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Fibromialgia: você pode ter uma melhor qualidade de vida

Você pode ter uma melhor qualidade de vidaDores generalizadas pelo corpo, nas articulações, na coluna vertebral, nos músculos e nos tendões, dor de cabeça, sensibilidade maior ao frio, formigamento nos pés e ou nas mãos, tonteiras, desânimo, fadiga, dificuldades para dormir, sono não reparador e, ainda, falta de motivação e tristeza. Estes são os sintomas da fibromialgia, uma das doenças reumatológicas que mais levam o paciente ao consultório: cerca de 3 a 5% da população pode apresentar a fibromialgia, dos quais de 80% a 90% são mulheres, na faixa etária entre 30 e 60 anos.

Pela dificuldade em se estabelecer um diagnóstico seguro devido a falta de objetividade dos exames radiológicos e laboratoriais, é muito importante que o paciente procure um reumatologista experiente com essa doença. Ele irá se basear em aspectos clínicos, na avaliação da história familiar e no exame físico do paciente.

“A fibromialgia ainda é pouco conhecida. Entretanto, a familiaridade do médico com a doença faz com que seja tratada de maneira bastante satisfatória, através de medicamentos associados a protocolos de reabilitação, como os que temos no CREB, como hidroterapia em piscina apropriada, acupuntura, além de outras medidas fisiátricas”, explica o médico reumatologista e fisiatra do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Eduardo Sadigurschi. “Com a melhora da dor, da mobilidade e do humor, o paciente passa a ter uma melhor qualidade de vida, com uma rotina normal de sono e de suas atividades diárias. Isso é possível”, garante ele.

Para que o tratamento da fibromialgia alcance um resultado ainda melhor, garante o dr. Eduardo Sadigurschi, existem algumas dicas importantes, que devem ser seguidas à risca. A primeira delas, diz ele, é encontrar um médico de inteira confiança do paciente. “Geralmente, os reumatologistas são bem treinados para diagnosticar e tratar esta doença. Mas é fundamental que o tratamento seja realizado por uma equipe interdisciplinar de profissionais de saúde, com reumatologista, fisiatra e fisioterapeuta, para o devido acompanhamento do paciente”, explica ele.

Se desejar mais informações sobre a fibromialgia, ligue para o CREB – (21) 3182-8282. Teremos o prazer em lhe atender.

Na frente ou atrás do balcão, dores de coluna podem ser tratadas e resolvidas

dores na coluna podem ser tratadasOs números são impressionantes e se comprovam a cada esquina: 85% das pessoas sentem, sentiram ou ainda sentirão dor na coluna. E os problemas são diversos, que podem ser causados por inúmeras condições, como excesso de peso, algum tipo de lesão, má postura ou mesmo um acidente. Há, no entanto, aqueles que vivem sob tais condições que certamente têm problemas – e não são poucos. É o caso, por exemplo, de taxistas, que passam o dia sentados ao volante, ou vendedores, que trabalham praticamente o tempo inteiro em pé, bem como carteiros, que andam grandes distâncias, carregando o peso das correspondências.

A boa notícia é que dor na coluna pode ser tratada – e o que é mais importante – resolvida. “Os problemas da coluna podem ter diferentes causas, que precisam ser estabelecidas através do correto diagnóstico. Uma equipe multidisciplinar, composta por médicos ortopedistas, reumatologistas e fisiatras, está apta e dispõe de um completo programa de tratamento que tem a solução para inúmeros problemas. Associado a isso, utilizamos hidroterapia, RPG, Pilates, Acupuntura, Manipulação Vertebral/Osteopatia, Mesoterapia, Ginástica Corretiva, Eletroterapia e terapias manuais-Cinesioterapia. Temos protocolos de tratamentos para os vários problemas da coluna vertebral, mas é preciso ressaltar que não existe uma receita de bolo. Existe, sim, o tratamento individualizado, porque devemos avaliar a necessidade de cada pessoa e oferecer uma orientação específica e exclusiva para ela”,explica o Médico Ortopedista do CREBClínica de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dr. João Marcelo Amorim.

Segundo o Dr. João Marcelo, um taxista ou um profissional que trabalha o dia inteiro sentado, em frente a um computador, tem grandes chances de alterações e lesões como tendinite no punho e no ombro, epicondilite (problemas de cotovelo), entre outros problemas em toda a coluna. “Uma pessoa assim precisa, antes de tudo, dedicar-se a uma atividade física regular, para fortalecer sua cadeia muscular e trabalhar sua postura. Ioga, Pilates ou mesmo natação são exercícios muito bons para estes casos”, explica o médico. Segundo ele, profissionais como estes precisam aprender a sentar corretamente e a cada hora trabalhada deve parar por cinco minutos para fazer alongamentos.

