Como reduzir o risco de queda?
Assuma um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo.
Na medida que envelhecemos, nossos reflexos ficam mais lentos e nossos ossos tornam-se mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda.
Quem apresenta um risco maior de sofrer uma queda?
Pessoas com mais de 65 anos, com quatro ou mais desses fatores de risco, aumentam o risco de queda:
- Uma história prévia de quedas.
- Artrite ou artrose
- Depressão.
- Tonteira.
- Doença crônica, tal como diabetes, obesidade.
Outros fatores de risco significativos são:
- Fraqueza do corpo inferior.
- Deficiência de vitamina D.
- Uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos).
- Problemas de visão.
- Dor no pé ou calçado ruim.
- Riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes.
Como reduzir o risco de queda ?
1– Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o Pilates permite ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.
2- Avalie sua pisada. A Baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas.
3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda.
4- Modifique o seu ambiente. Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha os objetos que você costuma usar habitualmente, acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.
Assuma um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo.
CREB inova mais uma vez: novos serviços Fix It e Elastic já estão à disposição
Novas soluções terapêuticas que estão provocando uma revolução na Ortopedia
Faz parte do DNA do Centro de Reumatologia e Ortopedia – CREB – inovar e oferecer aos seus pacientes o que há de mais moderno quando se fala em tratamentos de doenças musculoesqueléticas. Foi assim, por exemplo, quando fomos uma das primeiras clínicas de ortopedia e reumatologia a oferecer aos seus pacientes o raio-X digital e o Tratamento de Ondas de Choque (TOC).
O CREB volta a inovar, ao oferecer duas novas soluções que estão provocando uma revolução em suas áreas de atuação: o Fix It e o Elastic. “Faz parte da história do CREB se antecipar e buscar as melhores e mais modernas opções de tratamento para os nossos pacientes. Não à toa, somos considerados uma referência em ortopedia e reumatologia. Unimos o tratamento individualizado e humanizado a um corpo clínico especializado e extremamente experiente e as mais modernas técnicas e tratamentos. Estamos sempre atentos aos lançamentos em nossa área”, garante o Dr. Rodrigo Kaz, ortopedista do CREB.
Fix It: adeus ao gesso
Só quem já precisou imobilizar pernas ou braços sabe o quão desagradável é utilizar o gesso. A garotada até gosta de assinar e fazer desenhos sobre ele, mas seu uso incomoda, provoca coceira e calor e requer cuidados no banho e em dias de chuva porque simplesmente não pode molhar. Isso sem falar no peso que o gesso tem.
“O Fix It é uma órtese que utiliza plástico biodegradável e é impresso em 3D, substituindo o uso do gesso e oferecendo uma experiência muito mais agradável para o paciente. Pode molhar à vontade, é leve, como tem grandes furos é arejado, não é alergênico, é biodegradável e permite que o paciente leve uma vida absolutamente normal. Ele até esquece que está usando uma órtese”, explica a fisioterapeuta Tatiana Matos, do CREB.
De acordo com o fabricante, mais de 5 toneladas de gesso já deixaram de se descartadas no meio ambiente por conta desta inovação, utilizada em dez países. São mais de 20 soluções disponíveis para os pacientes, entre imobilizadores de punho, mãos, dedos, braço e antebraço. “O Fix It se molda perfeitamente para cada paciente. A instalação é limpa e imediata e a órtese é higienizável, resistente e, se não bastasse, é bonita. E o resultado é muito bom”, ressalta Tatiana, pontuando que o CREB é uma das primeiras clínicas a oferecer esta tecnologia de ponta.
Elastic, a novidade para medir potência muscular
Outra inovação que o CREB traz para os seus pacientes em primeira mão é o Elastic, uma nova tecnologia que mede a potência muscular do paciente. “Este aparelho diagnostica a fraqueza muscular e aponta o tratamento ideal para o problema apresentado. É um software e um dinamômetro capazes de captar a força muscular do paciente em diversas partes do corpo. O software disponibiliza para o médico assistente gráficos e relatórios extremamente úteis para a avaliação”, explica o ortopedista do CREB.
