O Dia Mundial de Combate à Osteoporose é celebrado anualmente em 20 de outubro.
Esta data serve para conscientizar as pessoas sobre os cuidados que se deve ter para prevenir a doença, que já é considerada o segundo maior mal ao nível mundial, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares. A osteoporose enfraquece a massa óss...
Esta data serve para conscientizar as pessoas sobre os cuidados que se deve ter para prevenir a doença, que já é considerada o segundo maior mal ao nível mundial, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares.
A osteoporose enfraquece a massa óssea, tornando o osso muito frágil, como se fosse um vidro, em muitos casos. A doença é predominante em idosos e, como não possui sintomas que alarmem (assintomático), devem ser feitos exames rotineiros para verificar a densidade óssea das pessoas de mais idade.
A principal causa da osteoporose é a ausência ou déficit de vitamina D nos ossos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 40% das pessoas acima dos 65 anos apresentam níveis de vitamina D no organismo abaixo do normal.
Fazer atividades físicas, ingerir alimentos ricos em cálcio (como o leite, por exemplo) e comer adequadamente são algumas dicas para prevenir a doença e não comprometer a sua qualidade de vida.
Osteoporose no Brasil
De acordo com dados da Federação Internacional de Osteoporose (IOF – International Osteoporosis Foundation), aproximadamente 10 milhões de brasileiros têm essa doença nos ossos.
Ainda segundo informações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o número de casos de osteoporose é maior em mulheres durante a pós-menopausa, sendo em média um caso para cada três mulheres.
Origem do Dia Mundial da Osteoporose
A Sociedade Britânica de Osteoporose instituiu a data em 1996 e no ano seguinte, 1997, a Internacional Osteoporosis Foundation adotou o dia como Dia Mundial e Nacional de Combate à Osteoporose.
Exames são fundamentais para diagnosticar dores de longa evolução na coluna
Entre tantos outros motivos que leva uma pessoa a procurar um médico, 80% estão relacionados à sensação de dor.
E a maior parte destas queixas se referem à dores de longa evolução, isto é, dores que não cessam ou, ao menos, se repetem com frequência. As principais queixas apresentadas aos médicos são enxaquecas, lombalgias, artrose, lesões por esforço repetitivo (LER) e algumas doenças neurológicas, como por exemplo o Mal de Parkinson, além de dores provenientes de algum tipo de acidente.
A dor é um sintoma, é preciso investigar
“A situação mais comum que encontramos no consultório é paciente se consultando por conta de uma dor na coluna. O importante é entender que aquela dor é um sintoma, e é preciso investigar o que a ocasionou, para que possamos tratar da doença, e não dos sintomas. É preciso focar na causa, não na consequência. O médico fará um exame clínico e poderá solicitar uma série de exames, de imagem ou não, para descobrir o que acomete aquele paciente”, explica o fisiatra e Reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e professor de reumatologia da UFF.
Segundo o Dr. Haim, as dores podem ter inúmeras causas e origens. Além de exames de imagem, o médico pode solicitar, por exemplo, a eletroneuromiografia, utilizada no diagnóstico de alterações nos nervos periféricos dos membros superiores e inferiores decorrentes de lesões provocadas por doenças ocupacionais (LER), traumáticas e metabólicas.
“A experiência do médico, o exame clínico e os exames de imagens e complementares oferecem os elementos para o diagnóstico”, explica o Dr. Haim
Palestra: o reumatismo em questão
O reumatismo é um conjunto de doenças que pode comprometer as articulações, os músculos, os tendões e demais componentes do aparelho locomotor, tendo como sintomas a dor, o inchaço e a restrição do movimento. No Brasil, essas doenças afetam cerca de 12 milhões de pessoas, segundo informações do Ministério da Saúde. Mas apesar da alta incidência, muitas são as dúvidas que cercam o tema.
Diante desse cenário, a Gerência Estadual da Assefaz no Rio de Janeiro promove, nesta terça-feira (24), às 10h, a palestra “Reumatismo”. No auditório da GE/RJ, o especialista no assunto, Dr. Haim Maleh, destacará os tipos de reumatismo mais comuns – como artrose, osteoporose e tendinites –, além de fornecer informações sobre diagnóstico, tratamento, novas opções terapêuticas e prevenção.
Para o médico, a importância de tudo isso é “mostrar aos beneficiários da Assefaz que podemos tratar tais patologias, ter qualidade de vida e, principalmente, que podemos viver bem e sem dor, ao contrário do que muitos pensam.”
Sobre o reumatismo
As doenças reumáticas, que englobam cerca de 100 enfermidades, estão entre as principais causas de incapacidade física e afastamento temporário ou definitivo do trabalho.
Nas pessoas com mais idade, o tipo mais comum da doença é a artrose, um processo doloroso que acomete principalmente as articulações do joelho, do fêmur com o quadril, da coluna cervical e lombar, a última articulação dos dedos das mãos e se transforma em um fator limitante que compromete a qualidade de vida.
A artrose é um desgaste da articulação que aparece com a idade. Raramente uma pessoa tem artrose aos 20 anos. No entanto, depois dos 70 anos, mais de 50% das pessoas são portadoras desse distúrbio.
Serviços:
Palestrante: Dr. Haim Cesar Maleh (Especialista em Reumatologia e Fisiatria- Medicina Física e Reabilitação)
Data: 24/4 (terça)
Horário: 10h
Local: Auditório da GE/RJ.
Av. Almirante Barroso, nº 90, 3º andar – Centro. Rio de Janeiro RJ
Vagas Limitadas
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
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