso corpo produz seratonina, substância P e melatonina. Tratam-se de substâncias que provocam bem-estar e agem como filtros do nosso organismo a situações de estresse e de ansiedade. Durante o sono, nós aumentamos nossa capacidade de produção de defesas e nutrientes para nosso corpo. Quem dorme bem tende a ter mais saúde – garante o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF).

O Dr. Haim diz que a partir do nosso nascimento até os cinco anos de idade, é durante o sono que as crianças crescem. Isso acontece entre as 20 e 24 horas. O mesmo acontece com crianças a partir dos 10 anos, mas a atividade ocorre entre as 22 e 2 horas.

  • É preciso de, em média, sete horas de um sono bom todos os dias. O mais importante, entretanto, não é a quantidade de horas dormidas, mas sim a qualidade do sono. Seis horas de uma noite bem dormida é muito melhor que oito horas de uma noite mal dormida. Entre as 22 horas e 2 horas, atinge-se a maior profundidade do sono. Numa escala de 1 a 5, que são os níveis do sono, é nesta fase que se atinge a escala 5 – afirma ele.

O médico do CREB afirma que o colchão ortopédico, duro, não é mais utilizado nem recomendado.

  • Não é a gente que tem que se moldar ao colchão, mas sim o contrário. O colchão precisa ser firme porém macio. E adequado ao seu peso. Pode ser de espuma ou de molas individuais porque o colchão de molas com tela metálica não possibilita a distribuição homogênea do peso do casal – orienta.

Jogar videogame pode ser ótimo para a qualidade de vida

Ficar diante de um videogame por horas de fato não é algo saudável. O jogador pode até estar se divertindo, mas sua coluna certamente não estará gostando nada da maratona. Mas você sabia que o videogame pode, ao contrário, pode ser um grande aliado da saúde?

  • É claro que não estamos falando de qualquer videogame, muito menos de seu uso por horas e horas, como muitos adolescentes e jovens costumam fazer. Mas os videogames que não utilizam fios nos controles e precisam de estímulos corporais, como pulos, passos de danças, socos e demais movimentos, podem, sim, ser um grande aliado da nossa qualidade de vida – garante o fisiatra Antonio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Já há alguns anos, por exemplo, o Departamento de Saúde do Reino Unido aprovou o uso do Wii, da Nintendo, como um game capaz de contribuir para a redução da obesidade infantil. No próprio CREB, antenado com o que há de mais moderno no tratamento de doenças musculoesqueléticas, o videogame é utilizado pela equipe de fisioterapeutas em diversos tratamentos.

  • A atividade, controlada, por um tempo aceitável, pode ser um excelente exercício físico. Muitos jovens sedentários passaram a praticar exercícios a partir desse videogame. E as melhores clínicas de reumatologia e ortopedia também passaram a utilizar esse recurso em seus protocolos de tratamento – garante o Dr. Antonio.

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