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LER e DORT: prevenção é o melhor remédio

LER e DORT são duas siglas que muitas vezes se confundem mas ambas podem trazer muitos problemas para as pessoas. A lesão por esforços repetitivos (LER) é uma síndrome de dor nos membros, que pode causar lesões no sistema tendíneo, muscular e ligamentar. É causada principalmente por atividades que exigem movimentos repetitivos, em alta freqüência e em postura forçada. Já o distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho (DORT) se caracteriza por esforços repetitivos, com alterações que acontecem principalmente no pescoço, braços, punhos e demais membros superiores em decorrência do trabalho. A questão é comprovar se o trabalho foi o motivo da doença provocada pela repetição de esforço.

Segundo Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o principal sintoma da LER é a dor. “A LER causa um desconforto durante dias, principalmente durante o período em que a atividade desencadeadora é realizada. Também podem aparecer edema e hematoma no local lesionado, em casos mais graves”, explica o médico. Segundo ele, a diferença entre as duas siglas pode ser bem compreendida através de um exemplo clássico: “um profissional que passa o dia inteiro trabalhando com digitação pode desenvolver uma tendinite, que é a inflamação de um tendão. Esse seria um caso de DORT. O mesmo pode acontecer com um jovem estudante, que dedica grande parte do seu tempo no computador. Aí seria um caso de LER”, ensina.

O Dr. Haim Maleh explica que a prevenção é a maior aliada das pessoas. A primeira dica é alongar o corpo toda manhã, ao acordar. “Espreguiçar é muito bom, mas deve ser complementado com dez minutos de alongamento. Isso ajuda muito a prevenir lesões e ainda oferece mais disposição para enfrentar o longo dia pela frente”, ressalta. No trabalho, parar por cinco minutos a cada hora para alongar braços, pescoço e pernas é fundamental.

– Ao menor sinal de dor, é muito importante consultar um reumatologista ou fisiatra. Todo sintoma, se enfrentado no início, é muito mas fácil de se tratar. Com a avaliação de um médico e o correto tratamento, muitas vezes se evita o agravamento da situação – finaliza o Dr. Haim Maleh.

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