(21) 3182 8282 Whatsapp Agende online
CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Sambar com sapatos de salto alto pode provocar problemas generalizados

“A ordem do rei é sambar os quatro dias sem parar”. O que o Rei Momo esqueceu de avisar é que samba e salto alto definitivamente não combinam. De acordo com o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, especialista em medicina do esporte e médico do time de futebol do Flamengo, Dr. João Marcelo Amorim, sambar com salto alto pode provocar problemas generalizados, nos dedos dos pés à coluna lombar.

Samba e salto alto definitivamente não combinam

  • Sambar não é uma atividade qualquer. Exige muito do corpo da pessoa porque requer muito equilíbrio, coordenação e rebolado, além de preparo físico, claro. Nós temos um eixo central que nos dá equilíbrio. Usar salto alto para sambar altera esse eixo porque o pé fica forçado para frente. Se a mulher não tiver muita experiência em sambar com salto alto, pode sofrer uma lesão. A posição do pé calçado com um sapato de salto alto não é confortável e nem indicada para dançar. As bailarinas não dançam de sapatilhas á toa – explica o ortopedista do CREB.

O Dr. João Marcelo pontua que além do salto alto, muitas vezes o sapato tem bico fino, o que piora a situação. Segundo ele, sapatos de bico fino apertam os dedos dos pés e, assim, os problemas começam no ante-pé – a cabeça dos metatarsos – região muito forçada no uso deste tipo de calçado.

  • A lesão na cabeça do metatarso traz dor e calosidade. O sapato de salto alto também força muito a panturrilha, o que pode causar uma tendinite. Além disso, o sapato alto força a lordose, podendo causar uma lesão na coluna lombar e problemas no joelho. É verdade que um sapato de salto alto traz elegância e beleza, mas a saúde deve estar em primeiro lugar – finaliza ele.

Fisiatra do CREB fala sobre novas descobertas da causa da fibromialgia

Um quadro composto por dores difusas pelo corpo, fadiga, insônia, sono não-restaurador e dificuldade de concentração aponta, quando juntos, para o diagnóstico de fibromialgia. Os especialistas ainda têm muito a aprender sobre a causa dessa doença, mas os cientistas estão começando a encontrar evidências que indicam para um provável agente causador: a neuroinflamação ou inflamação no cérebro.

Neuroinflamação

  • Pessoas com diagnóstico de fibromialgia demonstram ter uma maior sensibilidade à dor. Elas têm, de fato, uma reação maior que o normal no que se refere a sensações dolorosas. Muitas vezes, estas pessoas sentem dor em resposta a sensações (como calor ou frio) que outras pessoas normalmente não sentem. Estamos começando a entender a fibromialgia e podemos dizer que é uma doença do processamento da dor – explica o fisiatra Antônio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Cientistas realizaram um estudo para avaliar as causas de fibromialgia e a suspeita dessa doença ser causada por uma neuroinflamação, utilizando exames de PETscan para estudar o cérebro de pessoas com diagnóstico desta doença. Eles encontraram a presença de inflamação generalizada em seus cérebros. Outros pesquisadores testaram o líquido espinhal de pessoas com fibromialgia e descobriram proteínas ligadas à neuroinflamação, porém as células cerebrais inflamadas não são as únicas culpadas. Também parece haver uma mudança no tamanho e na forma de certas áreas do cérebro e também há evidências de diferenças nas conexões do cérebro.

Mochilas escolares devem carregar no máximo 10% do peso do aluno

A volta às aulas está próxima, e por isso pais e mães já procuram papelarias e bazares para a compra do material escolar par ao ano letivo. Na lista, um item é muito aguardado ansiosamente pelas crianças: a mochila. Os pais geralmente se preocupam com o preço, naturalmente, mas na maior parte das vezes não pensa que uma mochila inadequada pode se transformar em lesões e até doenças crônicas na coluna vertebral.

