CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

Sapato de salto alto e bico fino pode ser um inimigo das mulheres

Envie a um amigo:

Um calçado inadequado pode trazer inúmeros problemas aos pés a um ponto que apenas uma cirurgia poderá eliminar esse problema, alerta ortopedista do CREB.

Nosso pé é composto por 26 ossos, que nos mantém em pé boa parte do dia, nos levam para lá e para cá e ainda sustentam cargas, como bolsas, mochilas e sacolas cheias. Mas pouca gente dá atenção a ele. Por exemplo: ao escolher um sapato ou tênis, em geral as pessoas se preocupam tão somente com a estética do calçado desejado.

Devemos buscar beleza, sim, isso é muito importante. Mas é preciso deixar claro que o principal atributo do calçado deve ser o seu conforto, segurança, qualidade e, sobretudo, que seja adequado ao tipo de pé e pisada de quem irá comprá-lo. Junto a isso tudo, o consumidor deve pensar na beleza do produto, mas só depois disso tudo.

O calçado ideal para o seu tipo de pé

Um calçado inadequado pode trazer inúmeros problemas aos pés a um ponto que apenas uma cirurgia poderá eliminar esse problema, alerta o ortopedista do CREB.

É um grande erro não buscar o calçado ideal para o seu tipo de pé. O grande vilão, sem dúvidas, é o sapato alto, de bico fino. As mulheres adoram, mas ele pode se transformar no maior inimigo dos seus pés.

Seu uso constante pode causar alterações sensíveis na postura da pessoa e em sua própria marcha. Isso pode causar desequilíbrio muscular, dores, estresse articular e até degeneração nas articulações. O uso frequente de sapatos com salto alto provoca o encurtamento nos músculos da parte de trás da perna, danos à coluna, dores no joelho, calosidades, joanetes e unhas encravadas, entre tantos outros possíveis problemas.

E isso piora ainda mais quando falamos de adolescentes e jovens, que estão em um período em que o corpo ainda está moldando a postura.


Inverno e dores: entrevista para a Rádio Globo

Envie a um amigo:

O reumatologista e fisiatra Arnaldo Libman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – deu uma entrevista à Rádio Globo sobre a relação entre o frio do inverno e dores. “Não há nenhum estudo que comprove que o frio traz problemas nas articulações”, diz o reumatologista e fisiatra Arnaldo Libman. Você pode ouvir a entrevista no site da rádio, CLIQUE AQUI


Osteoporose: o melhor remédio é prevenir

Envie a um amigo:

O dia mundial de combate à osteoporose, recém comemorado,propõe um alerta para a população: a doença, muitas vezes silenciosa, assume índices de epidemia no mundo. Atualmente, mais de 10 milhões de brasileiros têm osteoporose, número que chega a 200 milhões de pessoas em todo o mundo.

A doença é caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente  enfraquecimento e fragilidade do osso e, portanto, maior possibilidade de fraturas. Muito comum na terceira idade, a osteoporose deve ser tratada a partir de um amplo programa orientado pelo médico reumatologista, que inclui a prática regular de exercício físico e uma dieta balanceada. Mas a doença pode ser prevenida “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitrometria óssea. Enquanto com o raio-x somente podemos detectar a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, explica o reumatologista do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (CREB), Eduardo Sadigurschi.

O reumatologista recomenda ainda ingerir alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte natural com pouca gordura, queijo ricota, queijo suíço, queijo provolone, sorvete de baunilha e outras fontes secundárias de cálcio, como sardinha, ostras, ervilhas, couve e brócolis. “A casca do ovo é composta em quase 100% de carbonato de cálcio”, sugere o especialista.

De olho na alimentação,uma pesquisa desenvolvida pelo endocrinologista Luis Russo, apresentada recentemente à Fiocruz, apontou que os idosos de países da Europa apresentam mais vitamina D que os idosos brasileiros. Em função dessa grande problemática, a indústria alimentícia já está produzindo nos países mais desenvolvidos alimentos ricos em cálcio. No Brasil, já existe o ácido fólico na farinha e o flúor na água e a indústria do leite já está fabricando alguns produtos ricos em cálcio.

A Presidente da Federação Nacional de Associações de Pacientes e Combate à osteoporose (Fenapco), Suely Roitman, orienta que a campanha da instituição no Brasil sempre foi de alertar as pessoas idosas para uma alimentação rica em cálcio natural, à base de leite e derivados, algumas folhas verdes, como brócolis, assim como à exposição ao sol pela manhã que é rica em vitamina D. “A diferença para a Dinamarca, por exemplo, e outros países é justamente a adição de cálcio nos alimentos”, justifica Suely. Ela ressalta, entretanto, que apenas alimentos ricos em cálcio, não garantem uma boa prevenção a mobilização também é importante. “Não queremos substituir uma estratégia de alimentação saudável e exercícios por uma que considere apenas a alimentação rica em cálcio. As ações são complementares”, completa.

Visando a conscientização da prevenção da Osteoporose,a Fenapco, em parceria com a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), promoveram um evento com caminhada,palestras e serviços gratuitos no Forte de Copacabana.Os participantes puderam fazer testes para apontar os riscos da osteoporose.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619