Escoliose: a importância da detecção precoce. Fique atento aos sintomas!
A escoliose é uma alteração na coluna vertebral causada por uma curvatura lateral que atinge de 2 a 3% da população.
Entre os mais acometidos estão as adolescentes do sexo feminino. A doença pode ser idiopática ou secundária:
- A idiopática não tem causa identificada e, geralmente, se manifesta na pré-adolescência e se agrava durante o pico de crescimento.
- Já a secundária é provocada por más-formações congênitas, doenças neuromusculares ou que se formam por conta da degeneração da coluna, normalmente na vida adulta.
A detecção precoce é fundamental, permitindo que o tratamento aconteça nas fases iniciais do problema. Fale com nossos especialistas.
Sinais que podem ser comuns na escoliose:
- Diferença na altura dos ombros
- Cabeça não centralizada
- Escápula mais alta e mais proeminente de uma lado
- Espaços alterados entre os braços e o tronco
- Um lado do quadril mais proeminente
Como identificar a escoliose em crianças?
No caso das crianças, basta colocá-las de costas, colocar os dois braços para a frente e fletir o tronco, para verificar se tem algum desvio na coluna.
Aos primeiros sinais, agende uma consulta com nossos ortopedistas.
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CREB – Fisioterapia Uroginecológica : Incontinência Urinária
Sempre inovando e buscando oferecer o que há de mais moderno para os seus pacientes, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – passa a oferecer a reabilitação urogenital.
A fisioterapia urológica tem evoluído muito nos últimos anos e sua importância tem crescido cada vez mais devido aos excelentes resultados que alcança no tratamento conservador das disfunções urogenitais e anorretais como, por exemplo, as incontinências urinárias, fecais, disfunções sexuais e as distopias genitais (entre as quais a “queda de bexiga”).
“A fisioterapia urológica trata, principalmente, das disfunções do assoalho pélvico. O assoalho pélvico é responsável pela sustentação de vísceras, função esfincteriana e função sexual. O tratamento fisioterápico vai atuar nas incontinências urinária e fecal, continência urinária, constipação, bexiga neurogênica, enurese noturna infantil e disfunções sexuais, dentre outros. Hoje, o tratamento de primeira escolha, antes de se pensar em tratamento invasivo (cirurgia), é a fisioterapia, que também pode ser associada ao pré e pós-operatório”, explica a fisioterapeuta do CREB, Nicole Durham.
Segundo Nicole, a fisioterapia urológica tem como principais objetivos reduzir a frequência miccional, reduzir a hiperatividade vesical, facilitar o esvaziamento vesical, melhorar a atividade esfincteriana, melhorar a condição muscular do assoalho pélvico e buscar independência funcional para melhora de qualidade de vida.
“Utilizamos, no CREB, os mais modernos recursos disponíveis, como exercícios perineais, eletroestimulação, biofeedback, ginástica hipopressiva, cinesioterapia, técnicas comportamentais e reorganização corporal”, enumera ela.
Nicole diz que a fisioterapia urológica apresenta excelentes resultados e é muito procurada, por exemplo, por quem sofre de incontinência urinária, que é a perda involuntária da urina.
“A incontinência urinária não escolhe sexo nem idade. Mas as pesquisas apontam uma incidência maior no sexo feminino, devido a estrutura anatômica da mulher. Há três tipos de incontinência urinária: por esforço, quando há perda da urina quando a pessoa tosse, espirra ou ri, por exemplo, a incontinência de urgência, mais grave que a do esforço e a pessoa não consegue sequer segurar a urina até chegar ao banheiro, e a incontinência mista, com associação dos dois tipos”.
As disfunções sexuais também levam muitos pacientes para a fisioterapia urológica, com resultados expressivos. “As disfunções sexuais podem ser causados por fatores orgânicos, psicológico ou questões socioculturais.
Nas mulheres podemos citar a dispareunia (dor durante o ato sexual) e vaginismo (contração involuntária dos músculos próximo à vagina que impede a penetração do pênis, dedo ou outro objeto). Nos homens podemos citar a ejaculação precoce, disfunção erétil e ejaculação retardada”, explica ela.
Descer do salto evita riscos
Nos tempos atuais, são muitas as mulheres obrigadas a usar sapatos de salto alto diariamente.
Além disso, aquelas que não precisam trabalhar com os famosos sapatos de bico fino de dez centímetros de altura, também costumam adotar o salto alto como sinônimo de beleza, sofisticação e elegância. O preço tem sido alto: dores constantes, que vão dos dedos dos pés à coluna lombar. Segundo o médico ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia -, Dr. Antônio Issé, mulheres que utilizam sapatos de salto alto e bico fino por longos e constantes períodos dificilmente escapam deste quadro:
“Todos temos um eixo central, que nos dá equilíbrio. Quando uma mulher utiliza um sapato de salto alto, ela necessariamente altera este eixo porque força o posicionamento do pé para frente. Esta má posição e o desconforto do próprio sapato, cujo bico fino aperta os dedos dos pés, provocam uma série de problemas em seqüência”, alerta o Dr. Antônio Issé.
Os problemas começam no ante-pé, já que com o salto alto inclinado faz com que a força recaia sobre a região. Ele ainda força a panturrilha, predispondo uma tendinite, e a lombar, provocando dores na coluna e podendo causar problemas nos joelhos e até varizes. O bico fino, por sua vez, que faz com que os dedos compridos sejam sobrepostos uns sobre os outros, pode provocar joanete.
O ideal seria descer do salto alto, mas se você, entretanto, não pode deixá-lo de lado, o médico dá algumas dicas. e bico fino. Ir para o trabalho de tênis, calçando o sapato alto apenas ao chegar no escritório, e lá, a cada duas horas, retirar os sapatos por 20 minutos, é uma delas. Alguns alongamentos que devem ser repetidos na hora de acordar e dormir também auxiliam no caso. A melhor opção, no entanto, ainda continua sendo uma boa consulta ao médico para uma avaliação e um trabalho de prevenção sobre o caso.
publicado no Jornal Metro Magazine
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