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Existe associação entre a artrose e a depressão? Médico do CREB responde

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Existe associação entre a artrose e a depressão? Médico do CREB responde.

O isolamento social, definido como consequência de uma pequena rede de contatos sociais, pode estar associado a problemas de saúde física e mental. Sabe-se que há uma associação entre dor musculoesquelética e isolamento social, e nesse sentido um estudo científico europeu avaliou a presença de associação de depressão e isolamento social entre portadores de artrose.

Estudo sobre depressão e isolamento social em portadores de Artrose

Neste estudo, foram avaliados 1.967 pacientes portadores de artrose de quadril e joelho. Quatro fatores foram significativamente associados ao isolamento social: a presença de artrose com sintomas clínicos, o comprometimento cognitivo, a depressão e pior tempo para realizar caminhada. Comparados à pacientes sem artrose ou apenas com artrose da mão, a presença de artrose do quadril e/ou joelho, com sintomas clínicos, levou a um risco 1,47 vezes maior de isolamento social.

“A artrose é uma doença caracterizada pelo desgaste articular, resultando em dor e limitação para o movimento. A artrose com sintomas clínicos, presente no quadril e/ou joelho, aumentou o risco de isolamento social, ajustando-se ao comprometimento cognitivo e à depressão e aos piores tempos de caminhada. Os médicos devem estar cientes de que indivíduos com artrose podem estar em maior risco de isolamento social”, explica o fisiatra Antônio D’almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

O médico do CREB explica que para evitar os sintomas clínicos da artrose de joelho e quadril e consequentemente quadros depressivos e de isolamento social, é fundamental uma avaliação com um reumatologista ou fisiatra. O diagnóstico correto, assim como o tratamento adequado, permitem a redução da perda de mobilidade da articulação.

Segundo ele, nesse contexto o programa de reabilitação é fundamental, visando o fortalecimento muscular e alongamento das articulações. “A avaliação isocinética computadorizada, exame que permite o estudo da musculatura do quadris, coxas e joelhos, permite uma avaliação precisa e individualizada da musculatura a ser exercitada na fisioterapia, permitindo melhores resultados na recuperação da artrose do joelho e quadril”, garante o Dr. Antônio.

Ele finaliza pontuando que para o sucesso do tratamento e prevenção das comorbidades associadas a artrose é fundamental uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, fisioterapeutas e psicólogos. “Isso permite um tratamento global do paciente, em todos seus aspectos, sejam eles físicos ou psicológicos”, diz.


Médico do CREB apresenta trabalho sobre diagnóstico preciso

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Médico do CREB apresenta trabalho sobre diagnóstico preciso

“Rotura completa isolada do tendão flexor profundo do 3º quirodáctilo, com flexor superficial preservado: achados por ultrassonografia e ressonância magnética”. Esse é o nome do trabalho realizado pelo radiologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o Dr. Estevão Albino Torres Vargas, que o apresentou durante o 23° Congresso Brasileiro de Ultrassonografia, realizado em São Paulo, em 26 de outubro. Esse trabalho desenvolvido pelo Dr Estevão no CREB, com apoio do staff médico da ultrassonografia, discorre sobre o diagnóstico preciso e detalhado de lesão traumática no dedo, feito por ultrassonografia e depois confirmado com ressonância magnética. “Aparelhos novos de ultrassom, como o que utilizamos no CREB, associados a qualidade da equipe de ultrassonografia, permitem maior precisão diagnóstica e informações relevantes para que o paciente tenha o melhor tratamento. No caso avaliado, o paciente cortou o dedo da mão com fina lâmina de vidro e perdeu parte dos movimentos. A ultrassonografia foi fundamental para determinar a gravidade da lesão e orientar o tratamento cirúrgico”, explica o radiologista.


Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda

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Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda

Como reduzir o risco de queda? Essa é uma pergunta que toda a pessoa da terceira idade e seus familiares fazem quando vão a um consultório médico. Trata-se de uma pergunta extremamente oportuna, porque os índices de fratura do fêmur na terceira idade são enormes e preocupantes.

“À medida que envelhecemos, nossos reflexos tornam-se mais lentos e nossos ossos se tornam mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda”, explica a Dra. Isis Dutra Marques, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ela pontua que apresentam um maior risco de sofrer quedas pessoas com mais de 65 anos, que tenha quatro ou mais dos seguintes fatores de risco: uma história prévia de quedas, artrite ou artrose, depressão, tonteira, doença crônica, como diabetes, e obesidade. “Há outros fatores de risco significativos: fraqueza do corpo inferior, deficiência de vitamina D, uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos), problemas de visão e dor no pé ou calçado ruim. É muito importante estar atento aos riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes espalhados pela casa”, acrescenta a médica do CREB.

Mas como essas pessoas podem reduzir o risco de queda? “É preciso assumir um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo a ser dado”, garante ela. A Dra. Isis dá quatro dicas preciosas.

1-Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o pilates permite o ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.

2-Avalie sua pisada. A baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas. O CREB dispõe desse exame.

3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda. Também é possível realizar esse exame na clínica.

4- Modifique o seu ambiente. Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha as coisas que você costuma usar facilmente acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.



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