CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Hidroterapia, pilates terapêutico e TOC trazem ótimos resultados na Síndrome do Piriforme

Os principais fatores associados a Síndrome do Piriforme são o hábito de passar grande parte do dia sentado, a prática exagerada de exercícios para os glúteos, variações anatômicas, presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o movimento livre do nervo e alterações intrapélvicas. Segundo explica o professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o O piriforme é um músculo da região do quadril, que fica próximo ao nervo ciático e, assim, pode causar sua compressão, o que traz dor no local, que pode irradiar para a perna.

A Avaliação Isocinética indica qual músculo está hipotônico

A boa notícia é que há tratamento para essa doença e a cirurgia raramente é necessária, garante o médico. “Como há um desequilíbrio e fragilidade muscular da região afetada, temos no CREB um moderno exame chamado Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada, um exame preciso, indolor e que indica qual músculo ou grupo muscular está hipotônico e deve ser fisicamente reabilitado. Por meio da avaliação médica, com a história e o exame físico, o médico irá afastar a possibilidade, muitas vezes associada, de compressão, que pode ser oriunda da coluna”, explica ele.

Medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos e cinesioterapia fazem parte do tratamento da síndrome do piriforme. “Utilizamos no CREB protocolos que incluem hidroterapia, pilates terapêutico, eletroterapia e acupuntura, o que agiliza o tratamento e ajuda a eliminar a dor do paciente. Também podemos utiliza o Tratamento Por Ondas de Choque (TOC), com três a cinco sessões, o que traz uma excelente resposta”, finaliza o ortopedista.

Quer receber novidades?

O CREB se dedica diariamente a atender seus clientes com toda a atenção e carinho, venha e comprove ❤