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Síndrome Cruzada Superior tem tratamento e resultados podem ser excelentes

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Embora tenha sido descrita e definida em 1979 como uma alteração postural levando ao encurtamento de alguns músculos e inibindo a força de outros em padrão cruzado, a Síndrome Cruzada Superior (Upper cross Syndrome) vem sendo sub-diagnosticada, muita...

Embora tenha sido descrita e definida em 1979 como uma alteração postural levando ao encurtamento de alguns músculos e inibindo a força de outros em padrão cruzado, a Síndrome Cruzada Superior (Upper cross Syndrome) vem sendo sub-diagnosticada, muitas vezes segmentada e não analisada de forma global no indivíduo. A correria estressante do dia a dia e a utilização cada vez mais de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, têm aumentado exponencialmente o índice de pacientes que apresentam essa síndrome, apresentando uma postura com anteriorização da cabeça, aumento da lordose cervical e cifose dorsal e elevação e anteriorização do ombro e escápula alada, o que provoca um “desembalanço” muscular acentuado.

A Síndrome Cruzada Superior  vem sendo sub-diagnosticada

“Os desequilíbrios musculares padrões são o encurtamento na parte dorsal dos músculos trapézio (fibras superiores) e elevador da escápula, na parte ventral encurtamento dos músculos peitorais (maior e menor) e devido a essas hipersolicitações/tensões há uma inibição cruzada, sendo na região frontal fraqueza de flexores profundos cervicais e serrátil anterior, cruzando dorsalmente fraqueza nas porções medial e inferior do músculo trapézio e rombóides. O diagnóstico realizado de forma separada, seja ele de patologia apenas cervical, ou apenas de patologia do ombro, não soluciona o quadro clínico do paciente como um todo, por isso a porcentagem de pacientes que retornam com recidiva das dores é alta, pois só parte do problema foi solucionado”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, quando se fala do ombro, “a postura de anteriorização de cabeça cria uma cascata de compensação postural, diminuindo a estabilização da articulação, principalmente devido a fraqueza do músculo serrátil anterior alterando o posicionamento da escápula (escápula alada). Esta perda de estabilidade decorrente da escápula alada faz com que a atividade dos músculos elevador da escápula e trapézio superior aumente a sua tensão, criando um ciclo vicioso para poder prover estabilidade ao complexo do ombro, intensificando o desequilíbrio muscular e aumentando o padrão postural patológico”. O ortopedista do CREB explica que os principais sintomas desta síndrome são dor de cabeça, tensão cervical, dor na região dorsal, dor e crepitação no ombro e leve formigamento que se estende pelo membro superior.

A boa notícia é que o tratamento pode apresentar excelentes resultados, com correção postural e fortalecimento muscular. “No CREB adotamos protocolos que incluem a RPG, o pilates terapêutico e acupuntura, e os resultados têm sido excelentes. Ao menor sinal de dores, é preciso consultar um médico especialista”, finaliza o Dr. Márcio.


Artrose no quadril: tratamento deve começar imediatamente

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Desconforto e uma sensação de rigidez na virilha, nádega ou coxa, ao acordar, pela manhã, são os primeiros sinais. Ao longo do dia, em movimento, as dores ficam mais fortes, mas melhoram quando há uma pausa para um descanso. Com o tempo, o alívio da...

Desconforto e uma sensação de rigidez na virilha, nádega ou coxa, ao acordar, pela manhã, são os primeiros sinais. Ao longo do dia, em movimento, as dores ficam mais fortes, mas melhoram quando há uma pausa para um descanso. Com o tempo, o alívio da dor diminui mesmo sem movimento, e a articulação do quadril fica “dura”. Esse é o quadro da artrose de quadril, que atinge um número cada vez maior de pessoas. Só nos Estados Unidos, mais de 10 milhões de norte-americanos estão diagnosticados com a doença no quadril.

“A cartilagem se desgasta e à medida que isso acontece os ossos começam a se atritar uns nos outros, o que causa dor durante o movimento. Com a aceleração desse processo, além da dor constante, a pessoa tem dificuldade de cruzar as pernas, de colocar meias e sapatos, lavar o pé, caminhar, dormir à noite, não consegue ficar em pé por longos períodos e tem uma marcha prejudicada. É muito importante que o tratamento comece cedo, pois assim será mais fácil devolver a qualidade de vida perdida. Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um médico especialista”, alerta o Reumatologista e Fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e professor de reumatologia da UFF.

Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um médico especialista

Além do exame clínico, o médico poderá solicitar um raio-x ou mesmo uma tomografia ou uma ressonância magnética para diagnosticar a artrose. Mas para um melhor resultado do tratamento, também poderá ser solicitado uma avaliação muscular isocinética por dinamometria computadorizada, moderno exame que indica exatamente o grupo muscular fragilizado, permitindo foco na reabilitação e, assim, resultados mais rápidos. “Idade avançada, obesidade e alguma lesão que tenha forçado a cartilagem do quadril, além de histórico familiar, são os principais fatores de risco da artrose”, explica o Dr. Haim.

A boa notícia é que é possível restabelecer a qualidade de vida perdida. Há tratamento para a artrose do quadril, que inclui medicamentos específicos e a utilização de protocolos que incluem hidroterapia (em piscina especial para essa atividade, com a temperatura da água entre 32 e 34 graus centígrados, com as duas piscinas disponíveis no CREB exclusivamente para esse fim, além de Pilates, acupuntura, RPG e fisioterapia. “O tratamento é individualizado. Temos alcançado sucesso, eliminando a dor e devolvendo ao paciente uma boa mobilidade articular. Em muitos casos, temos usado a viscossuplementação, para restaurar a qualidade visco elástica da articulação, melhorando a dor e a mobilidade da articulação. O importante é que podemos devolver a qualidade de vida perdida, mas reforço que ao menor sinal de dor, é preciso procurar um especialista”, finaliza o Dr. Haim.


CREB unidade Méier - Um novo espaço, com o mesmo compromisso com a sua saúde

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CREB - Unidade Meier Um novo espaço, com o mesmo compromisso com a sua saúde

O CREB inaugurou sua primeira unidade na Zona Norte do Rio de Janeiro — agora no coração do Méier. A CREB Unidade Méier chega com estrutura moderna, tecnologia de ponta e a equipe especializada em Ortopedia e Reabilitação que você já conhece e confia.

O CREB é referência nacional em saúde musculoesquelética, unindo: Infraestrutura moderna, Tecnologia avançada, Atendimento humanizado, Profissionais altamente qualificados. Tudo na maior rede de Clínicas de Ortopedia do Brasil. A expansão para o Méier reforça nosso compromisso: levar cuidado especializado para mais perto de você. Venha nos visitar:

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