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Síndrome do túnel de carpo: ao menor sinal de dor no pulso, um médico deve ser consultado

Dor, formigamento, dormência e fraqueza nos dedos e polegares. Esses são os principais sintomas da Síndrome do túnel do carpo, uma neuropatia causada pela compressão e irritação do nervo mediano no punho. “O túnel do carpo é um canal ósseo localizado...

Dor, formigamento, dormência e fraqueza nos dedos e polegares. Esses são os principais sintomas da Síndrome do túnel do carpo, uma neuropatia causada pela compressão e irritação do nervo mediano no punho. “O túnel do carpo é um canal ósseo localizado no lado da palma do punho. O nervo é comprimido ali dentro, e as principais causas são por micro trauma de trabalho repetitivo. Operadoras e pessoas que passam o dia digitando são sérios candidatos à esta síndrome. Mas há alguns fatores predisponentes, como a obesidade, gravidez, artrite, diabetes e hipotireoidismo”, explica o ortopedista Francisco Wernerck, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

As principais causas são por micro trauma de trabalho repetitivo

Segundo o ortopedista do CREB, portadores de síndrome do túnel de carpo também podem sentir dor no braço e no ombro. Outra queixa comum é uma sensação de que os dedos estão inchados. “Muitas vezes, o paciente encontra problemas segurar objetos. Há relatos, inclusive, de um sentimento de falta de coordenação também. O problema pode se estender por meses, até anos, se não tratado adequadamente”, garante o Dr. Francisco. Ele alerta que pode haver uma associação entre a síndrome do túnel de carpo com a artrite. O exame é clínico, mas o médico poderá pedir exames de imagens.

Já o tratamento, acrescenta o médico, depende da gravidade do caso e certamente inclui fisioterapia, acupuntura e uso de medicamentos específicos. “Ao menor sinal de dor no punho, um médico deve ser consultado. Principalmente profissionais que utilizam as mãos o dia inteiro, como digitadores, por exemplo. Uma boa atitude preventiva é evitar a flexão e extensão dos punhos várias vezes. Alongamentos na região também são bem-vindos”, finaliza ele.


Dois terços da população brasileira sentem dor lombar

As estatísticas revelam o tamanho do problema: 85% das pessoas em todo o mundo têm, tiveram ou irão ter dor na coluna, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, dois terços da população, gente de todas as idades, sentem dor lombar crôn...

As estatísticas revelam o tamanho do problema: 85% das pessoas em todo o mundo têm, tiveram ou irão ter dor na coluna, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, dois terços da população, gente de todas as idades, sentem dor lombar crônica (DLC). A doença está em segundo lugar entre os problemas de saúde mais comuns da humanidade. O problema é que muita gente ainda prefere encarar a dor lombar como um problema menor, que pode ser tratado com um anti-inflamatório comprado na farmácia da esquina.

Ledo engano. “Muita gente prefere acreditar que aquela dorzinha chata é proveniente de uma noite mal dormida ou uma sobrecarga de peso, talvez um mal jeito qualquer, mas a dor lombar é um problema sério, que precisa ser tratado por um especialista. A dor pode se tornar constante e alterar a qualidade de vida do paciente. Muitas vezes, a pessoa mal consegue andar, de tanta dor que sente. A verdade é que ao menor sinal de dor lombar, um médico deve ser procurado. Mesmo porque, quanto mais cedo tratar, mais fácil será corrigir o problema”, garante o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A doença está em segundo lugar entre os problemas de saúde mais comuns

Segundo Taubman, a dor lombar pode ter várias causas, inclusive estresse. Além dos sintomas, o médico contará com exames físicos e de imagens para diagnosticar o paciente. O tratamento conta com medicamento específico, além de protocolos de reabilitação física que incluem acupuntura, pilates, hidroterapia e RPG. “A atividade física orientada é fundamental nesse caso. É preciso buscar o reforço do músculo. O pilates, nesse caso, é excelente. No CREB, temos um estúdio completo, e o paciente será assistido por fisioterapeutas”, acrescenta o Dr. Márcio.

Um estudo realizado com 15.974 pacientes, pela National Spine Network, comprou que há uma relação direta entre a dor lombar e a obesidade. Os pacientes foram classificados por diferentes graus de obesidade e o estudo demonstrou que há uma correlação forte entre o grau de obesidade e a lombalgia – inflamação da lombar. “Há de fato essa correlação entre a obesidade e a dor lombar. Esse e outros estudos demonstram que a dor lombar é mais forte em pessoas mais obesas. Além disso, quanto mais obesa a pessoa for, mais chances ela tem de desenvolver uma lombalgia, piorando sua qualidade de vida. Pacientes com lombalgia e muito obesos têm, em geral, maior compressão de raízes nervosas e alterações neurológicas”, afirma o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB.


Viscossuplementação traz excelentes resultados no tratamento para artrose

A artrose, uma doença lenta e progressiva, que degenera a cartilagem articular, é responsável, segundo o Ministério da Saúde, por 30% a 40% das consultas em consultórios de reumatologia e por 7,5% dos afastamentos de trabalho. A doença pode provocar...

A artrose, uma doença lenta e progressiva, que degenera a cartilagem articular, é responsável, segundo o Ministério da Saúde, por 30% a 40% das consultas em consultórios de reumatologia e por 7,5% dos afastamentos de trabalho. A doença pode provocar dor, crepitação, inchaço, redução de movimentos e até mesmo a impossibilidade de caminhar ou de realizar atividades corriqueiras, como vestir sozinho uma blusa, escovar os dentes ou mesmo amarrar o sapato.

“A artrose apresenta uma degeneração progressiva das articulações, e as principais causas da doença são a idade, a sobrecarga mecânica das articulações e traumas. Ela é classificada do grau 1 (o mais leve) até o grau 5 (os mais graves). O tratamento é individualizado e naturalmente depende do grau e da idade do paciente”, explica o ortopedista Marcelo Alvim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, além do uso de medicamentos específicos, o tratamento da artrose utiliza protocolos de reabilitação física, que incluem fisioterapia, hidroterapia, cinesioterapia específica, eletroterapia, RPG e acupuntura.

A viscossuplementação alivia a dor e o restabelece o movimento

Além destes protocolos, um novo e moderno tratamento, disponível no CREB, alcança excelentes resultados, tanto para casos leves como mais graves. Trata-se da viscossuplementação, injeções intra-articulares de ácido hialurônico, o mesmo componente que já existe no líquido sinovial de uma articulação saudável. As injeções são aplicadas por médico especialista, no próprio consultório, “Com o passar do tempo e o processo de artrose, o líquido sinovial perde sua capacidade funcional. A viscossuplementação tem sido usado como excelentes resultados. Muitas vezes, evita até mesmo a necessidade de cirurgia. A viscossuplementação, é bom esclarecer, não é um corticoide ou um anti-inflamatório que tem efeitos colaterais. As injeções trazem alívio para a dor e melhora o movimento, devolvendo a qualidade de vida perdida”, complementa o ortopedista do CREB e professor da UFRJ, Clovis Munhoz.

O Dr. Clovis explica que geralmente não há contraindicações para a viscossuplementação e que são feitas de três a cinco aplicações, podendo repetir o tratamento de seis meses a um ano depois. “A viscossuplementação é um excelente tratamento. Além de aliviar a dor, possibilita o restabelecimento do movimento. Obviamente que cada pessoa responde de uma forma ao tratamento, mas geralmente já se sente alívio um mês após a aplicação. O importante é devolver ao paciente a qualidade de vida perdida”, finaliza o ortopedista.



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