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Dedo em gatilho – ortopedista do CREB explica o que é

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Dedo em gatilho – ortopedista do CREB explica o que é

A tendinite dos tendões flexores do dedo ou tenossinovite dos flexores do dedo, popularmente conhecida como o dedo em gatilho é o travamento do dedo em uma posição dobrada devido a uma inflamação da bainha do tendão flexor. “Os tendões conectam os ossos aos músculos do corpo.

Os tendões flexores dos dedos da mão puxam os dedos, ou seja, fazem a flexão dos mesmos. Esses tendões estão envolvidos por uma bainha sinovial e se essa bainha fica inflamada, impede o deslizamento do tendão, resultando no dedo em gatilho”, explica o ortopedista Lucas Delunardo Acerbi, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Causas mais comuns do Dedo em gatilho

Segundo ele, dentre as causas mais comuns da doença destaca-se o uso excessivo da mão com movimentos repetitivos, o que pode resultar nessa inflamação da bainha do tendão.

“A digitação excessiva, o uso de celular e computadores, assim como trabalhos manuais são fatores de risco para o surgimento do dedo em gatilho. Algumas doenças, tais como artrite reumatoide, gota, hipotireoidismo e diabetes, são fatores de risco para o surgimento do problema”, acrescenta ele.

O médico do CREB pontua que pacientes com dedo em gatilho podem sentir rigidez do dedo ou do polegar, presença de inchaço ou um nódulo na palma da mão e travamento do dedo na posição curvada.

“O diagnóstico é clínico e facilmente identificável pelo médico especialista. Dentre os exames complementares, a ultrassonografia da mão permite a visualização da inflamação da bainha do tendão”, finaliza ele.


Homens também são acometidos pela osteoporose

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Homens também são acometidos pela osteoporose

A osteoporose é uma doença que leva à redução da massa óssea, cuja consequência é o enfraquecimento ósseo e possibilidade de fraturas. Embora atinja principalmente as mulheres na pós-menopausa, a doença também acomete homens.

Mais de 1,5 milhão de homens com mais de 65 anos têm osteoporose, segundo estudos sobre o tema.

  • A osteoporose não é apenas uma doença da mulher. Após os 70 anos, 6% de todos os homens sofrerão uma fratura de quadril como resultado da osteoporose, e também estarão vulneráveis a fraturas da coluna vertebral – afirma a reumatologista Liseth Acochiri Gutierrez, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

No entanto, aponta ela, existem diferenças entre homens e mulheres quando se trata de osteoporose. A reumatologista do CREB diz que para os homens, a perda óssea começa mais tarde e progride mais lentamente. Homens que sofrem fraturas do quadril são mais propensos a ter mais complicações decorrentes desse tipo de fratura do que mulheres.

  • São fatores de risco da doença para homens, entre outros, o uso de medicamentos que afetam a densidade óssea, que incluem os corticóides, anticonvulsivantese anticoagulantes; doenças crônicas, tais como hipertireoidismo, doença da paratireóide, doenças disabsortivas (Doença Celíaca) e problemas digestivos, como a intolerância a lactose e artrite reumatoide; e, finalmente, deficiência de vitamina D – enumera a Dra. Liseth.

Ela pontua que tanto para homens quanto para mulheres, a melhor forma de diagnosticar a osteoporose é por meio da densitometria óssea.

  • Homens a partir de 70 anos de idade, mesmo saudáveis, devem fazer uma densitometria óssea para avaliar o possível diagnóstico. E homens com histórico prévio de doenças da tireóide, paratiróide, doenças disabsortivas intestinais, em uso crônico de corticóide, devem fazer o exame mais precocemente – afirma ela.

O melhor tratamento da Osteoporose é a prevenção, evitando refraturas


Médico do CREB apresenta trabalho sobre diagnóstico preciso

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Médico do CREB apresenta trabalho sobre diagnóstico preciso

“Rotura completa isolada do tendão flexor profundo do 3º quirodáctilo, com flexor superficial preservado: achados por ultrassonografia e ressonância magnética”. Esse é o nome do trabalho realizado pelo radiologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o Dr. Estevão Albino Torres Vargas, que o apresentou durante o 23° Congresso Brasileiro de Ultrassonografia, realizado em São Paulo, em 26 de outubro. Esse trabalho desenvolvido pelo Dr Estevão no CREB, com apoio do staff médico da ultrassonografia, discorre sobre o diagnóstico preciso e detalhado de lesão traumática no dedo, feito por ultrassonografia e depois confirmado com ressonância magnética. “Aparelhos novos de ultrassom, como o que utilizamos no CREB, associados a qualidade da equipe de ultrassonografia, permitem maior precisão diagnóstica e informações relevantes para que o paciente tenha o melhor tratamento. No caso avaliado, o paciente cortou o dedo da mão com fina lâmina de vidro e perdeu parte dos movimentos. A ultrassonografia foi fundamental para determinar a gravidade da lesão e orientar o tratamento cirúrgico”, explica o radiologista.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619