Fisioterapia: Uma Abordagem Eficiente para Alívio e Prevenção da Dor Ciática
A dor ciática é frequentemente intensa e pode se irradiar para os membros inferiores. Resultante da compressão do nervo ciático, essa dor pode ter diversas causas, exigindo um diagnóstico preciso de um especialista e o tratamento adequado recomendado por ele.
A fisioterapia surge como uma excelente opção para lidar com essa condição, além de ser usada como forma de prevenção.
Em muitos casos de dor ciática, o fisioterapeuta pode sugerir exercícios específicos, controlados e progressivos. O objetivo é reduzir a dor a curto prazo e proporcionar condições para evitar futuros episódios dolorosos, como explica Dr. Handerson Meurer, Gerente de Fisioterapia do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Ele ressalta que o exercício é mais benéfico para aliviar a dor ciática do que o repouso na cama, uma vez que a inatividade pode agravar o quadro doloroso.
Sem a prática de exercícios direcionados, os músculos das costas e as estruturas da coluna podem se enfraquecer e descondicionar, o que pode levar a outras lesões e agravar a dor. O fortalecimento muscular e o alongamento desempenham um papel crucial na saúde dos discos espinhais, auxiliando na troca de nutrientes e fluidos dentro dos discos, mantendo-os saudáveis e prevenindo a compressão do nervo ciático, que é a causa da dor, de acordo com o fisioterapeuta do CREB.
Na clínica, são utilizados protocolos que envolvem acupuntura, RPG (Reeducação Postural Global) e hidroterapia. Caso haja qualquer sinal de dor, é recomendável procurar imediatamente a avaliação de um médico especialista.
CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo
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Ortopedista do CREB dá dicas de cuidados com a coluna nas atividades domésticas
A Organização Mundial da Saúde (OMS) garante que 85% da população mundial teve, tem ou terá dores nas costas em algum momento de suas vidas. Ou seja, é muito difícil de escapar dessa estatística, mas não impossível. “Nossa coluna é muito prejudicada...
A Organização Mundial da Saúde (OMS) garante que 85% da população mundial teve, tem ou terá dores nas costas em algum momento de suas vidas. Ou seja, é muito difícil de escapar dessa estatística, mas não impossível.
“Nossa coluna é muito prejudicada pelo mau uso que fazemos dela, como vícios de má postura, causas genéticas, uso de tabaco, alimentação ruim e desregrada, pouca ingestão de água e sobrepeso, entre outros. Com o tempo, a coluna sobre um processo gradual de desgaste. Quando esse desgaste chega a osso, pode provocar uma hérnia de disco, entre tantas outras doenças da coluna”, afirma o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, que dá algumas dicas para evitar dores na coluna:
- Ao arrumar uma gaveta, jamais curve o tronco para frente, o que gera sobrecarga na coluna. O certo é sentar em um banco e fazer a atividade.
- Ao cozinhar, preste atenção a sua postura. Evite curvar a coluna para frente, sem contrair os músculos abdominais. Essa inclinação sobrecarrega as regiões lombar e cervical. Mantenha a coluna ereta.
- O mesmo vale para a tarefa de varrer a casa. Ao limpar embaixo de um móvel, em vez de se curvar, utilize um banco baixo ou fique agachado.
- Ao mover um móvel ou objeto grande de lugar, peça ajuda. Se não for possível, não incline-se para segurá-lo. Abaixe-se, mantendo os joelhos dobrados, os pés afastados e o abdômen contraído.
- Ao estender roupas no varal, evite elevar muito os braços, enquanto segura a roupa. O ideal é que o varal tenha uma altura tal que suas mãos não ultrapassem a altura de seus ombros.
- Ao se levantar da cama, o faça de lado, com a ajuda do cotovelo e da mão.
- Ao carregar um peso, nunca faça sobre a cabeça ou ombro. Carregue-o em sua frente, com os cotovelos levemente dobrados.
- Ao se calçar, evite curvar o tronco para frente, levando as mãos aos pés. Cruze a perna e calce seu sapato.
- Jamais suba uma escada com o corpo inclinado para frente. Fique atento e mantenha a coluna ereta.
