Médico do CREB é convidado para congresso internacional, na França
O reumatologista e fisiatra Arnaldo Libman na França
O reumatologista e fisiatra Arnaldo Libman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – foi convidado para participar do Congresso Europeu de Osteoporose e Osteoartrose, que está acontecendo de 21 a 24 de março, em Bordeaux, na França. O dr. Arnaldo participará do evento e trará para o CREB e para o Brasil as mais recentes novidades em relação à osteoporose.
Você quer dormir bem?
Você é daquelas que acorda com dores no corpo, cansaço, como se não tivesse dormido sequer uma hora de sono?
Pois bem, o problema pode ser o colchão. Duros ou moles demais, não dão a sustentação perfeita para o seu corpo, desalinham a coluna e a musculatura não relaxa. Resultado: noites mal dormidas e cansaço redobrado. Aprenda a escolher o colchão certo e conquiste um sono tranquilo com a orientação do fisiatra e reumatologista do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia, Haim Maleh.
Escolha a dedo
Não basta ir até a loja e escolher o modelo maior e mais caro. Antes de levar o colchão para casa, é preciso conferir se ele está ajustado ao seu peso e altura. No caso de um casal, deve-se calcular com base no peso dos dois. “Solicite ao vendedor a tabela de densidade. Através dela, você vai descobrir qual dos colchões expostos vai se enquadrar perfeitamente na sua relação peso/altura”, explica o médico.
Conforto e segurança
Nada como deitar num colchão bem macio, certo? Errado. Sem a sustentação necessária, com certeza você vai acabar dormindo de maneira inadequada. “O colchão precisa ter molas em seu interior para dar firmeza. O conforto fica por conta do revestimento de espuma”, afirma o fisiatra. Há quem diga que um colchão duro deixa a coluna ereta durante o sono, mas o especialista garante que isso é um pensamento errado: “A pessoa não vai se sentir confortável, vai mudar de posição durante à noite diversas vezes e não vai ter uma boa qualidade de sono. Além disso, a musculatura não relaxa e ela vai acordar com dores. O mesmo vale para os colchonetes”.
Detalhes fundamentais
De seis em seis meses, o colchão precisa ser virado. “Isso garante que a posição que você dorme não cause uma deformidade permanente no colchão. Além de aumentar a vida útil da peça, evita lesões na coluna”, diz o médico. Para uma noite de sono perfeita, o travesseiro também precisa ser bem escolhido. “Procure aqueles com recheio sintético. Os de pena de ganso são muito moles e não acomodam a curvatura da cervical”, garante Maleh.
Joelho feminino é mais vulnerável
Qual joelho está mais apto a apresentar problemas, do homem ou da mulher?
Digamos que a comparação seja feita por duas pessoas com o mesmo perfil, como por exemplo, dois atletas profissionais. Quem tem mais chances de apresentar dores no joelho? A verdade é que os joelhos femininos são mais vulneráveis, sim, e há explicações científicas para isso. As mulheres têm o quadril mais largo e menos força muscular, o que influencia diretamente no joelho.
“Mas o joelho feminino tem mesmo mais vulnerabilidade porque, na maioria das vezes, é do tipo valgo, ou seja, eles são ligeiramente voltados para dentro. Essa postura aumenta a possibilidade de lesões como a condromalácia, que é o desgaste da cartilagem entre o fêmur, o osso da coxa, e a patela. O joelho valgo força mais essa cartilagem”, explica o ortopedista João Marcelo Amorim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
De acordo com o médico do CREB, outra lesão que acomete mais as mulheres é o deslocamento da patela. As estatísticas revelam que sete mulheres, para cada homem, sofrem do problema. O Dr. João Marcelo observa que as mulheres estão cada vez mais buscando esportes de maior impacto, como futebol e corrida de aventura, por exemplo, o que contribui para o aumento dos problemas de joelho.
– Isso sem falar no uso regular do salto alto, que prejudica o ponto de equilíbrio e pode trazer inúmeros problemas. Um preparo físico bom, com atividade regular, é fundamental. Aquecer antes de se exercitar e fazer alongamentos também é muito importante. Por fim, ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado – finaliza o médico.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
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