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Fibromialgia: Senado quer classificar como doença crônica

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A Comissão de Assuntos Sociais do Senado se reuniu no dia 17 de agosto e defendeu a classificação da fibromialgia como uma doença crônica. Os membros da comissão relataram que a doença ainda não é aceita por muitos médicos e de difícil diagnóstico, e...

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado se reuniu no dia 17 de agosto e defendeu a classificação da fibromialgia como uma doença crônica. Os membros da comissão relataram que a doença ainda não é aceita por muitos médicos e de difícil diagnóstico, e muitos pacientes sofrem preconceitos, já que a principal característica da fibromialgia são dores por todo o corpo, mas cujas causas são aparecem em exames.

A Comissão recebeu, na audiência, representantes do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, da Associação Brasileira de Fibromiálgicos (Abrafibro) e de médicos. Segundo o coordenador de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas do Ministério da Saúde, Sandro José Martins, presente ao encontro, a diretriz clínica para o controle do paciente com dor crônica apresenta a orientação para o paciente com fibromialgia, destacando a importância de tratamentos não farmacológicos, como acupuntura, exercícios físicos, terapia, entre outros. A senadora Ana Amélia, membra da comissão, informou que pretende propor um projeto para que a doença seja classificada como crônica.

A fibromialgia se caracteriza por dores por todo o corpo, cujas causas são aparecem em exames

A fibromialgia é uma das doenças reumatológicas que mais levam o paciente ao consultório do médico. De 3 a 5% da população pode apresentar esse quadro clínico, sendo que de 80 a 90% são mulheres, entre 30 e 60 anos. “A fibromialgia ainda é uma doença pouco conhecida. Pela dificuldade em se estabelecer um diagnóstico seguro devido à falta de objetividade dos exames radiológicos e laboratoriais, é muito importante que o paciente procure um reumatologista experiente com essa doença. Ele irá se basear em aspectos clínicos, na avaliação da história familiar e no exame físico do paciente”, explica o médico reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Antonio D’Almeida.

Segundo o médico do CREB, os principais sintomas da doença são dores por todo o corpo, nas articulações, nos músculos, na coluna vertebral, e nos tendões, além de dor de cabeça, sensibilidade ao frio, formigamento nos pés e ou nas mãos, tonteiras, desânimo, fadiga, dificuldades para dormir, sono não reparador e, por fim, desmotivação e tristeza. “A fibromialgia é uma doença de longa evolução, mas o tratamento individualizado pode controlar as dores e demais sintomas. Utilizamos medicamentos específicos e protocolos, que podem incluir hidroterapia, pilates, acupuntura e fisioterapia. É possível devolver a qualidade de vida perdida. O tratamento deve ser acompanhado por uma equipe interdisciplinar, com reumatologista, fisiatra e fisioterapeuta, para o devido acompanhamento do paciente”, explica o médico do CREB.

 

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Poliartrite: artrite que acomete cinco ou mais articulações tem tratamento

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Poliartrite é o nome que se dá a qualquer tipo de artrite que acomete cinco ou mais articulações do paciente.

A doença é, em geral, consequência de uma doença autoimune, como a artrite reumatoide, febre reumática, lúpus eritematoso, osteoartrite e outras, mas também pode ser causada por vírus ou bactérias.

“Essa doença é caracterizada pela inflamação de cinco ou mais articulações. O pescoço, os ombros, os cotovelos, mãos, quadris, pés e joelhos são as regiões mais afetadas. O paciente sente muita dor e pode apresentar inchaço, calor, rubor e até limitação ou incapacidade de movimento nas regiões atingidas”, explica o Reumatologista e fisiatra Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, é fundamental que o médico seja rapidamente consultado, ao menor sinal de dor, pois quanto mais cedo começar a tratar, mais rápido aparecerá o resultado.

O tratamento, diz o médico, é individualizado. Além de medicamentos, utiliza-se recursos fisioterápicos. “É preciso repousar e utilizar bolsa de água quente ou gelo, dependendo do caso. O sobrepeso é um grande inimigo da poliartrite. No CREB, optamos por protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia, em piscinas apropriadas, e outros procedimentos fisioterápicos. Temos tido sucesso no tratamento da doença, devolvendo ao paciente a qualidade de vida perdida”, garante o Dr. Eduardo.

Agende uma consulta agora mesmo no CREB.


Prática de pilates é excelente para o alívio de dores

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Quando um paciente procura o consultório de um médico, a primeira ideia que vem à sua cabeça é eliminar a dor que está sentindo. Obviamente que a missão do médico será diagnosticar a doença que acomete o paciente, e, por meio de tratamento específico...

Quando um paciente procura o consultório de um médico, a primeira ideia que vem à sua cabeça é eliminar a dor que está sentindo. Obviamente que a missão do médico será diagnosticar a doença que acomete o paciente, e, por meio de tratamento específico, curá-lo. Mas é a dor que incomoda o paciente, e eliminá-la é seu primeiro objetivo.

“A dor é a manifestação de uma disfunção. Não é causa, mas sim consequência. O médico deve buscar a causa, e tratá-la, mas o paciente tem sempre essa primeira demanda, que é parar de sentir dor. Temos, em nossa clínica, protocolos que incluem a acupuntura, e a prática de pilates também pode ser uma excelente opção, por exemplo, para quem sente dores lombares”, explica o fisiatra e Reumatologista Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, a prática de pilates visa, entre outros objetivos, reequilibrar as estruturas vertebrais, além de fortalecer os músculos. Dessa forma, atenua a dor. O dr. Antônio pontua que o Pilates melhora o condicionamento físico, a postura e até a respiração de quem pratica regularmente a atividade. “É uma excelente opção para quem tem dores lombares, seja por artrose, problema de postura, hérnia de disco ou outras causas. No caso do tratamento da lombalgia, o tratamento também é medicamentoso e, aqui no CREB, utilizamos a acupuntura, a hidroterapia, o RPG, a eletroterapia e a cinesioterapia, alcançando excelentes resultados”, acrescenta ele.



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