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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Orientação psicológica é oferecida gratuitamente nos tratamentos do CREB

Os tratamentos de doenças musculoesqueléticas são compostos, muitas vezes, em prescrição de medicamentos e fisioterapia, podendo contar com protocolos que incluem acupuntura, RPG e hidroterapia, entre outras técnicas. No CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – há mais um componente disponível nos tratamentos: orientação psicológica, que é oferecida gratuitamente para todos pacientes da clínica.

A dor pode ser um grito de alerta

  • Não podemos mesmo mensurar a dor da outra pessoa. Trata-se de algo muito pessoal. Mas todo tipo de manifestação ou queixa de dor precisa ser escutada, reconhecida e até mesmo acolhida. Esta dor pode ser uma espécie de grito de alerta, pouco importando ser física ou psicológica para a pessoa que a sente. O importante é que essa dor precisa ser tratada e aliviada – diz a psicóloga Fátima Silva, do CREB.

Fátima lembra que a dor pode gerar transtornos no dia a dia das pessoas, até mesmo interferindo negativamente na sua qualidade de vida. De acordo com a psicóloga do CREB, contar com apoio nessas horas é fundamental e faz toda a diferença.

  • Nosso objetivo é ajudar o paciente a lidar com aquela situação. Estamos aqui para ouvi-lo. O CREB entende essa necessidade e está preparado para ajudar seus pacientes nesse processo de tratamento e de compreensão – garante ela. Mais informações sobre o serviço de orientação psicológica do CREB podem ser obtidas na recepção da clínica ou pelo telefone 21 – 3182-8282.

Osteoporose acomete 10 milhões de pessoas no Brasil

A osteoporose é uma patologia extremamente prevalente no mundo. Estima-se que 200 milhões de pessoas apresentam esta doença (só no Brasil são 10 milhões de pacientes acometidos). Nos Estados Unidos, por exemplo, são contabilizadas anualmente duas milhões de fraturas, levando a diminuição da qualidade e expectativa de vida do indivíduo. Soma -se aos indicadores epidemiológicos o protagonismo nos casos de fraturas patológicas do idoso.

“Os fatores de riscos são, em sua grande maioria, modificáveis, como, por exemplo, tabagismo, sedentarismo, história familiar, falta de exposição ao sol. O ortopedista é um profissional importante neste cenário, podendo atuar na prevenção, diagnóstico e tratamento”, afirma o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Prevenção da osteoporose

O Dr. Bruno diz que para a prevenção da doença a orientação é prática regular de atividade física, inventário do cálcio na dieta, exposição ao sol e dinâmica diária para evitar quedas da própria altura. Ele pontua que há um exame, disponível no CREB, chamado densitometria óssea, que é utilizado para diagnóstico da doença (ao lado da história clínica e avaliação do paciente). “Além da orientação preventiva e o diagnóstico precoce, o médico pode ainda lançar mão de reposição de vitaminas e minerais, medicações antirreabsortivas, terapia hormonal e periodização de exercícios físicos”, complementa ele.

Saiba como dirigir em grandes congestionamentos

Se faz mal para o humor e provoca estresse, irritação e ansiedade, os grandes engarrafamentos – tão comuns nas metrópoles – também podem fazer mal à saúde dos ossos e músculos. De acordo com o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, permanecer sentado à frente da direção de um carro por um longo tempo sobrecarrega a musculatura e a estrutura óssea da região lombar das costas.

“Os engarrafamentos são cada vez maiores e mais constantes. Em grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, os horários de rush são cada vez mais extensos. Enfrentá-los cotidianamente pode provocar problemas na coluna, como uma lombalgia, por exemplo”, garante o ortopedista.

Como dirigir no trânsito

Além do estresse e da irritação, o que já é bastante prejudicial à saúde do motorista, o repetido movimento de troca de marcha pode causar tendinite nos punhos ou bursite na região dos ombros. Pisar no freio e na embreagem repetidamente pode causar dores no tornozelo e nas pernas.

Segundo o ortopedista do CREB, a melhor maneira de enfrentar os grandes congestionamentos é evitar movimentos bruscos com as pernas e ao longo do trajeto fazer movimentos lentos e graduais para os lados com o pescoço, o que promove uma melhor mobilização muscular e da articulação na região cervical.

