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Ortopedistas do CREB participam de cirurgia inovadora no Rio de Janeiro

Os ortopedistas do CREB ( Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo), os Drs. Luiz Humberto Araújo da Silva e Marcos Cockrane, foram os protagonistas de uma cirurgia inovadora de artoplastia total de joelho (colocação de prótese).

A cirurgia aconteceu no Hospital da Força Aérea do Galeão (HFAG), no Rio de Janeiro, teve o Dr. Luiz Humberto como cirurgião e o Dr. Marcos como primeiro auxiliar, e o resultado foi um sucesso. A inovação foi a escolha de uma prótese sem uso de cimento ósseo, cuja colocação foi guiada por um computador chamado navegador.

“Fizemos uma cirurgia reconstrutiva da articulação em virtude da perda de cartilagem do joelho do paciente. Foi como se fizéssemos um recapeamento da superfície articular. Normalmente, se utiliza o cimento ósseo para fixar a prótese no osso. Neste caso, fizemos algo novo, que foi optar por não utilizar o cimento ósseo. Usamos um composto de trabeculado metálico. O osso se conecta com o.metal e vira uma coisa só”, explicou o Dr. Marcos.

De acordo com o Dr. Luiz Humberto, a grande inovação desta cirurgia foi associar a prótese sem cimento ósseo ao uso do computador navegador, que calcula milimetricamente a posição da prótese . “O navegador permite que se coloque a prótese de maneira 100% fidedigna. Não há erro algum de posicionamento. Isso foi inovador. E a escolha da prótese sem cimento ósseo foi importante porque dura mais que a prótese cimentada em até 10 anos. Isso e excelente para pacientes mais jovens, que precisam da cirurgia e assim podem evitar uma revisão mais cedo”, disse ele.

A cirurgia foi considerada um sucesso. “De imediato, a intervenção foi um sucesso. Vamos acompanhar a reabilitação do paciente”, pontua o Dr. Marcos. Vale destacar que ambos ortopedistas do CREB participaram de um curso em Grenoble, na França, para se capacitarem para esta cirurgia.

Com tecnologia da Nasa, Game Ready pode ser utilizado por todos no CREB

O Game Ready é um aparelho de ponta, que ajuda no tratamento de problemas físicos diversos, por meio de uma tecnologia desenvolvida pela Agência Aeroespacial dos Estados Unidos, a Nasa. Utilizado nos atletas mais famosos do mundo na recuperação de lesões ortopédicas, o aparelho ficou conhecido depois que foi usado por Gabriel Jesus, quando lesionado, que postou foto utilizando-o enquanto disputava uma partida de videogame.

Embora utilizado pelos atletas mais bem pagos do mundo, o aparelho está á disposição de todos no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Vale ressaltar que apenas um médico especialista poderá indicar o uso do aparelho, após exame clínico e físico. “Oferecemos o acesso a essa tecnologia avançada a qualquer um. Basta que um médico faça o diagnóstico e aponte a necessidade do uso do Game Ready. Temos o utilizado no CREB com muito sucesso”, afirma o ortopedista Clovis Munhoz, do CREB e professor de Ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Como funciona

“O aparelho esfria e comprime ao mesmo tempo a área lesionada. Utilizamos para lesões musculares e problemas ortopédicos. Também é uma excelente opção para o pós-operatório. O Game Ready é controlado por um microprocessador e é alimentado por gelo, repassando a água fria por meio de pressão pneumática em um cabo, até sua extremidade. É como um manto, que envolve a região afetada, diminuindo o edema. Há uma combinação da pressão e da temperatura fria da água em movimento constante, o que estimula a circulação de sangue a fundo no local afetado”, explica o ortopedista do CREB.

Ultrassonografia oferece vantagens sobre outros exames de imagem

É muito comum que seu médico peça uma exame de imagem durante a investigação de dores relacionadas ao sistema musculoesquelético, tais como ossos, músculos, cartilagens, tendões, ligamentos e articulações. Exames de imagem podem ajudar – e muito – ao médico descobrir a causa subjacente. Há vários exames de imagem que auxiliam o estudo dos problemas osteoarticulares, entre os quais raios-X, tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM) e a ultrassonografia (USG).

A ultrassonografia oferece algumas vantagens sobre os demais exames, aponta o Dr. Estevão Vargas, médico radiologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Esse exame geralmente é indicado para investigação de problemas nos tendões, ligamentos e bursas, bem como para avaliação de artrite e lesões musculares.