– O ideal é que os escritórios disponibilizassem materiais ergonômicos, mas a gente sabe que nem sempre isso é possível. Aprender a sentar corretamente é fundamental. E se a cadeira não for ergonômica, a pessoa pode colocar uma pequena almofada, mais endurecida, atrás das costas, para preencher o espaço entre a coluna e o encosto da cadeira – ressalta o médico do CREB.

Profissionais que passam o dia em pé sofrem do mesmo problema. E, neste caso, aqueles que estão cima do peso agravam o quadro. “Um guarda, por exemplo, tem um quadro de dores freqüentes, com irradiação para os membros inferiores, bem como nas articulações. Neste caso, após uma avaliação completa, é indicado fisioterapia, RPG, hidroterapia e até acupuntura”, ensina o Dr. João Marcelo, lembrando que profissionais que ficam muito tempo em pé, como vendedores, devem optar por calçados confortáveis e com amortecimento. No caso dos carteiros, por exemplo, o peso das correspondências, condicionadas em uma sacola com uma alça só, traz ainda mais problemas. “O impacto sobre os tornozelos e joelhos é muito grande. Ao menos, esses profissionais andam bastante e têm alguns ganhos com isso. Mas precisam ter consciência de sua postura e aprender a andar corretamente. O RPG – Reeducação Postural Global – ensina isso”, diz Dr. João Marcelo.

O importante, segundo o Médico Ortopedista, é buscar a prevenção em busca de uma qualidade de vida melhor. “Temos os recursos. Os problemas de coluna podem ser tratados e resolvidos”, avisa ele.

Reabilitação, no CREB, é coordenada por fisiatras

A Reabilitação, no CREB, é coordenada por fisiatrasUm corpo médico e técnico altamente especializado, focado em um atendimento humanizado, e tecnologia de ponta disponível, como raio-x digital e modernos aparelhos de ultrassonografia, entre outros, explica, em parte, o sucesso que o CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – alcança, no tratamento de seus pacientes. Somado a isso está uma filosofia de trabalho que é uma “marca” da clínica: quando se fala em reabilitação, é preciso perceber o paciente como um todo.

“Muitas vezes, a dor do paciente está localizada no joelho, mas sua origem está, por exemplo, na coluna lombar ou até mesmo nos pés. O grande diferencial do CREB é que nós exercemos a reabilitação olhando o paciente como um todo. Olhar apenas para o local da dor pode gerar muitos erros de diagnóstico e, conseqüentemente, de tratamento. Por isso, o programa de reabilitação do CREB é dirigido por fisiatras, ortopedistas e reumatologistas, que supervisionam todo o trabalho realizado pela equipe de fisioterapia”, explica o Dr. Antônio d’Almeida, fisiatra da clínica.

Para exemplificar o rumo que essa coordenação de médicos dá ao trabalho de reabilitação do CREB, o Dr. Antônio d’Almeida cita a “Escola de Postura”, uma exclusividade da clínica. “Temos reuniões científicas com toda a equipe, em nosso auditório. Há muita troca de informações e essa coordenação médica dá aos fisioterapeutas a segurança de contar com um apoio que vai além da área de competência deles. A partir desta troca, por exemplo, criamos no CREB a ‘Escola da Postura’: reunimos no nosso auditório pacientes e pessoas da comunidade para falar dos erros mais freqüentes do dia-a-dia, que causam problemas para a nossa coluna. Damos dicas e tiramos muitas dúvidas e os resultados são excelentes”, conta o médico.

Dr. Antônio destaca, ainda, que o CREB é uma das poucas clínicas de reabilitação onde o paciente encontra, no mesmo local, fisiatras, ortopedistas, reumatologistas, fisioterapeutas, e toda a estrutura para a prática de protocolos de reabilitação , como de hidroterapia, RPG, Pilates,  acupuntura, terapias manuais, TOC ( Terapia por Ondas de Choque), etc. – todo esse trabalho é supervisionado ou realizado por fisiatras.

– Em 30 anos de medicina, posso dizer claramente que essa visão do paciente como um todo, que praticamos aqui no CREB, faz toda a diferença. Alcançamos resultados fantásticos: nossos índices de sucesso em tratamentos de dores na coluna, por exemplo, são os mesmos alcançados internacionalmente, nos grandes centros médicos. Mas a melhor resposta que temos, indiscutivelmente, é a melhora dos pacientes que nos procuram e nos indicam para seus familiares e amigos – finaliza o Dr. Antônio d’Almeida, do CREB.

Salto alto e bico fino, alto risco para as mulheres

Salto alto, alto riscoA executiva de marketing, Valéria Oliveira, trabalha de dez a doze horas por dia e, por conta do seu trabalho, é obrigada a usar sapatos de salto alto e de bico fino todos os dias. Nos finais de semana, repete a dose ao passear em shoppings e freqüentar restaurantes, cinemas e festas. Valéria diz que não consegue mais sequer calçar um chinelo ou mesmo um tênis, em suas horas de folga. “Me acostumei com o salto alto. Quando não uso, parece que está faltando algo”, diz ela.

