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Pilates, poderoso aliado no tratamento de lombalgias

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O Pilates pode ser um poderoso aliado no tratamento de lombalgias crônicas não específicas, que causam dores e desconforto aparente na região inferior das costas. “O Pilates permite excelentes exercícios sem a necessidade de esforço físico intenso. É cada vez mais indicado para trabalhar a flexibilidade, o fortalecimento dos músculos, além da respiração e da conscientização corporal. É muito diferente dos exercícios praticados em academia de ginástica”, explica o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, que oferece Pilates médico, ou seja, orientado e supervisionado  por médicos fisiatras.

– Dor na coluna é uma das a maiores reclamações da maioria das pessoas quando se trata de mudança de estilo de vida. As dores poderão aparecer de forma progressiva ou de uma só vez. Quando isso acontece, acontece, grande parte dos pacientes tomam a pior providência: a auto-medicação. Dor na coluna pode ser o grito de alerta de que alguma coisa não vai bem,  é um sintoma de uma série de problemas e só um médico poderá diagnosticá-la. Uma das  melhores  formas de manter seus músculos saudáveis é a prática de Pilates, que fortalece a musculatura, assegurando um melhor suporte para coluna, maior flexibilidade e uma melhor postura.  Este tipo de exercício pode ser praticado por qualquer pessoa, seja de que idade for, desde que devidamente orientado pelo médico. No CREB muitas vezes associamos também para esse tipo de lombalgia  medidas de fisioterapia analgésicas e a acupuntura, com ótimos resultados. Cada um faz os exercícios no seu ritmo e irá encontrar os resultados positivos no seu próprio tempo – finaliza ele.


Mais de 70% da população sentem alguma dor nos pés

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Dor, desconforto, sensação de queimação ou mesmo de agulhadas ao pisar pode indicar uma fascite plantar ou esporão de calcâneo.

Muitas vezes a pessoa tem esses sintomas, mas prefere acreditar que trata-se de uma dor passageira, fruto de algum mal jeito no calcanhar. “A fascite plantar tem como uma das causas microtraumas repetidos na fáscia na tuberosidade plantar medial do calcâneo. Assim, a cada passo dado pelo paciente, a fáscia é tensionada a partir exatamente do local onde se encontra inflamada ou mesmo já com microrupturas. O esporão não é a causa das dores, como se pensa na maioria das vezes, e sim a inflamação na fáscia plantar. Há tratamento, geralmente com ótimos resultados. Mas caso os tratamentos tradicionais não surtam efeito, temos a Terapia por Ondas de Choque – TOC, que tem resultados fantásticos, melhorando de 75 a 85% dos pacientes que não resolvem o problema com o tratamento conservador”, explica a Dra. Flávia Junqueira, ortopedista especialista em pés do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Segundo ela, a dor provocada pela fasciite plantar é persistente e é sentida logo que o paciente acorda, na primeira pisada do dia. “Ao longo do dia, e após algum período de repouso, a dor pode melhorar. Mas ela tende a voltar e, nesse caso, consultar um especialista é fundamental. Quanto mais cedo iniciarmos o tratamento, mais rápido teremos sucesso”, garante ela. A médica diz que o tratamento é individualizado e, além de medicamentos, pode contar com protocolos que incluem acupuntura, fisioterapia e hidroterapia. Em casos com maior inflamação, a indicação pode ser a TOC, disponível no CREB.

Outro problema que leva muitos pacientes aos consultórios é o joanete, que tem como causas a hereditariedade, pé plano valgo, relação entre o tamanho dos dedos do pé e doenças reumatológicas.

“O joanete é uma saliência que surge próximo à base do grande dedo do pé (hálux). Essa protuberância resulta do crescimento ósseo e do espessamento dos tecidos moles que recobrem a região e, na maioria das vezes, decorre do uso de calçados apertados (ponteira estreita e triangular) e de saltos altos. A deformidade se inicia sempre que o grande dedo (hálux) é empurrado para fora como se fosse subir sobre os demais dedos e é essa característica que é usada na denominação científica desta deformidade. Essa situação, muito comum na maioria dos calçados femininos, acaba por produzir o afrouxamento da articulação e dos ligamentos, desviando os tendões e tornando o fenômeno irreversível. Por essa razão, o sexo feminino está mais sujeito a essa deformidade na proporção de 8 mulheres para l homem”, explica ela.

A melhor forma de tratamento para a deformidade do hálux valgo, garante a médica, é a prevenção. Educar os jovens para o uso de calçados com ponteiras amplas e confortáveis e com saltos que não excedam os três centímetros é o melhor remédio. “As mulheres se obrigam a usar sapatos de bico fino e salto alto e isso é um problema muito sério. Não se pode exagerar, porque certamente os problemas virão como consequência do uso desse tipo de calçado”, pontua a Dra. Flávia.

– Pesquisas revelam que mais do que 70% da população mundial apresenta algum problema ou dor nos pés em alguma fase da vida. As pessoas muitas vezes sentem dores, mas preferem acreditar que aquela dor é uma simples consequência de uma longa caminhada ou de um mal jeito no pé. Nem sempre é assim, por isso um especialista deve ser consultado ao menor sinal de dor constante – finaliza ela.


Outras aplicações de Toxina Botulínica Tipo A

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A aplicação da Toxina Botulínica Tipo A, aliada a um programa de reabilitação física, é considerada “padrão ouro” no tratamento de distonias – movimentos involuntários  que levam a posturas anormais de segmentos do corpo – e  da espasticidade – rigidez do músculo que limita o movimento articular e provoca dor. Segundo o Dr. Flávio Henrique Costa, médico do setor de reabilitação neurológica do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – há várias outras indicações onde esse tratamento traz excelentes resultados. “É o caso, por exemplo, de alguns distúrbios dos movimentos ligados a doença de Parkinson”, afirma ele.

Segundo o médico do CREB, a aplicação da Toxina Botulínica Tipo A pode ser indicada, por exemplo, para quadros de Blefaroespasmo, Distonia Oromandibular, Torcicolo Espasmódico, Hemidistonia e Distonia Generalizada. “Utilizamos esse tratamento também para tics motores intratáveis clinicamente, como o piscar excessivo. Outras aplicações com resultados muito satisfatórios são indicadas para a hiperhidrose palmar (suor excessivo das mãos) e a sialorréia na doença de Parkison (excesso de salivação), além de bexiga neurogênica e espasmo-hemifacial (movimento involuntário de metade da face)”, enumera.

Além dos serviços de diagnóstico, tratamento e reabilitação física em reumatologia, ortopedia e fisiatria, que o tornam um centro de referência, o CREB  agora dispõe de um abrangente serviço de reabilitação neurológica, com  hidroterapia em piscinas aquecidas, cinesioterapia nos seus vários métodos e acupuntura, entre outras medidas de reabilitação física. Além disso, o CREB oferece aplicação da Toxina Botulínica Tipo A, com médicos especialistas.



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