Segundo o Dr. Rodrigo, o uso do Elastic é indicado em casos de fraqueza muscular, pós-engessamento, pós-covid, pós-internação e para qualquer paciente que esteja sentindo perda de força por algum motivo. “Essa tecnologia de ponta é um importante aliado na definição do melhor tratamento em reabilitação. Mais uma vez, estamos na vanguarda do cuidado na recuperação de seus pacientes, oferecendo o que há de mais moderno e efetivo quando se fala em doenças musculoesqueléticas”, garante o ortopedista do CREB.
Dieta e Osteoporose
erá que existe algum segredo para mantermos nossos ossos saudáveis? A nossa dieta pode auxiliar de alguma forma na preservação da qualidade óssea? Quais são os alimentos essenciais para quem tem osteoporose?
Será que existe algum segredo para mantermos nossos ossos saudáveis? A nossa dieta pode auxiliar de alguma forma na preservação da qualidade óssea? Quais são os alimentos essenciais para quem tem osteoporose? Essas são algumas perguntas que nos deparamos diariamente sobre a influência da dieta no tratamento da osteoporose.
Atualmente é recomendado a ingestão diária de 1000 a 1500mg de carbonato cálcio e de 800 a 1000 ui de vitamina D. Essa dose de cálcio e vitamina D é facilmente encontrada nas farmácias em comprimidos que fornecem a dose necessária, porém muitas vezes a ingestão desses comprimidos leva a para-efeitos no aparelho digestivo, dentre eles a constipação. Somando-se a isso, nos comprometer a usar diariamente
mais alguns comprimidos, além do remédio para pressão alta, diabetes… pode tornar-se uma tarefa mais difícil ainda. Como podemos usar a dieta a nosso favor? Que alimentos podem substituir os comprimidos de cálcio?
O cálcio é um mineral fundamental na constituição de ossos e dentes sendo também fundamentais para melhorar a contração muscular e o ritmo cardíaco. O cálcio é um dos mais importantes elementos do corpo humano: todas as células necessitam de cálcio para funcionarem corretamente. No corpo humano o cálcio encontra-se em 3 locais:
- no esqueleto, o armazém; onde se encontra guardado 95% do cálcio nas células;
- no sangue, onde circula para as células;
- nos órgãos que dele necessitam.
O nosso corpo não consegue fabricar cálcio, por isso todo ele vem da alimentação (ou de suplementos). O cálcio é um dos responsáveis pela força e resistência dos ossos nas várias etapas da vida:
- na infância e na adolescência: fundamental para o crescimento do esqueleto;
- até aos 25-35 anos: importante para a obtenção do pico de massa óssea;
- a partir dos 35 anos: necessário para repor a perda de osso que se começa a verificar;
- na gravidez e na amamentação as necessidades são maiores: cálcio para a mãe e para o bebê;
- após a menopausa: com a falta de estrogêneo, é necessário para evitar a perda rápida de osso;
- depois dos 65 anos: a absorção pelo intestino é pior, pelo que é necessário ingerir mais.
O nosso osso não é capaz de armazenar todo o cálcio que necessitamos, caso não haja uma ingestão adequada do mesmo. Pelo contrário, se o nosso consumo diário de cálcio for menor que o necessário, o cálcio é retirado dos nossos ossos e é utilizado. Por isso você já deve ter ouvido falar em fazer uma “caderneta de poupança” de cálcio, quanto mais consumirmos, melhor, principalmente na infância e adolescência.
Porém deve-se sempre lembrar que níveis adequados de vitamina D no sangue são fundamentais para absorção do cálcio pelo nosso corpo. Sem a vitamina D, nada adianta.
O cálcio não precisa ser ingerido apenas sob a forma de leite ou derivados, como queijo e iogurte. Esses alimentos são a fontes de cálcio mais popularmente conhecidas. No caso de pacientes com intolerância à lactose o consumo de leite e derivados deve ser substituído por outras fontes de cálcio. Segue abaixo uma lista das principais fontes de cálcio:

Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619