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Manipulação vertebral está disponível no CREB

Conjunto de manobras e técnicas físicas, feitas a mão e sem aparelhos, a manipulação vertebral tem como objetivo o desarme de pontos gatilho-vertebrais (trigger-points) que são os locais, na coluna vertebral, onde a dor se origina. “A manipulação ver...

Conjunto de manobras e técnicas físicas, feitas a mão e sem aparelhos, a manipulação vertebral tem como objetivo o desarme de pontos gatilho-vertebrais (trigger-points) que são os locais, na coluna vertebral, onde a dor se origina. “A manipulação vertebral realiza pequenos reajustes das facetas intervetebrais, e como consequência temos o relaxamento muscular e o alívio da dor. É uma excelente opção para diversos quadros, como dores de coluna lombar, cervical, dores do meio das costas, dores erradicadas para os braços ou pernas, tonteiras, formigamentos, entre outros”, garante o fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Antônio d’Almeida, um dos poucos médicos especializados em manipulação vertebral no Brasil,  formado nesta técnica há 20 anos, na França.

52% das enxaquecas são de origem muscular

 

Segundo ele, as estatísticas comprovam que 52% das enxaquecas são de origem muscular, que aparecem a partir de um pequeno desalinhamento entre as 2ª e 3ª vértebras cervicais.

“Em uma sessão eliminamos a dor e com mais alguns encontros realinhamos a coluna e a enxaqueca some”, garante o médico. Ele explica que há três técnicas que se utilizam da mobilização vertebral, cada qual com suas particularidades: a oriental, chamada quiropraxia, a linha americana, conhecida como osteopatia e a linha européia, a manipulação vertebral. “A osteopatia pode ser praticada, por exemplo, por fisioterapeutas, mas apenas e tão somente médicos podem exercer a manipulação vertebral. As estatísticas mostram as diferenças entre as técnicas: segundo os estudos, 23,5% dos atendimentos de quiropraxia produzem algum tipo de lesão leve ou moderada no paciente; 10,5% dos atendimentos de osteopatia produzem essas lesões e apenas em 2,75% dos casos atendidos por um manipulador vertebral geram problemas posteriores”, acrescenta ele.

O Dr. Antônio pontua que a manipulação vertebral está disponível no CREB. Na primeira sessão, é feita uma radiografia da coluna do paciente para se identificar desalinhamentos. Já nesta consulta o trabalho de manipulação vertebral é iniciado. E os resultados são excelentes. “Em casos de lombalgia, por exemplo, temos uma melhora de até 80% dos pacientes e em caso de hérnia de disco a melhora chega a 52%”, relata o médico do CREB.


Paciente com dores precisa ser escutado

A dor é subjetiva e sentida de forma individual. Cada um de nós tem seus limites. Mas a dor que incapacita pode trazer problemas ainda maiores, como alterações de humor e até depressão. Desde fevereiro, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Bot...

A dor é subjetiva e sentida de forma individual. Cada um de nós tem seus limites. Mas a dor que incapacita pode trazer problemas ainda maiores, como alterações de humor e até depressão. Desde fevereiro, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece aos seus pacientes, sem custo algum, aconselhamento psicológico, ampliando, assim, os resultados dos tratamentos propostos.

Toda manifestação ou queixa de dor precisa ser ouvida, reconhecida e acolhida

 

– Não há como se possa mensurar a dor do outro. Todo tipo de manifestação ou queixa de dor precisa ser ouvida, reconhecida e acolhida. Muitas vezes esta dor é um grito de alerta, pouco importando ser física ou psicológica para quem a sente, o importante é que precisa ser tratada e aliviada – explica a psicóloga Daniela Maleh, do CREB.

A profissional explica que a dor pode gerar transtornos no dia-a-dia do paciente, interferindo negativamente na rotina.

– Contar com apoio nessas horas é muito importante e pode fazer toda a diferença. O CREB, por meio de  sua equipe de médicos, fisioterapeutas e psicóloga, entende essa necessidade e está preparado para ajudar seus pacientes nesse processo de tratamento e de compreensão – garante ela.

O objetivo, segundo a psicóloga do CREB, é apoiar o paciente e ajudá-lo a lidar, tratar e solucionar a dor que tanto o prejudica no seu dia-a-dia, afetando sua qualidade de vida. Este serviço está disponível e para maiores informações, basta se dirigir à recepção ou ligar para 3182-8282.


Avaliar dores nos pés, com um especialista, é fundamental

Intitulada “Os pés brasileiros”, uma ampla pesquisa com nada menos do que 26.339 pessoas mostrou que nada menos do que 31% dos entrevistados têm algum problema nos pés, em sua maior parte causados por desconforto com o uso de sapatos. A pesquisa reve...

Intitulada “Os pés brasileiros”, uma ampla pesquisa com nada menos do que 26.339 pessoas mostrou que nada menos do que 31% dos entrevistados têm algum problema nos pés, em sua maior parte causados por desconforto com o uso de sapatos. A pesquisa revelou, também, que 77,2% dos homens e 87,6% das mulheres relataram sentir algum tipo de dor nos pés quando praticam alguma atividade física.

Pesquisa revela que 31% dos entrevistados têm algum problema nos pés

– Nossos pés garantem, quando sadios, a sustentação e o deslocamento de nosso corpo, suportando cargas enormes ao longo da marcha, da corrida e do salto sem qualquer dor ou desconforto. Damos milhares de passos a cada dia, e somos capazes de realizar tarefas sofisticadas e graciosas como as desenvolvidas no campo das artes e dos esportes. Mesmo sob essas condições de carga e trabalho, os pés são capazes de se recuperar rapidamente de pequenas lesões e abusos, retornando integralmente às suas funções originais – explica a Dra. Flávia Junqueira, ortopedista especialista em pés do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, não é apenas na prática de esportes que sentimos dor ou desconforto nos pés. A médica do CREB pontua que, na maior parte das vezes, não damos muita atenção a dor no pé, crendo que seja algo corriqueiro e passageiro. Procurar um especialista para uma avaliação, no entanto, é fundamental.

– Existe um exame muito moderno, que temos aqui no CREB, chamado Baropodometria Computadorizada Dinâmica. Por meio dele, podemos avaliar a caminhada do paciente e diagnosticar uma série de problemas que acomete os pés, como, por exemplo, joanete/hálux valgo, pé chato (plano), fasciite plantar e esporão calcâneo. Gente com peso acima do normal, que não pratica exercícios físicos regulares, ou mesmo atletas, devem procurar um especialista para uma avaliação. Uma simples dor pode se transformar em um quadro crônico. O caso piora para as mulheres, que por questões estéticas usam e abusam de sapatos de salto alto e bico fino, que são agravantes para queixas dolorosas nos pés – finaliza ela.



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