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Fisiatria. Você já consultou um?

Você já se consultou com um médico fisiatra? Talvez você não tenha ido ao consultório de um, mas certamente já precisou: o médico fisiatra atende a pessoas de todas as idades que estejam sofrendo de alguma dor regular, dor esta que pode até estar dificultando o desempenho de atividades de seu dia a dia. Dores na coluna, dores na perna, cotovelo, ombro… são muitas as doenças que o fisiatra trata.

“A fisiatria foi criada nos anos 30 e inicialmente tratava apenas de os distúrbios do aparelho locomotor e sistema neurológico. Mas após a segunda grande guerra, ganhou um grande impulso principalmente pela importância que teve ao tratar do enorme número de combatentes com lesões físicas graves. Tratamos de casos, como uma lombalgia, até lesões como sequelas de um derrame cerebral”, explica Antônio D’Almeida, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

– A fisiatria é reconhecida como uma especialidade médica desde 1947, quando foi aprovada pela The American Board of Medical Specialties (Câmara Americana de Especialidades Médicas). O principal objetivo desta especialidade certamente é restabelecer as funções do movimento prejudicadas por doenças na coluna vertebral, músculo, tendões, ligamentos e o osso, que são parte do aparelho locomotor. Muitas vezes, trabalhamos associados a outros profissionais de saúde, incluindo médico, fisioterapeuta e terapeuta manual, entre outros.

Segundo o Dr. Antonio, do CREB, a fisiatria utiliza protocolos que podem incluir hidroterapia, acupuntura, RPG, Pilates, cinesioterapia e fisioterapia analgésica para devolver ao paciente a mobilidade, amplitude articular e a qualidade de vida perdida. Tratamento medicamentoso também é utilizado e o tratamento é absolutamente individual. “O fisiatra trata de seus pacientes olhando-os como um todo, não apenas os sintomas apresentados. Entendemos o paciente como um indivíduo e temos um olhar amplo, para compreender o que ele tem e como pode recuperar sua saúde”, finaliza o médico.


Laptite: dores nos ombros, cotovelos, punho e coluna

Tendinite, bursite, amigdalite, sinusite… Certamente que você conhece – ou ao menos ouviu falar – destas e tantas outras “ites”, que abalam a nossa saúde. Mas uma nova “ite” está acometendo grande parte da população mundial: a “laptite”, nova reação inflamatório assim chamada porque manifesta-se pelo uso excessivo de laptops, cada vez mais comuns e substituindo os computadores desktop.

“No computador tradicional, o monitor e o teclado podem e devem ser disponibilizados oferecendo conforto para o usuário, sem forçar sua coluna vertebral. Já no laptop, isso não acontece. E como é um aparelho portátil, pode ser levado para qualquer lugar e usado de qualquer forma, sem preocupações com postura. O monitor e o teclado são acoplados à máquina e isso prejudica a postura, podendo causar lesões e possíveis dores nos ombros, cotovelos, punhos e coluna”, explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o Dr. Haim Maleh, são cada vez mais comuns as queixas de pacientes que utilizam seu laptop com uma carga horária excessiva. Obviamente que a portabilidade do aparelho traz inúmeras vantagens ao seu usuário mas algumas dicas devem ser seguidas à risca, diz o médico. “Não se deve abrir mão das facilidades e benesses da alta tecnologia, claro. Mas se a pessoa tiver que usar seu laptop por muito tempo, precisa cuidar de alguns detalhes. Existem acessórios, fáceis de encontrar em lojas especializadas, que aumentam a altura do laptop, combatendo dores no pescoço. Manter a coluna reta, ereta, é fundamental. Quando for possível, o usuário deve adicionar um teclado extra, para sua digitação ser mais confortável, com apoio aos punhos”, enumera ele.

– É preciso fazer pausas programadas durante o uso do computador, com alongamentos. Isso é muito importante e saudável. Pare por dez minutos, faça alongamentos, ande um pouco, enfim, movimente-se. Isso certamente ajudará a evitar possíveis lesões. E o uso de tablets deve ser feito com o aparelho apoiado em uma mesa, para evitar dores nos punhos e mãos – finaliza o médico.


Mesoterapia é uma ótima opção para processos inflamatórios, como tendinites, artrites e artroses

Técnica nascida e desenvolvida na França, a mesoterapia pode ser uma excelente opção para tratamento complementar de processos inflamatórios e dolorosos que se manifestam nas cervico/lombalgias, tendinites, bursites, artrites, artroses, estiramentos e traumatismos. “Essa técnica foi criada pelo Dr. Michel Pistor e consiste em injetar no tecido subcutâneo – são micro inoculações – misturas de medicamentos, com o objetivo de auxiliar no tratamento das patologias indicadas”, explica o Dr. Sergio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Ele explica que as aplicações são absorvidas e distribuídas pelo organismo do paciente, diluindo-se para órgãos como aparelho gastro-intestinal, hepático, cardiovascular e renal. “As composições utilizadas geralmente são antiinflamatórios, relaxantes musculares, vasodilatadores, cumarinicos, simpaticoliticos, entre outros, misturados a um analgésico. Representa uma nova via de administração de fármacos em pequenas quantidades na região onde é projetada a dor. É uma técnica habitualmente bem tolerada e desprovida de efeitos secundários relevantes”, acrescenta o reumatologista.

De acordo com o Dr. Sergio Rosenfeld, as aplicações de mesoterapia são feitas com intervalos de sete a dez dias e bons resultados já são alcançados entre a primeira e segunda dose. Aplicada ao lado de protocolos que podem incluir acupuntura, hidroterapia e outros, a mesoterapia traz resultados expressivos, devolvendo ao paciente qualidade de vida. O CREB dispõe desta técnica, que deve ser solicitada sempre por médicos.



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