Dor lombar pode estar associada ao pé chato
Um recente estudo identificou que mulheres com pés chatos estão mais propensas a desenvolver dor lombar
Um recente estudo norte-americano identificou que mulheres com pés planos (chatos) estão mais propensas em até 50% a desenvolver dor lombar, se comparadas a mulheres que não apresentam alterações no arco plantar e na forma de pisar.
Os pesquisadores examinaram pés de 1.930 pacientes, incluindo homens e mulheres, através da análise dinâmica da pisada, utilizando esteira com sensores de pressão, teste conhecido como baropodometria dinâmica computadorizada. Os resultados do estudo também indicaram uma maior associação entre a presença de dor lombar em mulheres com pisada do tipo pronada e supinada.
“A análise da marcha é fundamental para a prevenção de lesões nas articulações dos pés, tornozelos, joelhos, quadris e coluna lombar. A melhor forma de realizar essa análise é através do exame denominado baropodometria dinâmica, que fornece uma avaliação detalhada e individual da marcha”, explica o Dr. Haim Maleh, reumatologia e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFRJ.
Segundo ele, a correção da pisada deve ser sempre feita de forma individual, e orientada por um médico especializado. “No CREB, dispomos de uma moderna estrutura e equipamento apropriado para essa análise. Procure seu ortopedista, reumatologista ou fisiatra para maiores informações”, finaliza ele.
Osteoporose tem uma nova forma de tratar
Caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade dos ossos e, portanto, maior possibilidade de fraturas, a osteoporose se instala de maneira silenciosa, sem que haja sintomas. Por isso, 75% das pessoas só descobrem ser portadoras da doença quando há uma fratura, quando a osteoporose já está em estágio avançado. E os números são cada vez maiores: estima-se que mais de 10 milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil, número que pula para 200 milhões de pessoas no mundo todo.
Segundo estatísticas, uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano. Muito comum na terceira idade, a osteoporose deve ser tratada a partir de um amplo programa orientado pelo médico reumatologista, que inclui a prática regular de exercício físico e uma dieta balanceada, rica em cálcio. Segundo o reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Eduardo Sadigurschi, a doença pode, no entanto, ser prevenida. “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitrometria óssea. Enquanto com o raio-x somente podemos detectar a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, diz ele.
O tratamento da osteoporose deve ser abrangente, devendo constar de orientação para as atividades físicas, hidroterapia, reposição de cálcio e vitaminas envolvidas no mecanismo de fortalecimento ósseo e medicamentos que atuem na remodelação óssea. A novidade no tratamento da osteoporose é a comodidade e facilidade de uso de um novo medicamento de forma injetável de três em três meses, evitando alguns desagradáveis efeitos colaterais dos medicamentos orais. O CREB saiu na frente mais uma vez e é a primeira clínica de reumatologia e ortopedia do país a oferecer o medicamento. “Esse remédio promove animadores resultados, ainda que utilizado de três em três meses. Muitos pacientes têm problemas com as medicações atuais e, agora, poderão ampliar seu tratamento. E aqueles que não podem tomar o remédio via oral podem fazê-lo através de injeção, com aplicação trimestral”, explica o Dr. Eduardo.
Qual é o seu problema: torção no pé
Sempre torço o pé no mesmo local. Isso é normal? Preciso fazer fisioterapia para reforçar a região?
(Rodrigo, Rio de Janeiro, RJ)
Estas torções repetidas mantêm a articulação e o tendão inflamados. Elas causam dor, edema e instabilidade da articulação. Muitas vezes dificultam a caminhada e outras atividades do dia-a-dia. Você precisa consultar um especialista para avaliar a postura do seu pé, do seu joelho e da sua perna. Se for necessário, ele poderá indicar tratamento.
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