  • Trata-se de um exame não invasivo, isento de radiação e capaz de identificar a localização da dor de um paciente e correlacioná-la a um problema com uma estrutura específica naquele local. O ultrassom também permite uma avaliação dinâmica do problema, ou seja, serve para avaliar o que acontece com a estrutura osteoarticular durante o movimento, o que geralmente não é possível com outros exames de imagem – explica o médico do CREB.

Segundo ele, a ultrassonografia também é utilizada usado para orientar a infiltração de medicamentos nos tendões e articulações, tal como o corticosteroide ,garantindo que a agulha seja colocada no local correto.

  • No caso das artrites, a ultrassonografia permite a visualização da inflamação dentro da articulação, no momento do exame, por meio de uma técnica chamada Powerdoppler. Isso permite diferenciar outros possíveis problemas não inflamatórios que podem acometer as articulações. É um exame útil para o diagnóstico e acompanhamento das principais causas de artrite, dentre elas artrite reumatóide, artrite psoriásica, artrite juvenil e artrite pós-chikungunya – pontua o Dr. Estevão.

TOC pode ser utilizado com excelente resposta para Síndrome do Piriforme

O piriforme é um músculo da região do quadril, localizado próximo ao nervo ciático. Eventualmente, pode causar sua compressão, o que traz dor no local, que pode irradiar para a perna. Trata-se da Síndrome do Piriforme, que tem tratamento e a cirurgia raramente é necessária.

Segundo o professor de Ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o hábito de passar grande parte do dia sentado, a prática exagerada de exercícios para os glúteos, variações anatômicas, presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o movimento livre do nervo e alterações intrapélvicas são os principais fatores associados ao surgimento da Síndrome do Piriforme.

  • Podemos solicitar ultrassonografia, raio-X e ressonância magnética, além da eletroneuromiografia, que pode apresentar as alterações funcionais específicas da doença. Mas como há um desequilíbrio e fragilidade muscular da região afetada, temos no CREB um moderno exame chamado Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada, que é um exame preciso, indolor e que indica qual músculo ou grupo muscular está hipotônico e deve ser fisicamente reabilitado. Por meio da avaliação médica, com a história e o exame físico, o médico irá afastar a possibilidade, muitas vezes associada, de compressão, que pode ser oriunda da coluna – explica o médico.

Ele afirma que no CREB são utilizados protocolos que incluem hidroterapia, pilates terapêutico, eletroterapia e acupuntura, o que agiliza o tratamento e ajuda a eliminar a dor do paciente. Além disso, também está disponível na clínica o Tratamento Por Ondas de Choque (TOC), com três a cinco sessões, o que traz uma excelente resposta.

Avaliação isocinética está disponível para qualquer pessoa

A Avaliação isocinética dos membros inferiores tem sido muito utilizada por atletas de alto rendimento como uma ferramenta preventiva contra lesões. O exame, que ajuda na correção de desequilíbrios musculares, está disponível no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – para todos. Não é, definitivamente, um exame apenas para atletas profissionais. Pelo contrário.

  • Não são apenas atletas de alto rendimento que devem realizar esse exame. Esportistas em geral ou pessoas que começarão a praticar uma atividade física regular devem realizar o teste para correção de desequilíbrios musculares. A avaliação isocinética está disponível para todos. É importante lembrar que para uma correta e objetiva reabilitação física, pacientes em pós operatório de membros inferiores e mesmo superiores, e pacientes com artrose de joelho, coxo femural, entre outras doenças, devem realizar essa avaliação – explica o professor de ortopedia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo.

O ortopedista usa como exemplo a pessoa que pratica corrida de rua regularmente. Trata-se de uma atividade de fácil acesso e simples, é verdade. Mas é sempre importante ter consciência e tomar certos cuidados:

  • Há uma relação agonista/antagonista do joelho em corredores de rua, e uma alteração pode provocar doenças como tendinite patelar, condromalácia e lesões musculares. O exame torna-se fundamental para evitar esses problemas. Quem joga vôlei ou handball, por exemplo, pode sofrer uma possível entorse de joelho e lesões menisco-ligamentares, tão comuns entre mulheres praticantes desses esportes. O exame é muito importante para prevenir esses problemas a partir do momento que se corrige desequilíbrios musculares – acrescenta o Dr. Munhoz.

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