Artrite Reumatóide: pesquisa mostra que paciente acha que o dano articular pode ser reversível, o que não é verdade
A artrite reumatóide é uma doença inflamatória auto imune crônica e progressiva, que destrói as articulações do corpo. Amarrar o cadarço do tênis, pentear os próprios cabelos, abrir a torneira ou simplesmente segurar um copo são tarefas que podem deixar de ser simples para mais de 1,5 milhão de brasileiros, segundo as estatísticas oficiais, que têm artrite reumatóide e muitas vezes ficam impossibilitados de trabalhar e realizar atividades simples do cotidiano.
Uma pesquisa intitulada “O Impacto da Artrite Reumatoide no Brasil” revela que 61% dos entrevistados no Brasil (contra 74% da média mundial) acreditam ter um bom conhecimento sobre como controlar a doença, enquanto 81% (contra 91% da média mundial) sabem que é fundamental ter um controle sobre ela. Mas 74% dos entrevistados (contra 66% da média mundial) acham que o dano articular pode ser reversível, o que não é verdade. Ainda que em torno de quatro em cinco pacientes brasileiros tenham consciência de que a artrite reumatoide pede cuidados especiais, somente três em cinco entendem o caráter degenerativo da doença e que ela pode afetar outras partes do organismo, além das juntas.
“A artrite reumatóide caracteriza-se por inflamação das articulações, provocada por uma reação inflamatória, com presença de algumas substâncias, entre elas a interleucina 6, que destroem progressivamente a cartilagem e os ossos ao redor das articulações, causando dor, edema e prejudicando sua função e limitando os movimentos. Além do comprometimento das articulações, ocorrem sintomas físicos como cansaço intenso, decorrente da anemia que a doença provoca. Os sintomas iniciais são fadiga inexplicável, rigidez prolongada das articulações pela manhã, além de edema e vermelhidão. Esse quadro muitas vezes é confundido com o reumatismo comum, o que retarda o diagnóstico correto e o início precoce do tratamento”, explica o Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da UFRJ.
Segundo ele, “ao contrário do que muita gente pensa, a atrite reumatóide não é uma doença que acomete apenas pessoas da terceira idade. Mulheres na faixa dos 30 aos 50 anos são as principais vítimas da doença. Muitas pessoas acreditam que as doenças reumáticas são exclusivas na terceira idade, o que é um engano. A artrite reumatóide, por exemplo, afeta diretamente a qualidade de vida do paciente e logo que surge, aos primeiros sinais, como por exemplo dor nas juntas, em especial das mãos e dos pés, deve-se procurar um médico reumatologista”.
A doença persiste por toda a vida do paciente e normalmente se inicia nas mãos ou pés, seguindo para cotovelos, ombros, joelhos e quadris. Sua causa é desconhecida, mas acredita-se que pode estar associada a fatores genéticos e ambientais, determinadas infecções, hormônios femininos, resposta do organismo a episódios de extremo stress, traumas físicos ou emocionais. O Dr. Haim Maleh explica que o maior problema encontrado é a demora para diagnosticar a doença, que exige tratamento contínuo. Para chegar ao diagnóstico da artrite reumatóide, o reumatologista analisa a história clínica do paciente, realiza exames físicos das articulações e solicita análise laboratorial, radiografias. A ultrassonografia com power doppler também é um exame complementar que permite visualizar a presença de inflamação ativa na articulação, auxiliando no diagnostico, acompanhamento e resposta ao tratamento dos pacientes com a doença . Além disso, exames de sangue também auxiliam na avaliação do processo inflamatório.
O Dr. Haim Maleh acha preocupante os resultados da pesquisa, já que a erosão óssea provocada pela doença pode ser prevenida, porém nunca revertida. Ele lembra que é fundamental que o paciente procure um especialista para estabelecer um tratamento que devolva a qualidade de vida perdida. “A artrite reumatóide é uma doença de longa evolução. Há tratamentos, que estão cada cada vez mais avançados, sendo possível devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. O tratamento traz alívio da dor, bem estar e principalmente pode evitar e prevenir alterações articulares, quando iniciado precocemente. O tratamento deverá sempre, além de medicamentos, contar com a reabilitação física, entre as quais eletroterapia, cinesioterapia ,acupuntura e hidroterapia, que é uma medida de grande auxílio para esses pacientes, especialmente quando realizada em piscinas apropriadas, como nas que utilizamos no CREB”, diz ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619