Segundo o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o mau uso da mochila podem ocasionar mais do que desconfortos: distenções musculares e alterações posturais são os problemas mais comumente encontrados em seu consultório:

  • O ideal é que a criança utilize uma mochila com rodinhas. Mas até ela pode gerar problemas se puxada de maneira inadequada. A alça da mochila de rodinhas tem que estar em uma altura adequada. O principal, seja na mochila de rodinhas ou colocada nas costas, é que o peso carregado jamais ultrapasse 10% do peso da criança. Isso é uma regra que não pode ser quebrada – relata o Dr. Márcio.

Dicas de mochila

O ortopedista do CREB dá algumas dicas importantes, além do peso máximo que a mochila deve carregar. Ele pontua que a criança jamais deve carregar a mochila em apenas um ombro, algo muito comum de acontecer, e diz que as alças devem ser acolchoadas e ajustadas para que a mochila fique rente ao corpo. E mais: a largura da mochila não deve ser maior do que a largura da criança. Alguns modelos contam com cinto abdominal, o que é positivo porque dá mais firmeza á mochila.

  • Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado. O uso da mochila é inevitável, mas observando alguns cuidados não haverá problemas para a criança – garante o médico do CREB.

Ortopedista do CREB dá curso na SBOT

Coordenador do Programa de Prevenção da Refratura do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – CREB Prevrefrat – o ortopedista Bernardo Stolnicki foi o palestrante do ortocurso promovido pela Comissão de Ensino e Treinamento da Sociedade Brasileira de Ortopedia – SBOT-RJ, sobre a Doença de Paget. O curso aconteceu na sede da sociedade, em Botafogo, no dia 19 de janeiro.

“A Doença de Paget é uma doença de etiologia desconhecida, descoberta em 1877, caracterizada por uma desorganização do metabolismo ósseo acarretando dor óssea, deformidades e fraturas”, explicou o ortopedista do CREB.

Reumatologista do CREB participa de programa de TV e fala sobre Síndrome de Sjögren

A reumatologista Ísis Dutra, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – foi convidada para dar uma entrevista sobre Síndrome de Sjögren ao programa “Celeste Maria Recebe”. O programa foi ao ar em 22 de janeiro, no canal 17 da NET, no canal NGT e nos canais 28 da Sky e Oi TV.

No programa, a Dra. Ísis esclareceu todos os pontos da doença e tirou as dúvidas dos telespectadores. “A síndrome de Sjögren é um tipo de reumatismo imunomediado, onde ocorre o acometimento de glândulas exócrinas, por inflamação provocada por um autoanticorpo, sendo o mais implicado o anti-Ro.

Sintomas e tratamento da Síndrome de Sjögren

Os sintomas mais comuns são olho seco, boca seca, dores articulares e fadiga, mas outras manifestações podem ocorrer uma vez que trata se de uma doença sistêmica. O diagnóstico geralmente é realizado por meio da avaliação oftalmológica (quantidade e qualidade da lágrima), avaliação da secreção salivar e funcionalidade das glândulas para secreção de saliva e exames laboratoriais com pesquisa de autoanticorpos, principalmente o anti-Ro (mais específico). Caso tais avaliações não consigam preencher critérios para diagnóstico, será necessária a biópsia de glândulas salivares.

O tratamento depende de cada caso, mas em linhas gerais é baseado em uso de sintomáticos como lágrimas e salivas artificiais, além imunomoduladores como antimaláricos, hidroxicloriquina, podendo ser necessário dependendo do acometimento sistêmico o uso de imunossupressores e anticorpos monoclonais. Na suspeição de tal doença, o paciente deve procurará atendimento médico, preferencialmente um reumatologista, para ser avaliado quanto a necessidade de acompanhamento e tratamento”, explicou a médica do CREB.

O link da entrevista é https://youtu.be/ujio1f53aBY

Quer receber novidades?

O CREB se dedica diariamente a atender seus clientes com toda a atenção e carinho, venha e comprove ❤