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Ortopedista do CREB ensina como fugir da dor nas costas

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Ortopedista do CREB ensina como fugir da dor nas costas

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% das pessoas de todo o planeta já sentiram, sentem ou sentirão dor nas costas. Ou seja, se depender das estatísticas, é mesmo muito difícil fugir deste problema. O sobrepeso, o fumo, a falta de prática de exercícios físicos regulares, uma alimentação não saudável e vícios de postura complicam ainda mais esse quadro, e não sentir dor nas costas torna-se algo muito difícil.

A boa notícia é que alguns cuidados no dia a dia poderão lhe ajudar muito a ter uma coluna saudável, sem dores e sem problemas. O ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dá pequenas dicas, que podem fazer toda a diferença. Quando realizamos atividades domésticas, por exemplo, o Dr. Marcio diz que é fundamental evitar trabalhar com o tronco totalmente inclinado se estiver em pé:

  • Ao passar roupa, por exemplo, a tábua deve estar a uma altura suficiente para que a pessoa não se incline. Utilize um apoio para os pés alternando-os sempre que houver algum incômodo. Ao calçar sapatos, não incline o corpo até o chão. Sentado, você deve trazer o pé até o joelho e se calçar. Ao pegar algo pesado, abaixe flexionando os joelhos, sem curvar a coluna, e levante-se transferindo a carga par aos músculos da perna – ensina.

A hora do sono também merece atenção:

  • O colchão deve ser semirrígido ou de espuma, de forma que distribua bem o peso do corpo. Se dormir de lado, utilize um travesseiro entre as pernas, que deve estar dobradas. Dormir de bruços não é bom para a coluna. Se você gosta de dormir de barriga pra cima, coloque um travesseiro debaixo dos joelhos – relata.

No trabalho, o Dr. Marcio diz que é preciso alongar membros inferiores a cada duas horas, por exemplo.

  • Quem trabalha sentado deve estar atento para a posição dos braços, que devem ficar pendidos ao longo do corpo ou os antebraços apoiados na mesa de trabalho. Para quem trabalha no computador é fundamental que a tela ou monitor fique na altura do olhar para o horizonte, mantenha o queixo paralelo ao chão. Para ler, evite ao máximo ter que baixar a cabeça, se for preciso adquira um suporte de livros. Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado – explica o ortopedista do CREB.

O componente genético influencia as doenças articulares? Reumatologista do CREB responde

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O componente genético influenciando o aparecimento de doenças articulares

“O envelhecimento de forma saudável, sem a presença de doenças crônicas, está diretamente relacionado à presença de uma carga genética formada por ‘genes bons’. Da mesma forma, quando as pessoas ficam doentes, com uma doença grave, os ‘genes ruins’ herdados podem ser uma causa. É importante notar que a maioria das doenças não é determinada apenas por fatores genéticos. O estilo de vida sedentário, uma dieta desregrada e exposição a fatores ambientais podem desencadear principalmente doenças metabólicas”.

A afirmação é da Dra Euriana Travagim, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia. Segundo ela, é muito comum que pacientes perguntem se existe um componente genético influenciando o aparecimento de doenças articulares e, entre elas, quais possuem um componente genético. A osteoartrite, mais conhecida como artrose, por exemplo, é uma das doenças ostearticulares mais comuns, caracterizada pelo desgaste da cartilagem, resultando na degeneração da articulação, ocorrendo predominantemente à partir dos 60 anos de idade.

“Tal doença está intimamente relacionada a influência de outros fatores, como obesidade, lesões articulares prévias, envelhecimento . Porém existem formas hereditárias de osteoartrite que são causadas por mutações nos genes do colágeno. Este tipo de osteoartrite, bastante incomum, ocorre em pacientes jovens, resultando ente danos graves articulares. Cerca de 40 a 65% da osteoartrite tem um componente genético, com uma ligação mais forte para os casos de mão e quadril. Não existe um único gene que cause osteoartrite, mas sim o envolvimento de vários genes”, explica ela.

Já a artrite reumatoide, classificada como uma doença autoimune, tem fatores genéticos. “A AR tem como alvo principal a membrana sinovial das articulações, tecido responsável por nutrir a articulação. Nessa doença o sistema imunológico ‘ataca’ erroneamente as articulações, resultando em inchaço, calor articular, e dor intensa. Alguns fatores ambientais, tais como infecção e tabagismo, podem desencadear a desregulação a do sistema imunológico em pessoas geneticamente suscetíveis. Além disso, existem mais de 100 genes que podem estar ligados à AR”, diz a médica do CREB.

Por último, ela destaca a espondilite anquilosante, um tipo de artrite que provoca inflamação nas articulações da coluna vertebral e está associado a presença de um gene, presente em 90% dos pacientes, chamado HLA-B27. “A doença é caraterizada pela presença de dor lombar com rigidez.

Nesses casos, a história familiar também desempenha um papel na suscetibilidade da doença, já que pessoas que têm um membro da família, principalmente parentes de primeiro grau, com espondilite anquilostante, são mais propensas a desenvolver a doença em comparação com aqueles sem história familiar”, finaliza ela.


Fisiatria. Você já consultou um?

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Você já se consultou com um médico fisiatra?

Talvez você não tenha ido ao consultório de um, mas certamente já precisou: o médico fisiatra atende a pessoas de todas as idades que estejam sofrendo de alguma dor regular, dor esta que pode até estar dificultando o desempenho de atividades de seu dia a dia. Dores na coluna, dores na perna, cotovelo, ombro… são muitas as doenças que o fisiatra trata.

“A fisiatria foi criada nos anos 30 e inicialmente tratava apenas de os distúrbios do aparelho locomotor e sistema neurológico. Mas após a segunda grande guerra, ganhou um grande impulso principalmente pela importância que teve ao tratar do enorme número de combatentes com lesões físicas graves. Tratamos de casos, como uma lombalgia, até lesões como sequelas de um derrame cerebral”, explica Antônio D’Almeida, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O que é a Fisiatria?

– A fisiatria é reconhecida como uma especialidade médica desde 1947, quando foi aprovada pela The American Board of Medical Specialties (Câmara Americana de Especialidades Médicas). O principal objetivo desta especialidade certamente é restabelecer as funções do movimento prejudicadas por doenças na coluna vertebral, músculo, tendões, ligamentos e o osso, que são parte do aparelho locomotor. Muitas vezes, trabalhamos associados a outros profissionais de saúde, incluindo médico, fisioterapeuta e terapeuta manual, entre outros.

Segundo o Dr. Antonio, do CREB, a fisiatria utiliza protocolos que podem incluir hidroterapia, acupuntura, RPG, Pilates, cinesioterapia e fisioterapia analgésica para devolver ao paciente a mobilidade, amplitude articular e a qualidade de vida perdida. Tratamento medicamentoso também é utilizado e o tratamento é absolutamente individual.

“O fisiatra trata de seus pacientes olhando-os como um todo, não apenas os sintomas apresentados. Entendemos o paciente como um indivíduo e temos um olhar amplo, para compreender o que ele tem e como pode recuperar sua saúde”, finaliza o médico.



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  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
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  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

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