Confederação Brasileira de Beach Soccer renova parceria com CREB
A Confederação Brasileira de Beach Soccer – CBBS – e o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – renovaram a parceria que se iniciou em 2004 e garante aos atletas da seleção canarinho de futebol de praia tratamento de lesões e trabalho de prevenção e exames da clínica. De acordo com a parceria, todos os atletas são atendidos pelo CREB em ortopedia, reumatologia, fisiatria, acupuntura, hidroterapia, fisioterapia, além de realizarem exames e um programa de prevenção a lesões. Outro ponto importante da parceria é a realização de palestras para os jogadores sobre temas diversos, como por exemplo doping. Em competições realizadas em território nacional, o CREB disponibiliza médicos, que acompanham os torneios. Mais informações sobre a parceria, em http://www.cbbsbrasil.com.br/index.asp?c=institucional/view&cc=parceiros.
Como tratar a inflamação do nervo ciático?
Como tratar a inflamação do maior nervo do corpo humano: o nervo ciático
Maior nervo do corpo humano, o nervo ciático tem uma responsabilidade enorme em nosso organismo: ele simplesmente controla as articulações do quadril, dos joelhos e dos tornozelos, além dos músculos das pernas e dos pés. Não é de se estranhar o verdadeiro estrago que a inflamação do nervo ciático pode provocar: a dor e sensação de queimação da irradiação pela região posterior da coxa e perna são intensas e só quem já as sentiu sabe das suas forças.
“A pressão no nervo ciático pode causar sua inflamação, o que produz o que chamamos de dor ciática. A causa mais comum disso é a hérnia de disco, ou seja, algum problema com o disco cartilaginoso localizado entre as vértebras. Uma causa menos comum, mas muito presente entre esportistas, principalmente os profissionais, é quando o nervo ciático passa pelo músculo piriforme, no glúteo. Isso é chamado de Síndrome do Piriforme. Tal compressão aumentam o volume desse músculo e podem causar a inflamação do nervo ciático”, explica o Dr. Márcio Taubman, ortopedista especialista em coluna do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.
Como diagnosticar a inflamação do nervo ciático?
O Dr. Márcio diz que o diagnóstico da inflamação do nervo ciático é feito inicialmente durante a avaliação médica, por meio de um teste no exame físico do paciente chamado de teste de Lasègue, que pode detectar a dor quando há compressão do nervo ciático. “Pedimos para o paciente deitar e estender a perna, o que pode causar dor forte, irradiada até o pé. Podemos observar, ainda, fraqueza ou perda de sensibilidade em alguma parte do membro inferior”, detalha.
O médico ortopedista também poderá solicitar exames de imagem, como uma tomografia ou uma ressonância da coluna lombar, para identificar a presença de alguma hérnia de disco. “Esta é uma das condições mais comuns”, revela o ortopedista especialista em coluna do CREB. A eletroneuromiografia é um teste fundamental na documentação da inflamação do nervo.
Sintomas da inflamação do nervo ciático
Os principais sintomas da inflamação do nervo ciático, segundo o Dr. Márcio, são:
- Dor na parte posterior da perna e do glúteo;
- Dor lombar;
- Dores na perna, com sensação de queimação;
- Em geral, as dores acontecem em apenas um dos membros inferiores;
- Diminuição da força no membro inferior em casos mais graves;
- Melhora da dor quando o paciente está deitado;
- Piora da dor sentado ou em pé;
- Piora da dor quando espirra ou tosse.
Como tratar a inflamação do nervo ciático?
O Dr. Márcio pontua que há tratamento conservador para a inflamação do nervo ciático, que pode ser extremamente eficiente. Além do uso de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios específicos, é recomendado o tratamento fisioterápico, aplicação de gelo ou calor no local, repouso por curtos períodos de tempo, além de protocolos que incluem acupuntura, RPG e hidroterapia.
Tem como se prevenir da inflamação do nervo ciático?
“A prática de exercícios regularmente, o combate ao sobrepeso, alongamentos, fortalecimento muscular, o uso de cadeiras e colchões adequados, evitar carregar peso de formas inadequada e evitar o excesso de exercício ajudam a prevenir a inflamação do nervo ciático”, garante o Dr. Márcio Taubman.
Fasciíte plantar: TOC pode ser utilizada, com muito sucesso
Dor nos pés, desconforto, sensação de queimação ou “agulhadas” ao pisar. Essas são as características da fasciíte plantar, uma doença mais comum do que se imagina e que leva muita gente ao consultório de um médico especialista. “A fasciíte plantar ocorre quando a pele grossa que liga o calcanhar ao dedão do pé fica irritada, inflamada ou dolorosa. A doença tem como uma das causas microtraumas repetidos na fáscia na tuberosidade plantar medial do calcâneo. Assim, a cada passo dado pelo paciente, a fáscia é tensionada a partir exatamente do local onde se encontra inflamada ou mesmo já com microrupturas. O esporão não é a causa das dores, como se pensa na maioria das vezes, e sim a inflamação na fáscia plantar”, explica o Dr. João Marcelo S. Amorim, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ele, são os seguintes os fatores que representam maior risco para o problema: ter pés planos, ser obeso, expor os pés ao estresse repetitivo, como longas corridas, correr em superfícies não planas ou em descidas íngremes, ganhar peso rapidamente, expor o tendão de Aquiles à tensão e usar sapatos que não oferecem um adequado suporte aos arcos dos pés ou que tenham a sola mole demais.
– Diariamente damos milhares de passos e é fundamental que os pés atendam às nossas necessidades sem desconforto, dor, peso, queimação ou dormência. Muitas vezes, no entanto, as pessoas sentem dores, mas preferem acreditar que trata-se de uma simples consequência de uma caminhada mais longa e que logo essa dor desaparecerá. Nem sempre é assim e as estatísticas demonstram que é preciso dar uma maior atenção a estas dores corriqueiras: pesquisas revelam que mais do que 70% da população mundial apresenta algum problema ou dor nos pés em alguma fase da vida – diz o Dr. João Marcelo S. Amorim.
“A fasciíte plantar provoca dores que podem se irradiar para toda a sola do pé, podendo se estender para a panturrilha, a conhecida batata da perna”, acrescenta ela. Sessões de fisioterapia e acupuntura são indicadas neste caso, bem como o uso da Terapia por Onda de Choque – TOC. Os resultados no tratamento de fasciítes plantares são excelentes”, garante o médico. A TOC é utilizada com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. É um método não invasivo, através de ondas acústicas. O tratamento é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões de 20 a 30 minutos cada. Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações. Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos. O CREB é pioneiro em TOC no Rio de Janeiro.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619