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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Reabilitação, no CREB, é coordenada por fisiatras

A Reabilitação, no CREB, é coordenada por fisiatrasUm corpo médico e técnico altamente especializado, focado em um atendimento humanizado, e tecnologia de ponta disponível, como raio-x digital e modernos aparelhos de ultrassonografia, entre outros, explica, em parte, o sucesso que o CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – alcança, no tratamento de seus pacientes. Somado a isso está uma filosofia de trabalho que é uma “marca” da clínica: quando se fala em reabilitação, é preciso perceber o paciente como um todo.

“Muitas vezes, a dor do paciente está localizada no joelho, mas sua origem está, por exemplo, na coluna lombar ou até mesmo nos pés. O grande diferencial do CREB é que nós exercemos a reabilitação olhando o paciente como um todo. Olhar apenas para o local da dor pode gerar muitos erros de diagnóstico e, conseqüentemente, de tratamento. Por isso, o programa de reabilitação do CREB é dirigido por fisiatras, ortopedistas e reumatologistas, que supervisionam todo o trabalho realizado pela equipe de fisioterapia”, explica o Dr. Antônio d’Almeida, fisiatra da clínica.

Para exemplificar o rumo que essa coordenação de médicos dá ao trabalho de reabilitação do CREB, o Dr. Antônio d’Almeida cita a “Escola de Postura”, uma exclusividade da clínica. “Temos reuniões científicas com toda a equipe, em nosso auditório. Há muita troca de informações e essa coordenação médica dá aos fisioterapeutas a segurança de contar com um apoio que vai além da área de competência deles. A partir desta troca, por exemplo, criamos no CREB a ‘Escola da Postura’: reunimos no nosso auditório pacientes e pessoas da comunidade para falar dos erros mais freqüentes do dia-a-dia, que causam problemas para a nossa coluna. Damos dicas e tiramos muitas dúvidas e os resultados são excelentes”, conta o médico.

Dr. Antônio destaca, ainda, que o CREB é uma das poucas clínicas de reabilitação onde o paciente encontra, no mesmo local, fisiatras, ortopedistas, reumatologistas, fisioterapeutas, e toda a estrutura para a prática de protocolos de reabilitação , como de hidroterapia, RPG, Pilates,  acupuntura, terapias manuais, TOC ( Terapia por Ondas de Choque), etc. – todo esse trabalho é supervisionado ou realizado por fisiatras.

– Em 30 anos de medicina, posso dizer claramente que essa visão do paciente como um todo, que praticamos aqui no CREB, faz toda a diferença. Alcançamos resultados fantásticos: nossos índices de sucesso em tratamentos de dores na coluna, por exemplo, são os mesmos alcançados internacionalmente, nos grandes centros médicos. Mas a melhor resposta que temos, indiscutivelmente, é a melhora dos pacientes que nos procuram e nos indicam para seus familiares e amigos – finaliza o Dr. Antônio d’Almeida, do CREB.

Salto alto e bico fino, alto risco para as mulheres

Salto alto, alto riscoA executiva de marketing, Valéria Oliveira, trabalha de dez a doze horas por dia e, por conta do seu trabalho, é obrigada a usar sapatos de salto alto e de bico fino todos os dias. Nos finais de semana, repete a dose ao passear em shoppings e freqüentar restaurantes, cinemas e festas. Valéria diz que não consegue mais sequer calçar um chinelo ou mesmo um tênis, em suas horas de folga. “Me acostumei com o salto alto. Quando não uso, parece que está faltando algo”, diz ela.

Valéria não está só. Muitas mulheres adotam o salto alto e bico fino como o calçado do dia-a-dia, em busca de charme e elegância, mas estão pagando um preço muito alto por isso: dor constante e problemas generalizados, que vão dos dedos dos pés à coluna lombar. Segundo o médico fisiatra do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dr. Haim Maleh, mulheres que utilizam sapatos de salto alto e bico fino por longos e constantes períodos dificilmente escapam deste quadro:

– Todos temos um eixo central, que nos dá equilíbrio. Quando uma mulher utiliza um sapato de salto alto, ela necessariamente altera este eixo porque força o posicionamento do pé para frente. Esta má posição e o desconforto do próprio sapato, cujo bico fino aperta os dedos dos pés, provocam uma série de problemas em seqüência – alerta o Dr. Haim.

