Romário marca mais um golaço e lança DVD
Fiquei muito feliz ontem ao participar da festa de Lançamento do DVD Romário é Gol, e constatar que o DVD já é um grande sucesso. Em uma terça-feira, o evento lotou o espaço Sky Lounge, na zona sul do Rio de Janeiro. Encontrei amigos do mundo do marketing como Leonardo e Bernardo Costa, sócios da Red Peper Marketing Cultural e Esportivo, Felipe Hauch ,sempre ligado em produções e eventos. Presente também na festa, estava Dr. Arnaldo Libman – médico ortopedista e sócio do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, que apoiava o evento e anteriormente já havia apoiado um outro evento com o Romário. Pelo “Botequim do Romário” e entre bolas, camisas 11 e telões que projetavam os gols transitava feliz o “baixinho”. Mas não era só rodeado de gols que estava Romário, a festa foi marcada pela presença de muitos jornalistas, amigos e profissionais do futebol, como os jogadores Bebeto, Branco, o ”melhor treinador’ – Joel Santana e Eurico Miranda, ex-presidente do Vasco. O DVD que foi idealizado em 2006 e agora chega às Bancas e Lojas do país e terá uma tiragem inicial de 150 mil cópias. Na primeira etapa da distribuição chegará às bancas dos estados das regiões sudeste e nordeste. Em breve, estará nas bancas de todo Brasil e em boa parte da Europa, onde Romário também marcou belos gols em sua carreira.
Publicado em blogo Maura Xerfan

Osteoporose: possibilidade é maior para quem tem gordura visceral
As estatísticas mostram que mulheres que estão abaixo do peso têm um risco maior de ter osteoporose. Por isso, por muito tempo, acreditou-se que a gordura na barriga protegeria contra a doença. Mas estudos científicos indicam que a gordura, especialmente a gordura visceral, localizada entre os órgãos na cavidade abdominal, aumenta o risco de osteoporose.
Um destes estudos científicos avaliou a densidade mineral óssea e o índice de massa corporal (IMC) de 50 mulheres obesas com idade média de 30 anos. As voluntárias fizeram uma tomografia computadorizada para medir a perda óssea e a uma ressonância magnética para avaliar a quantidade de gordura na medula de seus ossos. A quantidade de gordura na barriga das mulheres também foi medida.
- Esse estudo mostrou que em geral quanto maior a gordura visceral das mulheres, menor era a densidade mineral óssea. Nenhuma voluntária tinha osteoporose, mas algumas delas tinham uma densidade mineral óssea abaixo do normal e estavam com osteopenia, um estágio anterior a osteoporose. As mulheres obesas com mais gordura visceral também tinham gordura na medula óssea, o que sugere que essa gordura nos ossos os torna mais fracos – explica o ortopedista Bernardo Stolnikci, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ele, no Brasil mais de 10 milhões de pessoas são acometidas pela doença, caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade do osso e, portanto, maior possibilidade de fraturas. O Dr. Bernardo pontua que uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano.
- Os principais fatores de risco da doença são: ser mulher; ter pele e/ou olhos claros; ser baixa e/ou magra; quem não toma leite ou ingira pouco alimento com cálcio; pessoas sedentárias; quem toma pouco sol; quem tem parente que sofre da doença; quem tem asma (bronquite), artrite ou alergia; fumantes; quem ingere muito café e bebida alcoólica; quem tem menopausa precoce por cirurgia ou não; quem usa antiácidos, anticonvulsivantes, certos diuréticos, heparina e/ou corticóides; e quem tem problema de tireoide – afirma ele.
Tipo popular de operação de joelho tem pouca eficácia na maioria dos pacientes
Milhares de pessoas podem estar se submetendo a um popular procedimento para o joelho sem necessidade. Comumente realizada por atletas e idosos, a artroscopia é pouco eficiente na maioria dos casos, segundo um estudo publicado no “New England Journal of Medicine”. Mas, por ser pouco invasiva, é hoje a cirurgia ortopédica mais comum nos EUA: são cerca de 700 mil por ano, representando um custo estimado de US$ 4 bilhões.
Cientistas finlandeses avaliaram indivíduos com rompimento do menisco, uma cartilagem em forma de meia lua que ajuda a amortecer e estabilizar os joelhos. E sugerem que a cirurgia, cujo nome técnico é meniscectomia parcial artroscópica, é até eficiente, mas para um número reduzido de pacientes. Cerca de 80% das lesões ocorre por degeneração das articulações, o que está relacionado à artrose. Alguns pesquisadores acreditam que, nestes casos, a operação não tem muito resultado.
— Pesquisadores vêm gradualmente mostrando que esta operação não tem muito valor — afirmou ao “New York Times” David Felson, professor de Medicina e Epidemiologia na Universidade de Boston.
No Brasil, também é popular. Geralmente, durante o procedimento, é feita uma pequena incisão com o bisturi e, em seguida, acomodado um artroscópio, um dispositivo acoplado a uma câmera. A partir das imagens geradas, o médico suaviza as bordas irregulares do menisco. É um processo relativamente simples e de rápida recuperação, o que aumenta o número operações.
Para o ortopedista especialista em cirurgia do joelho, João Maurício Barretto, chefe da do serviço de Ortopedia da Santa Casa da Misericórdia do Rio, ela tem baixo risco e alivia as fortes dores na articulação. Porém, concorda que muitas vezes é contra-indicada.
— O resultado da cirurgia tem uma íntima relação com a qualidade da indicação, ou seja, por que ela está sendo feita. O que se vê hoje é que há um abuso. Médicos indicam a operação baseados só em ressonância magnética. Às vezes, o paciente tem outros problemas, e a cirurgia acaba adiantando pouco ou nada — comenta Barretto.
O especialista explica que a primeira abordagem deve ser clínica: com fisioterapia e exercícios. Eventualmente, se as dores não melhorarem e o paciente não tiver outros motivos relacionados aos sintomas, é indicada a artroscopia.
— A cirurgia deve ser o último recurso. Ele tem que estar com muita dor, que não tenha melhorado com tratamento conservador, e tenha uma diminuição grande da mobilidade — avalia Arnaldo Libman, fisiatra e diretor médico do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (Creb).
Para evitar a cirurgia, Libman aconselha tentar antes medicamentos, sessões de hidroterapia, acupuntura, reabilitação, fortalecimento da musculatura no entorno do joelho e até a chamada disco suplementação (injeções de ácido hialurônico). Outros exames, como a avaliação tridimensional do movimento do pé, também são indicados.
Cirurgia falsa para estudo
No estudo finlandês, os voluntários receberam anestesia e incisões. Enquanto alguns passaram pelo procedimento cirúrgico, outros, apenas por simulações. Um ano depois, a maioria disse se sentir melhor, inclusive os da cirurgia falsa.
— Isto dá mais credibilidade a outras pesquisas que têm demonstrado que a artroscopia nem sempre faz diferença — disse ao “New York Times” David Jevsevar, presidente de um comitê da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos.
O estudo envolveu cinco hospitais e 146 pacientes, com idades entre 35 e 65 anos, com lesões e dor no joelho. Metade ainda tinha problemas mecânicos, como travamento ou estalos na articulação.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619

