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Nova Área de Fisioterapia CREB

Há mais de 30 anos, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – tem como missão oferecer um atendimento de excelência, que supere as expectativas dos seus pacientes. Para isso, conta com uma equipe médica especializada e experiente, tecnol...

Há mais de 30 anos, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – tem como missão oferecer um atendimento de excelência, que supere as expectativas dos seus pacientes.

Para isso, conta com uma equipe médica especializada e experiente, tecnologia de ponta e um atendimento humanizado e individualizado. Faz parte desta política de atendimento oferecer instalações modernas e confortáveis aos pacientes.

Por isso, o CREB está promovendo uma ampla reforma em todo o seu setor de reabilitação física, incluindo o setor de fisioterapia, o que permitirá oferecer instalações ainda mais confortáveis e um atendimento ainda melhor.

A área de avaliação fisioterápica, por exemplo, foi duplicada. A capacidade de atendimento também será maior. Os pacientes receberão um setor de fisioterapia ainda melhor, mais confortável, mais bonito e agradável. Venha nos visitar e conhecer nossas novas instalações.


Critérios para aplicar TOC

A Terapia por Ondas de Choque (TOC) deve ser aplicada exclusivamente por médico profissional habilitado, devidamente treinado para isso. Seguindo critérios técnicos e de segurança para o paciente, apenas médicos podem indicar, prescrever e realizar a...

A Terapia por Ondas de Choque (TOC) deve ser aplicada exclusivamente por médico profissional habilitado, devidamente treinado para isso. Seguindo critérios técnicos e de segurança para o paciente, apenas médicos podem indicar, prescrever e realizar a terapia por meio de ondas de choque. É o que decidiu o Conselho Federal de Medicina (CFM). “Para que seja aplicado seguindo critérios técnicos e seguros, conclui-se que apenas médicos podem indicar, prescrever e realizar a terapia por meio das ondas de choque”, finaliza o parecer aprovado da SBOT.

A TOC é o que há de mais novo e moderno no tratamento das dores do sistema músculo esquelético: trata-se de um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada. Os efeitos das ondas acústicas – aplicadas apenas na área indicada – causam o aumento da pressão local, com a ruptura da calcificação e sua posterior reabsorção e por liberação de substâncias que agem na inflamação. E resolvem o processo aliviando a dor e a incapacidade funcional, que geralmente acontece nestes casos.

Nova técnica Trigger Points

A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é uma das clínicas pioneiras no uso da TOC no Brasil, oferecendo a especialidade a partir de 2006. Recentemente, a clínica adquiriu um novo equipamento, mais moderno e de maior alcance, e adotou uma nova técnica, intitulada “trigger points” “, que visa estimular e tirar a sensibilidade dos pontos de maior intensidade álgica do paciente, em vez de só focar o tratamento no ponto focal da patologia. Em todo o Brasil, essa técnica é desenvolvida apenas em três clínicas, duas em São Paulo e no CREB.


Prevrefrat CREB: objetivo é reduzir a refratura, tratando a fratura prévia

“Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por...

“Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”. A declaração é do ortopedista Bernardo Stolnicki, responsável pelo Departamento de Doenças Osteometabólicas do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do PREVREFRAT (Programa de Prevenção a Refraturas) do CREB.

De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril

Segundo ele, os Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura. “O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar”, disse ele, que acaba de chegar do 48º CBOT 2016 – Congresso Brasileiro de Ortopedia, em Belo Horizonte, onde deu uma palestra sobre prevenção secundária de fraturas e também foi o moderador da mesa redonda moderna “quanto tempo tratar – drug hollyday”.

Com chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS, o Prevrefrat CREB tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. “A osteoporose atinge tanto homens quanto mulheres principalmente depois dos 50 anos. A doença apresenta o aumento da fragilidade óssea e, assim, o paciente está mais exposto a fraturas. As estatísticas contabilizam que, no mundo inteiro, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos. Uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para futuras fraturas. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, explica o ortopedista.



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