Os problemas começam no ante-pé – a chamada cabeça dos metatarsos. “Quando andamos normalmente, o corpo distribui o peso e a pressão por igual, em todo o pé. Mas ao usar o sapato de salto alto, o pé fica sempre inclinado e a força recai sobre essa região. Ela poderá ter uma lesão da cabeça da metatarso”, explica o médico, lembrado que a metatarsalgia ocasiona dor e calosidade no local. Já o bico fino é o responsável por outro problema bem sério – e extremamente comum entre mulheres que o adotam com alta freqüência: como os dedos são comprimidos e ficam sobrepostos um sobre os outros, cria-se um quadro de halux valgo, popularmente conhecido como joanete. “Há casos até de cirurgia, embora o tratamento deverá sempre iniciar-se de forma clínica”, conta Dr. Haim.

Não é só: como o pé fica constantemente inclinado, essa posição força a panturrilha, predispondo uma tendinite. Muitas mulheres acreditam que o uso do salto alto fortalece a panturrilha, dando mais firmeza e beleza à batata da perna. “A musculatura não pode ficar tensionada o tempo todo. É preciso relaxar, mas o salto alto não permite. Com o tempo, pode aparecer uma lesão no tendão”, diz ele. O médico alerta que o uso do salto também força a lordose, causando lesões na musculatura da região lombar, provocando dores na coluna, pode causar problemas nos joelhos e ainda pode provocar varizes, pois a pressão na planta do pé diminui o retorno venoso, alterando a circulação.

Mas o que fazer se o cotidiano profissional de Valéria Oliveira, por exemplo, a obriga a usar sapatos de salto alto diariamente? O Dr. Haim Maleh dá algumas dicas para minimizar o problema, mas o ideal é mulheres como Valéria procurarem um médico para uma avaliação e um trabalho de prevenção.

– O ideal é diminuir drasticamente o uso do salto alto e bico fino. Se não for possível, a mulher pode optar por ir e voltar do trabalho de tênis, calçando o sapato alto apenas ao chegar no escritório. E lá, a cada duas horas, deve ao menos tirar o sapato por 20 minutos. Também ensinamos alongamentos específicos, fáceis de fazer, que devem ser repetidos na hora de acordar e ir dormir, por apenas cinco minutos – enumera o médico do CREB.

Expectativa de vida mais alta, qualidade de vida melhor

Nos últimos 50 anos, a expectativa de vida no Brasil cresceu nada menos do que 20 anosNos últimos 50 anos, a expectativa de vida no Brasil cresceu nada menos do que 20 anos. De acordo com o IBGE, em 2005 a expectativa de vida dos brasileiros era de 68,2 anos e das brasileiras 75,8 anos e as projeções indicam que essa expectativa de vida chegará aos 80 anos em 2040. Não é apenas o avanço da medicina e a alta tecnologia disponível que explicam esse quadro. A consciência em busca de uma melhor qualidade de vida e, mais do que isso, a busca pela prevenção também contribuem para que o povo brasileiro viva mais e melhor.

“O tema qualidade de vida virou moda e isso é muito positivo. As pessoas já começam a se preocupar, por exemplo, em se alimentar melhor e a buscar atividade física”, afirma o médico fisiatra do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo , Dr. Haim  Maleh. Ele conta que atende inúmeras pessoas que o procuram para, por exemplo, eliminar uma dor no ombro, joelho ou na coluna, mas que solicitam tratamentos de prevenção para futuros problemas. “E está enganado quem pensa que apenas pessoas idosas buscam isso. Atendo muitas pessoas jovens que já têm essa consciência”, afirma o Dr. Haim.

Segundo ele, há hoje vários protocolos de tratamento utilizados para a prevenção de dores e problemas reumatológicos, fisiátricos e traumo-ortopédicos. “No CREB oferecemos a hidroterapia, em piscina aquecida, acupuntura, RPG, Pilates e outras opções que aliviam a dor e o possível processo de inflamação, ajudam no tratamento e também previnem problemas futuros. Quando necessário, incluímos em alguns desses protocolos medicação. Os resultados são clinicamente muito satisfatórios. E de fato empolgantes”, avalia ele.

