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Joelho do corredor, uma das principais lesões provenientes do esporte

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Popularmente conhecida como “joelho do corredor”, a Síndrome do Trato Iliotibial é uma das mais comuns lesões que acometem corredores e ciclistas – profissionais e amadores. Segundo as estatísticas, é a segunda lesão mais comum em joelhos de esportistas, atingindo 15% das lesões provenientes do esporte. “Trata-se da inflamação do tendão devido ao constante atrito sobre o côndilo femural, causado por repetitivos movimentos de flexão e extensão do joelho. Os atletas mais acometidos são aqueles que apresentam fraqueza e desequilíbrio dos músculos flexores e extensores do joelho, o que sobrecarrega a função do trato iliotibial, que deixa de lado seu papel de músculo auxiliar do movimento, passando a fazer o papel de flexor e extensor do joelho”, explica o ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e do Clube de Regatas do Flamengo.

“O trato iliotibial é uma banda muscular originada no osso ilíaco do quadril e que estende-se por toda a face lateral da coxa, passando por cima do côndilo femural até a inserção do seu tendão no tubérculo de Gerdy na tíbia (face lateral do joelho). Ele tem a função de estabilizar o quadril e o joelho lateralmente e auxiliar o quadríceps a realizar a extensão da perna e os músculosisquiotibiais a realizarem a flexão da perna”, explica o Dr. João Marcelo. Segundo ele, a síndrome do trato iliotibal traz hipersensibilidade, sensação de queimação e dor na face lateral do joelho. Essas dores aumentam conforme o ritmo do movimento, e são comuns logo no início da atividade física. Posteriormente, podem limitar momentaneamente os movimentos de flexão e extensão do joelho. “As dores podem desaparecer após o repouso, mas sempre volta quando a pessoa volta a realizar seu exercício físico”, pontua o médico.

O tratamento utiliza anti-inflamatórios, repouso e fisioterapia

Para avaliar essa lesão, o médico fará exame clínico, testes de força muscular e também poderá solicitar exames de imagem de ultrassom e ressonância magnética. “O tratamento utiliza anti-inflamatórios, repouso e fisioterapia. No CREB contamos com protocolos que podem incluir acupuntura e hidroterapia, além de pilates terapêutico. É preciso alongar e fortalecer a região, em busca do reequilíbrio muscular e articular. Treinar com dor não é nada saudável. O atleta, amador ou não, precisa procurar um médico ao menor sinal de dor. Porque se ele sentir dor, é porque algo está acontecendo”, finaliza.


Dor nas articulações facetarias: a segunda maior causa de visita a médicos

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As estatísticas são severas: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial teve, tem ou terá dor na coluna. Isso significa que a cada cem pessoas, apenas 15 estarão livres deste problema. A dor lombar é a segunda maior causa...

As estatísticas são severas: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial teve, tem ou terá dor na coluna. Isso significa que a cada cem pessoas, apenas 15 estarão livres deste problema. A dor lombar é a segunda maior causa de visitas aos consultórios médicos, e 25% desses pacientes têm dor crônica, com acometimento de mais de seis meses. Metade dessas pessoas sofrem com dor nas articulações facetárias.

Há várias formas de se tratar dores na coluna, que incluem medicamento e reabilitação física

26“Nossas vértebras se unem por meio de três articulações, sendo o principal o disco invertebral. Na parte posterior da vértebra estão as outras duas articulações, as chamadas facetas intervertebrais. Elas são articulações sinoviais, apresentando uma cartilagem, envolvida por uma capsula preenchida pelo líquido sinovial. São responsáveis por aproximadamente 20% de toda a carga que a nossa coluna suporta. A dor na lombar pode estar relacionada a uma inflamação no local, pequenos traumas na cápsula fibrosa ou degenerações articulares, quase sempre relacionadas ao avanço da idade. A dor se localiza na região inferior das costas. E pode irradiar para os membros”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o Dr. Márcio, ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado. “Quanto mais cedo iniciarmos o tratamento, mais rapidamente vamos alcançar nossos objetivos. Ao passo que um tratamento adiado pode piorar o quadro e trazer novos problemas. Há várias formas de se tratar dores na coluna, que incluem medicamento e reabilitação física. No CREB, utilizamos protocolos que incluem acupuntura, pilates terapêutico, hidroterapia e RPG, que nos apresentam excelentes resultados. Ninguém precisa sentir dor”, garante o ortopedista.


Síndrome do Piriforme - tratamento sem cirurgia

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Sente uma dor constante e profunda na região glútea, que pode ser irradiada para a coxa, com possível limitação de movimento?

Essa é a principal consequência da Síndrome do Piriforme, causada, entre outros motivos, pelo hábito de ficar muito tempo sentado, exagerados exercícios físicos para os glúteos, variações anatômicas nas quais o nervo ciático passa pelo ventre do músculo piriforme, presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o livre movimento do nervo e alterações intra-pélvicas.

Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada

O piriforme é um músculo que está localizado na região do quadril. Ele está bem próximo do nervo ciático e pode causar sua compressão, o que traz dor no local, podendo irradiar para a perna”, explica ele. Para diagnosticar essa síndrome, o médico fará uma avaliação clínica do paciente e poderá solicitar ultrassonografia, raio-x, ressonância magnética e um exame chamado eletroneuromiografia.

No CREB, contamos com um moderno exame chamado Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada, muito preciso e indolor, não invasivo, que indica qual músculo ou grupo muscular está hipotônico e deve ser fisicamente reabilitado. É preciso diferenciar a Síndrome do Piriforme de dores oriundas da coluna vertebral.

Para tratar a síndrome, são utilizados, segundo o médico do CREB, anti-inflamatórios, analgésicos e cinesioterapia. Na nossa clínica, optamos por protocolos que podem incluir hidroterapia, pilates terapêutico, eletroterapia e acupuntura, o que nos garante uma resposta mais rápida e alívio da dor. Mas se o problema persistir, podemos utilizar o Tratamento Por Ondas de Choque (TOC). São de três a cinco sessões, com excelente resposta.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

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  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
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