Valéria não está só. Muitas mulheres adotam o salto alto e bico fino como o calçado do dia-a-dia, em busca de charme e elegância, mas estão pagando um preço muito alto por isso: dor constante e problemas generalizados, que vão dos dedos dos pés à coluna lombar. Segundo o médico fisiatra do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dr. Haim Maleh, mulheres que utilizam sapatos de salto alto e bico fino por longos e constantes períodos dificilmente escapam deste quadro:

– Todos temos um eixo central, que nos dá equilíbrio. Quando uma mulher utiliza um sapato de salto alto, ela necessariamente altera este eixo porque força o posicionamento do pé para frente. Esta má posição e o desconforto do próprio sapato, cujo bico fino aperta os dedos dos pés, provocam uma série de problemas em seqüência – alerta o Dr. Haim.

Os problemas começam no ante-pé – a chamada cabeça dos metatarsos. “Quando andamos normalmente, o corpo distribui o peso e a pressão por igual, em todo o pé. Mas ao usar o sapato de salto alto, o pé fica sempre inclinado e a força recai sobre essa região. Ela poderá ter uma lesão da cabeça da metatarso”, explica o médico, lembrado que a metatarsalgia ocasiona dor e calosidade no local. Já o bico fino é o responsável por outro problema bem sério – e extremamente comum entre mulheres que o adotam com alta freqüência: como os dedos são comprimidos e ficam sobrepostos um sobre os outros, cria-se um quadro de halux valgo, popularmente conhecido como joanete. “Há casos até de cirurgia, embora o tratamento deverá sempre iniciar-se de forma clínica”, conta Dr. Haim.

Não é só: como o pé fica constantemente inclinado, essa posição força a panturrilha, predispondo uma tendinite. Muitas mulheres acreditam que o uso do salto alto fortalece a panturrilha, dando mais firmeza e beleza à batata da perna. “A musculatura não pode ficar tensionada o tempo todo. É preciso relaxar, mas o salto alto não permite. Com o tempo, pode aparecer uma lesão no tendão”, diz ele. O médico alerta que o uso do salto também força a lordose, causando lesões na musculatura da região lombar, provocando dores na coluna, pode causar problemas nos joelhos e ainda pode provocar varizes, pois a pressão na planta do pé diminui o retorno venoso, alterando a circulação.

Mas o que fazer se o cotidiano profissional de Valéria Oliveira, por exemplo, a obriga a usar sapatos de salto alto diariamente? O Dr. Haim Maleh dá algumas dicas para minimizar o problema, mas o ideal é mulheres como Valéria procurarem um médico para uma avaliação e um trabalho de prevenção.

– O ideal é diminuir drasticamente o uso do salto alto e bico fino. Se não for possível, a mulher pode optar por ir e voltar do trabalho de tênis, calçando o sapato alto apenas ao chegar no escritório. E lá, a cada duas horas, deve ao menos tirar o sapato por 20 minutos. Também ensinamos alongamentos específicos, fáceis de fazer, que devem ser repetidos na hora de acordar e ir dormir, por apenas cinco minutos – enumera o médico do CREB.

TOC, o mais novo tratamento contra as dores do sistema músculo esquelético

Terapia de Ondas de ChoqueUm dos mais famosos pacientes com bursite no país, o Presidente Lula poderia evitar a dor constante que sente se conhecesse o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. Trata-se da Terapia por Ondas de Choque – TOC –  um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia.

O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões. As ondas de choque agem de diversas maneiras:

a) ação mecânica, causando a formação de  microbolhas que eclodem, formando migrofragmentação da calcificação;
b) ação vascular, com neo vascularização, melhorando a irrigação,e oxigenação local; e
c) ação analgésica e antiinflamatória por intenso estímulo na área, liberando enzimas locais que atuam na fisiologia da dor e da inflamação.

– Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações.  Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos – explica o Dr. Antônio D’Almeida, fisiatra do CREB Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, pioneira e uma das poucas clínicas do Rio de Janeiro que disponibilizam a TOC.

A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. Muito indicado pelos médicos nos Estados Unidos e na Europa, começa a conquistar seu espaço no Brasil, pela sua eficácia e os ótimos índices de sucesso em todo mundo. Outro ponto extremamente importante é o custo: a Terapia por Ondas de Choque custa de oito a dez vezes menos que uma cirurgia e ainda diminui os riscos do paciente com a internação em hospital.

Alguns tratamentos podem ser associados à TOC, como a acupuntura, a hidroterapia e a reabilitação física (fisioterapia), também disponíveis no CREB. Venha conhecer o que há de mais novo em todo o mundo no tratamento dos problemas do sistema músculo esquelético, como para tendinite,bursite, fascite plantar, esporão de calcâneo, entre outros, porque  temos o direito de viver bem, felizes e sem dor. Para mais informações sobre a TOC, ligue para o CREB – (21) 3182-8282. Teremos o prazer em lhe atender.

 

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