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Epicondilite: maior causa é o esforço repetitivo

Epicondilite é o nome da inflamação, dor ou sensibilidade na região do epicôndilo lateral ou medial do úmero, o osso do braço. Sua causa mais comum, afirma Clovis Munhoz, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e diretor médico do Vasco da Gama, se relaciona a esforços repetitivos. “A sobrecarga de movimento, em um simples jogo de tênis, por exemplo, pode levar à epicondilite lateral. Por isso a epicondilite também é conhecida como cotovelo de tenista. Já a flexão repetitiva do punho durante um jogo de golfe pode causar a epicondilite medial, que ganhou o nome de cotovelo de golfista.”, explica ela.

Segundo o médico do CREB, não são apenas esportistas que estão sujeitos a este problema. Profissionais como dentistas, músicos e usuários de computadores também podem apresentar o quadro devido ao esforço repetitivo. “Quem sofre deste quadro geralmente se queixa de dor na área próxima ao epicôndilo lateral ou medial, podendo esta se irradiar para cima ou para baixo. A dor também pode aparecer durante movimentos do punho ou da mão, como o ato de abrir uma maçaneta, carregar uma maleta ou sacola pesada ou aperto de mãos. Eventualmente pode haver inchaço no local”, explica ele.

Evitar os esforços repetitivos é o primeiro passo na prevenção da epicondilite. “Quem utiliza computador, por exemplo, deve descansar por 15 minutos a cada duas horas trabalhadas. Alongamentos são importantíssimos e é preciso estar atento à ergonomia do local de trabalho”, diz o Dr. Clovis Munhoz. Segundo ele, a prática de exercícios regulares é muito importante porque o fortalecimento muscular pode ajudar na prevenção.

Em casos iniciais e agudos, o tratamento prevê repouso relativo, deve-se evitar o movimento repetitivo e há uso de medicamentos anti-inflamatórios, além de termoterapia (quente ou fria). Pode ser recomendado o uso de uma cinta para o antebraço, utilizada logo abaixo do cotovelo. Em casos crônicos, a reabilitação inclui fisioterapia. “A pessoa deve procurar um especialistas imediatamente, que prescreverá o melhor tratamento”, diz o ortopedista.

– Atualmente, além da fisioterapia analgésica, acupuntura e outros métodos de reabilitação física, contamos no CREB com a TOC – Terapia por Onda de Choques, um tratamento não invasivo, não doloroso e que traz ótimos resultados em cerca de 75% a 85% dos casos – finaliza o médico.

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