O ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção a Refraturas da clínica) afirma que a atividade física regular na infância e na adolescência provocam o aumento do tamanho da cortical óssea e sua resistência. Segundo ele, com uma alimentação adequada, rica em cálcio, ajuda a formar o chamado pico de massa óssea, que se tornará a reserva mineral do esqueleto.
Reserva mineral do esqueleto
“O objetivo primordial é justamente evitar as fraturas. Indivíduos que têm uma atividade física regular, bem orientada por profissionais capacitados, apresentam melhor equilíbrio, mais força muscular e menor propensão a quedas, diminuindo o risco de fraturas”, afirma ele. Bernardo pontua que o envelhecimento traz um inevitável desgaste na estrutura e na microarquitetura óssea, levando a uma diminuição de sua resistência, tornando-os mais suscetíveis às fraturas.
– A boa notícia é que há tratamento e formas de se evitar uma nova fratura. Além dos benefícios já citados, a manutenção da atividade física bem orientada durante a vida mostrou ser benéfica na resistência óssea – garante ele.
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