– As pessoas já se preocupam, hoje, com sua taxa de colesterol, próstata e mama, por exemplo. E sabem que a falta de atividade física é muito prejudicial à saúde. O fisiatra é o médico que avalia o biotipo, possíveis alterações ou doenças do aparelho locomotor, isto é, dos pés, joelhos, ombros e coluna vertebral, e preescreve o tipo e a freqüência de atividade física e os cuidados próprios para se encontrar a qualidade de vida desejada.É preciso estar bem orientado para praticar de forma saudável exercícios e as atividades do dia-a-dia. Tivemos grandes avanços na medicina, que nos permite diagnosticar precocemente várias doenças, mas esse interesse em viver melhor definitivamente faz a diferença. Temos excelentes meios de alcançar isso – finaliza o médico fisiatra do CREB, Dr. Haim Maleh.

É preciso estar pronto para praticar atividade física

Praticar atividade física, um bem à saúdeO Brasil está mais obeso. Esta é a principal constatação do “Mapa da Saúde do Brasileiro”, uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, com base em 54 mil entrevistas, que apontou um crescimento nos índices de pessoas com excesso de peso: em 2006, 11,4% dos entrevistados tinham índice de massa corporal (IMC) acima ou igual a 30 (obesidade), enquanto em 2007 esse percentual subiu para 12,9%. Por outro lado, a pesquisa revelou que os hábitos alimentares estão mais saudáveis. O índice de pessoas que comem carne com excesso de gordura caiu de 39,2% para 32,8%.  E o índice de pessoas que praticam atividades físicas subiu, de 14,9% para 15,5%. Quase um terço da população, 29% segundo a pesquisa, entretanto, nenhuma atividade física pratica.

– A atividade física é fundamental para todos, não só para aqueles que têm alto índice de massa corporal. Ela é benéfica para as articulações em geral, para a saúde cardiovascular, para o controle da diabetes e até contra a depressão. Eu diria que realizar atividades físicas é fundamental para a saúde da pessoa – alerta o Médico Ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e membro da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva, Dr. Rodrigo Kaz.

Segundo o Dr. Rodrigo Kaz, o exercício físico deve ser regular. Mas aqueles que estão sedentários – e principalmente os com aumento de peso – devem ter cuidado na hora de ir ou voltar para uma academia, para uma natação ou qualquer prática de esportes. “Uma atividade física pode aumentar o impacto do peso do corpo de três a cinco vezes. É uma carga muito grande, com grandes chances de lesão, como ruptura do tendão, ligamentos e contraturas musculares, entre outros. É preciso, antes de tudo, avaliar essa pessoa. E orientá-la para evitar problemas”, explica o médico.

Chama-se “Avaliação Ortopédica e Fisiátrica Pré-Participação Física” a avaliação que o médico ortopedista fará com a pessoa que, sedentária e/ou obesa, quer se dedicar aos exercícios físicos. “É como um programa de prevenção de possíveis lesões. Fazemos uma avaliação clínica e utilizamos exames de imagens. Percebemos como está a postura da pessoa, avaliamos desvios angulares de joelhos e pés, a pisada, o tipo de pé, desgastes articulares, entre outros itens. De acordo com o diagnóstico, podemos recomendar  reabilitação física -fisioterapia, acupuntura, pilates, RPG e a hidroterapia, que é uma grande aliada. É como um grande trampolim para que a pessoa, aí sim, saudável e pronta, vá buscar uma atividade física regular”, explica o médico do CREB.

– Uma pessoa sedentária não tem as articulações, os tendões e os músculos preparados para a atividade física. E uma pessoa acima do peso pode até suportar o seu peso no dia-a-dia, mas uma atividade física regular e intensa pode trazer sérias lesões. O que a gente procura fazer com esta “Avaliação Ortopédica e Fisiátrica Pré-Participação Física” é uma estratificação do risco de lesão ortopédica do paciente. Muito rapidamente, ele estará pronto, e com saúde, para ir para uma academia, por exemplo”, finaliza o ortopedista Rodrigo Kaz. 

Para mais informações sobre esse assunto, ligue para o CREB – (21) 3182-8282. Teremos o prazer em lhe atender.

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