Dor na batata da perna pode ser sinal de Síndrome da Pedrada
Dor na batata da perna pode ser sinal de Síndrome da Pedrada
Quem nunca sentiu alguma dor, ou mesmo um desconforto, na batata da perna? Muito comum. a Síndrome da Pedrada é um nome popular utilizado para o estiramento do músculo gastrocnêmio da perna, também popularmente chamado de “batata da perna”. Segundo João Marcelo Amorim, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e médico do time de futebol do Flamengo, geralmente o problema ocorre durante uma atividade física intensa, tal como corrida.
“Durante esse esforço físico pode ocorrer um estiramento súbito do músculo. O resultado da Síndrome da Pedrada é dor na panturrilha, forte e repentina, sensação de ter levado uma pedrada na panturrilha, formação de um hematoma no local da dor e dificuldade ou incapacidade para andar”, explica o ortopedista do CREB.
Como tratar a Síndrome da pedrada
O Dr. João Marcelo explica que após o quadro agudo, a interrupção do exercício é necessária e a avaliação médica é fundamental para avaliar o grau de estiramento muscular. “Nesses casos, o exame de ultrassonografia permite a avaliação do músculo afetado, assim como a classificação do grau do estiramento muscular e avaliação do hematoma, assim como a sua dimensão”, explica.
Para o tratamento, é fundamental o repouso muscular. “Associado ao repouso, prescrevemos a fisioterapia com o objetivo de alívio da dor e recuperação da mobilidade. O tempo de recuperação depende do grau da lesão”, finaliza o ortopedista.
Saiba como dirigir em grandes congestionamentos
Se faz mal para o humor e provoca estresse, irritação e ansiedade, os grandes engarrafamentos – tão comuns nas metrópoles – também podem fazer mal à saúde dos ossos e músculos.
De acordo com o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, permanecer sentado à frente da direção de um carro por um longo tempo sobrecarrega a musculatura e a estrutura óssea da região lombar das costas.
“Os engarrafamentos são cada vez maiores e mais constantes. Em grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, os horários de rush são cada vez mais extensos. Enfrentá-los cotidianamente pode provocar problemas na coluna, como uma lombalgia, por exemplo”, garante o ortopedista.
Como dirigir no trânsito
Além do estresse e da irritação, o que já é bastante prejudicial à saúde do motorista, o repetido movimento de troca de marcha pode causar tendinite nos punhos ou bursite na região dos ombros. Pisar no freio e na embreagem repetidamente pode causar dores no tornozelo e nas pernas.
Segundo o ortopedista do CREB, a melhor maneira de enfrentar os grandes congestionamentos é evitar movimentos bruscos com as pernas e ao longo do trajeto fazer movimentos lentos e graduais para os lados com o pescoço, o que promove uma melhor mobilização muscular e da articulação na região cervical.
“A verdade é que um congestionamento forte pode provocar consequências parecidas a uma longa viagem de avião. O motorista sofre com fadiga muscular e desgaste nas suas articulações. Uma atitude conveniente e saudável é parar o carro em um posto de gasolina para que se possa sair do carro e esticar as pernas por alguns minutinhos. Isso pode fazer a maior diferença”, garante o Dr. Marcio.
Ortopedistas do CREB participam de cirurgia inovadora no Rio de Janeiro
Ortopedistas do CREB participam de cirurgia inovadora no Rio de Janeiro
Os ortopedistas do CREB ( Centro de Reumatologia e Ortopedia), os Drs. Luiz Humberto Araújo da Silva e Marcos Cockrane, foram os protagonistas de uma cirurgia inovadora de artoplastia total de joelho (colocação de prótese).
A cirurgia aconteceu no Hospital da Força Aérea do Galeão (HFAG), no Rio de Janeiro, teve o Dr. Luiz Humberto como cirurgião e o Dr. Marcos como primeiro auxiliar, e o resultado foi um sucesso. A inovação foi a escolha de uma prótese sem uso de cimento ósseo, cuja colocação foi guiada por um computador chamado navegador.
“Fizemos uma cirurgia reconstrutiva da articulação em virtude da perda de cartilagem do joelho do paciente. Foi como se fizéssemos um recapeamento da superfície articular. Normalmente, se utiliza o cimento ósseo para fixar a prótese no osso. Neste caso, fizemos algo novo, que foi optar por não utilizar o cimento ósseo. Usamos um composto de trabeculado metálico. O osso se conecta com o.metal e vira uma coisa só”, explicou o Dr. Marcos.
De acordo com o Dr. Luiz Humberto, a grande inovação desta cirurgia foi associar a prótese sem cimento ósseo ao uso do computador navegador, que calcula milimetricamente a posição da prótese . “O navegador permite que se coloque a prótese de maneira 100% fidedigna. Não há erro algum de posicionamento. Isso foi inovador. E a escolha da prótese sem cimento ósseo foi importante porque dura mais que a prótese cimentada em até 10 anos. Isso e excelente para pacientes mais jovens, que precisam da cirurgia e assim podem evitar uma revisão mais cedo”, disse ele.
A cirurgia foi considerada um sucesso. “De imediato, a intervenção foi um sucesso. Vamos acompanhar a reabilitação do paciente”, pontua o Dr. Marcos. Vale destacar que ambos ortopedistas do CREB participaram de um curso em Grenoble, na França, para se capacitarem para esta cirurgia.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619