“A verdade é que um congestionamento forte pode provocar consequências parecidas a uma longa viagem de avião. O motorista sofre com fadiga muscular e desgaste nas suas articulações. Uma atitude conveniente e saudável é parar o carro em um posto de gasolina para que se possa sair do carro e esticar as pernas por alguns minutinhos. Isso pode fazer a maior diferença”, garante o Dr. Marcio.

Existe relação entre artrite e dieta? Descubra como a alimentação pode ajudar no tratamento da doença

A ingestão demasiada de alimentos calóricos pode afetar o seu peso, isso todo mundo sabe. Mas é importante saber, também, que suas articulações também sofrerão com o excesso de peso. “Tem gente que diz que comida é remédio, mas será que a dieta correta poderia ajudar a aliviar a dor e a rigidez da artrite?

Possivelmente sim. Nenhuma dieta específica trata a artrite, mas isso não significa que a comida não possa influenciar as articulações. É sabido que alergias alimentares podem causar sintomas, tais como dor, fadiga e irritação na pele. Logo podemos também observar uma relação entre a dieta e os sintomas articulares”, argumenta a reumatologista Isis Dutra, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo a médica do CREB, há alimentos que ajudam a combater, de forma natural, inflamações. A Arthritis Foundation, por exemplo, sugere a utlização de elementos nutricionais básicos para combater a inflamação e manter articulações saudáveis, independentemente do tipo dieta que o paciente segue.

Artrite: Dicas de alimentação

A reumatologista do CREB recomenda uma alimentação rica em frutas e vegetais. Ela sugere que o paciente opte por vegetais ricos em vitamina K, como espinafre, couve e brócolis. “Se você estiver tomando a varfarina, converse com seu médico antes de começar a adicionar mais alimentos ricos em vitamina K à sua dieta.

Desfrute de mais produtos ricos em vitamina C, como frutas cítricas. Coma frutas vermelhas e roxas, como cerejas.Coma grãos integrais, como pão integral e arroz integral. Esses alimentos ricos em fibras ajudam você a perder peso. E comer mais fibra pode ajudar a reduzir a inflamação. Coma mais peixe, especialmente peixes gordurosos, como salmão e atum. Considere um suplemento de óleo de peixe se você não se importa com o sabor do peixe.

Energize-se com proteínas vegetais, como feijão, soja e nozes. Opte por óleos vegetais, como o azeite, no lugar da manteiga. E não se esqueça de incluir produtos lácteos com baixo teor de gordura, como leite desnatado, iogurte e queijo, para ossos fortes e saudáveis. Comer uma variedade de alimentos saudáveis ​​pode ajudar bastante a melhorar sua saúde – e seus sintomas articulares”, ensina ela.

Dietas populares que ajudam no controle dos sintomas da artrite

A Dra. Isis destaca duas dietas bem populares, que podem ajudar no controle dos sintomas da doença: a dieta mediterrânea e a dieta sem glúten:

“A dieta mediterrânea inclui alimentos como peixe, grãos integrais, legumes, frutas e gorduras saudáveis, como azeite e nozes. Seguir uma dieta rica em óleos vegetais e peixe pode melhorar a dor e a rigidez das articulações. Essa dieta também previne problemas cardíacos pois reduz a inflamação.

Já a dieta sem glúten restringe uma proteína encontrada no trigo, centeio e cevada. A sensibilidade ao glúten pode ser mais comum em pessoas com psoríase e nessas pessoas pode ativar o sistema imunológico e resultar em sintomas álgicos nas articulações. A eliminação do glúten pode aliviar os sintomas álgicos nos pacientes com artrite psoriática. Se você não tem alergia ou hipersensibilidade ao glúten, esta dieta provavelmente não o beneficiará”, explica ela.

Fumante tem mais chance de sentir dor lombar

Fumantes – especialmente os mais jovens – têm maiores chances de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. È o que garante uma pesquisa do Finnish Institute of Occupational Health, publicada no American Journal of Medicine, que analisou profundamente 40 diferentes estudos de várias partes do mundo, de 1966 a 2009, que relacionaram dores lombares, fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram.

Os cientistas chegaram a conclusão de que há uma associação clara entre o fumo e a dor, apesar dos dados não provarem efetivamente que o tabagismo leva à dor nas costas.

  • Não se sabe exatamente qual é a relação entre o ato de fumar e a dor nas costas, mas acredita-se que há uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, que há um risco mais alto de osteoporose e que há circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes – explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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