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Avaliação Tridimensional do Movimento indica o tipo de pé, a pisada, a marcha e o equilíbrio

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Também conhecido como o teste da pisada, a avaliação tridimensional do movimento avalia a distribuição do peso do corpo da pessoa em cada pé apresentando os pontos de maior sobrecarga e pressão nas plantas do pés.

Esses dados são transmitidos para um computador e uma imagem da pisada é gerada, possibilitando auxiliar o médico no diagnóstico de algum problema nos pés, a pisada e até a postura.

“Esse exame nos permite indicar o tipo de pé do paciente, suas distribuições de cargas corporais, angulações e rotações d e joelho, quadris e coluna vertebral. A verdade é que muitas patologias, como hérnia de disco, tendinites, esporão de calcâneo e outras podem ter sua origem numa pisada errada ou numa concentração de força exagerada em uma determinada área do pé”, explica o ortopedista Mario H. Milagres, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Ele acrescenta que o exame serve para identificar alterações na marcha e corrida, auxilia na prescrição de exercícios corretivos e preventivos, diagnostica tipo de pisada, identifica o calçado correto para o seu pé, entre outros.

“O exame também apresenta alterações anatômicas, avalia traumas, mapeia as áreas de maior pressão na planta do pé e permite comparar o processo evolutivo de um tratamento ortopédico, cirúrgico ou conservador”, afirma o médico. Segundo ele, não há contraindicações para a realização do exame, que deve ser feito por pessoas que tenham alteração da forma do pé, dor no pé ou mesmo por atletas de alto rendimento, que querem intensificar suas atividades físicas ou mesmo por aqueles que são sedentários e pretendem passar a praticar atividade física regular. O CREB dispõe do exame para seus pacientes.


Congresso Mundial de Osteoporose apresentará trabalho de ortopedista do CREB

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Um trabalho de autoria do Dr. Bernardo Stolnicki, Coordenador do CREB PREVREFRAT (Programa de Prevenção a Refraturas) e ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e de colaboradores, será apresentado no Congresso Mundial de O...

Um trabalho de autoria do Dr. Bernardo Stolnicki, Coordenador do CREB PREVREFRAT (Programa de Prevenção a Refraturas) e ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e de colaboradores, será apresentado no Congresso Mundial de Osteoporose e Osteoartrite 2017, que acontecerá esse ano em Florença, na Itália, de 23 a 27 de março. O título do trabalho é “O uso do ácido zoledronico em pacientes com risco iminente de fratura em um serviço de prevenção no Rio de Janeiro”.

PREVREFRAT – Programa de Prevenção a Refraturas

– Avaliamos a capacidade de nosso Programa de Prevenção a Refraturas em reduzir diretamente a taxa de refratura em pacientes com risco iminente de fratura, utilizando uma infusão anual de ácido zoledrônico 5 mg e suplementados com cálcio e vitamina D. Pacientes que já sofreram fraturas por pequenos traumas (como uma queda da própria altura) representam o grupo de maior risco para fraturas subsequentes. Especialmente os portadores de fraturas vertebrais e de quadril, sendo o seu tratamento, que visa evitar novas fraturas, considerado um grande desafio – explica o Dr. Bernardo.

De acordo com ele, foram avaliados 196 pacientes, homens e mulheres com mais de 60 anos, com fratura do quadril ou duas ou mais fraturas vertebrais ou uma fratura vertebral mais outra fratura (pulso, ombro ou tornozelo). Nesta avaliação, foram encontradas 22 novas fraturas após um trauma mínimo em 21 pacientes.

– Comparado com outros trabalhos publicados com este grupo de alto risco, a redução da incidência de novas fraturas apresentou taxas bem mais elevadas – conclui o médico do CREB.


Prevrefrat CREB: objetivo é reduzir a refratura, tratando a fratura prévia

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“Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por...

“Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”. A declaração é do ortopedista Bernardo Stolnicki, responsável pelo Departamento de Doenças Osteometabólicas do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do PREVREFRAT (Programa de Prevenção a Refraturas) do CREB.

De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril

Segundo ele, os Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura. “O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar”, disse ele, que acaba de chegar do 48º CBOT 2016 – Congresso Brasileiro de Ortopedia, em Belo Horizonte, onde deu uma palestra sobre prevenção secundária de fraturas e também foi o moderador da mesa redonda moderna “quanto tempo tratar – drug hollyday”.

Com chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS, o Prevrefrat CREB tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. “A osteoporose atinge tanto homens quanto mulheres principalmente depois dos 50 anos. A doença apresenta o aumento da fragilidade óssea e, assim, o paciente está mais exposto a fraturas. As estatísticas contabilizam que, no mundo inteiro, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos. Uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para futuras fraturas. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, explica o ortopedista.



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