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Fisioterapia utiliza eletroterapia contra a dor

Muito utilizada nos tratamentos fisioterápicos, a eletroterapia consiste na utilização de correntes elétricas terapêuticas como solução de vários problemas de saúde. “Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada...

Muito utilizada nos tratamentos fisioterápicos, a eletroterapia consiste na utilização de correntes elétricas terapêuticas como solução de vários problemas de saúde. “Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada qual com suas particularidades próprias. Mas todas elas tem um objetivo de recuperar a capacidade funcional e morfológica dos tecidos”, explica o fisioterapeuta Cícero Eduardo P. de Barros, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Cícero explica que há vários tipos de aparelhos de eletroterapias, como por exemplo ultrassom, laser e microondas. O ultrassom é utilizado principalmente contra artrite, artrose, bursite, ciática, contraturas musculares, neurites, osteítes, reumatismos, torcicolos, lombalgias, edemas, hematomas e fibroses e aderências. “Em nossos protocolos no CREB para pacientes com essas queixas, lançamos mão também da hidroterapia, acupuntura analgésica, RPG e o pilates, o que traz grande benefício para esses pacientes. Com a integração diagnóstica médica e fisioterapêutica, costumamos obter melhor resultado”, diz.


Crochetagem, técnica de fisioterapia na luta contra a dor

Muito comum na fisioterapia, a crochetagem é um método de tratamento das dores mecânicas do aparelho locomotor pela eliminação das aderências através de ganchos colocados e mobilizados sobre a pele. A técnica é muito utilizada, segundo o fisioterapeu...

Muito comum na fisioterapia, a crochetagem é um método de tratamento das dores mecânicas do aparelho locomotor pela eliminação das aderências através de ganchos colocados e mobilizados sobre a pele. A técnica é muito utilizada, segundo o fisioterapeuta Fernando León Neto, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, para ajudar a eliminar dores localizadas.

“A crochetagem é um método que busca a a liberação tecidual através da utilização do gancho realizando movimentos curtos de tração em um eixo paralelo à cicatriz por todo seu trajeto longitudinal. O método consiste em promover Também realizando movimentos em um eixo perpendicular a cicatriz e também movimentos com início imediatamente após o bordo mais externo da cicatriz. Na verdade, ocorre um aumento da circulação sanguínea e circulação linfática. Isso traz alívio e atua diretamente sobre a dor, eliminando-a”, explica Fernando.

O fisioterapeuta diz que a crochetagem é indicada para aderências fibrosas que limitam o movimento entre os planos de deslizamento tissulares; nos corpúsculos fibrosos (depósitos úricos ou de cálcios), e nas cicatrizes e hematomas, que geram progressivamente aderências entre os planos de deslizamento. “A técnica realizada nos trigger points (pontos de gatilho, de inibição) sugere um efeito reflexo, tendo indicações para aderências consecutivas a um traumatismo levando a um derrame tecidual, a aderências consecutivas a uma fibrose cicatricial cirúrgica, epicondilites,pubalgia,lombalgia. É indicado também para nevralgias”, explica o profissional.

“Na presença de uma dor localizada num local específico, o terapeuta inicia sua busca palpatória manual nas regiões afastadas do foco doloroso. Esta busca segue cadeias lesionais que estão em relação anatômica com a lesão. Esta concepção é importante para evitar o aumento da dor através do efeito rebote. Primeiramente iniciamos com uma palpação da área a ser tratada. Em seguida, palparemos com o gancho, que irá nos permitir localizar com precisão as fibras conjuntivas aderentes e os corpúsculos fibrosos. Realiza se movimentos lentos no sentido antero-posteriores. Nesta etapa conseguimos fazer uma leitura da resistência encontrada. Enfim terminamos realizando uma tração complementar através do gancho com o objetivo de alongar ou romper as fibras conjuntivas que formam a aderência, ou para deslocar ou achatar o corpúsculo fibroso”, finaliza ele, lembrando que no CREB a crochetagem é associada a outros protocolos, que podem incluir acupuntura, RPG, hidroterapia e Pilates.


Paralisia facial: médico deve ser consultado imediatamente a partir de qualquer sintoma na face

A paralisia facial é caracterizada pela perda parcial ou completa dos movimentos da face, podendo ocorrer de forma súbita ou gradualmente durante anos, deixando os músculos faciais fracos e flácidos, acomete a face de forma unilateral ou bilateral. S...

A paralisia facial é caracterizada pela perda parcial ou completa dos movimentos da face, podendo ocorrer de forma súbita ou gradualmente durante anos, deixando os músculos faciais fracos e flácidos, acomete a face de forma unilateral ou bilateral. Segundo a fisioterapeuta Bruna Túlio da Costa, do staff de reabilitação neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, “a paralisia facial pode ser de caráter central, onde se origina respectivamente por problemas causados dentro do sistema nervoso central, ou periférica (Paralisia de Bell), sendo esta a forma mais comum, onde acomete o nervo facial de forma periférica”.

Inúmeros fatores podem causar a paralisia facial, como infecção ou inflamação no nervo facial, Síndrome de Hunsay Hunt, Herpes Zóster, mudanças bruscas de temperatura (paralisia por frígore), hipertensão, diabetes, estresse, traumatismos ou acidente vascular cerebral (AVC), cirurgias da glândula Parótida, Otites, Doença de Lyme, alterações circulatórias ou tumores próximos ao nervo facial ou no próprio nervo, infarto do miocárdio, doenças auto imunes, entre outras causas. A avaliação médica é extremamente importante, ressalta Bruna, para o paciente que começa a apresentar qualquer sintoma em sua face, como boca repuxada para o lado não paralisado, sensação de secura na boca, falta de expressividade em um dos lados da face, impossibilidade de fechar completamente um dos olhos e de franzir a testa, dor de cabeça ou na região cervical, dor na mandíbula, Hiperacusia (aumento da sensibilidade ao som) em um dos ouvidos, dificuldades para assoviar ou para reter a saliva dentro da boca.

“O diagnóstico e o tratamento devem ocorrer de forma rápida , para aumentar as chances de uma boa recuperação e diminuir as chances de sequelas. O CREB conta com um setor específico e com uma equipe especializada para o tratamento dos pacientes que apresentam casos de paralisia facial, sendo utilizadas técnicas como crioestimulação, exercícios com mimicas faciais, estimulação com diferentes tipos de texturas, escovação, alongamentos orofaciais, entre outras. Temos obtido sucesso nos tratamentos e uma melhora significativa, e na grande maioria dos casos, a recuperação total, fazendo com que o paciente volte a sua atividade de vida diária e recupere a sua autoestima”, finaliza a fisioterapeuta.

 



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