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Gordura visceral aumenta possibilidade de osteoporose

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Mulheres abaixo do peso têm, segundo as estatísticas, maior risco para a osteoporose e isso fez com que se acreditasse, por muito tempo, que a gordura na barriga protegeria contra a doença. Mas novos estudos científicos demonstram que a gordura, especialmente a gordura visceral, localizada entre os órgãos na cavidade abdominal, aumenta o risco de osteoporose. Para chegar a esta conclusão, foi avaliada a densidade mineral óssea e o índice de massa corporal (IMC) de 50 mulheres obesas com idade média de 30 anos. Elas foram submetidas a uma tomografia computadorizada para medir a perda óssea, e a uma ressonância magnética para avaliar a quantidade de gordura na medula de seus ossos. Os pesquisadores também mediram a quantidade de gordura na barriga das mulheres.

O resultado foi que, em geral, quanto maior a gordura visceral das mulheres, menor era a densidade mineral óssea. Nenhuma das mulheres que participaram da pesquisa tinham osteoporose, mas em algumas delas a densidade mineral óssea estava abaixo do normal e, assim, elas estavam com osteopenia, que é um estágio anterior a osteoporose. Outra constatação dos pesquisadores é que as mulheres obesas com mais gordura visceral também tinham gordura na medula óssea, o que sugere que essa gordura nos ossos os torna mais fracos.

A osteoporose acomete mais de 10 milhões de pessoas no Brasil e 200 milhões no mundo todo. Essa doença é caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade do osso e, portanto, maior possibilidade de fraturas. Uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano. A osteoporose é muito comum na terceira idade e deve ser tratada a partir de um amplo programa orientado por um reumatologista, incluindo a prática regular de exercícios e uma dieta balanceada, rica em cálcio.

“A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitometria óssea. Enquanto com o raio-x somente podemos detectar a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, explica o reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Eduardo Sadigurschi.

– Os principais fatores de risco da doença são: ser mulher; ter pele e/ou olhos claros; ser baixa e/ou magra; quem não toma leite ou ingira pouco alimento com cálcio; quem não faz exercício físico; quem toma pouco sol; quem tem parente com a doença; quem sofre de asma (bronquite), artrite ou alergia; fumantes; quem bebe muito café e bebida alcoólica; quem tem menopausa precoce por cirurgia ou não; quem usa antiácidos, anticonvulsivantes, certos diuréticos, heparina e/ou corticóides; e quem tem problema de tiróide – afirma ele.

A osteoporose pode ser prevenida. “Até a idade de 30 anos, a mulher constrói e armazena cálcio eficientemente. Então, como parte do processo natural da idade, a formação de novo tecido ósseo diminui e a perda permanente de cálcio se acelera depois da menopausa. Pense no osso como uma espécie de caderneta de poupança. Você somente terá massa óssea na sua poupança na medida que você depositar. Acredita-se que mulheres jovens podem aumentar sua massa óssea em cerca de 20%, um fator crítico na proteção contra a osteoporose”, diz o médico do CREB.


Osteoartrite é tão grave quanto a artrite reumatoide

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Um dos mais importantes eventos sobre reumatologia do mundo focou na Osteoartrite

O Eular 2017- Annual European Congress of Rheumatology – aconteceu esse ano em Madrid, na Espanha, de 14 a 17 de junho. Trata-se de um dos mais importantes eventos sobre reumatologia do mundo, que reúne profissionais dos cinco continentes para a troca de experiências e para discussão científica sobre as novidades.

“Uma das discussões muito ricas do Eular tratou da ideia de que pacientes com osteoartrite são mais propensos a ter o impacto de sua condição subestimado por reumatologistas do que os pacientes que com artrite reumatoide. Isso pode ter um impacto negativo em relação ao tratamento no caso de uma discordância entre o médico e a ideia do paciente sobre a gravidade de sua doença. E isso pode interferir na adesão ao tratamento e, claro, nos resultados esperados. A osteoartrite é tão grave quanto a artrite reumatoide”, afirma o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia – e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense – UFF.

“A osteoartrite – também chamada de osteoartrose e mais conhecida como artrose – é uma das doenças reumáticas mais comuns. Ela acomete homens e mulheres, principalmente na terceira idade. É uma doença reumática que incide principalmente nas articulações dos joelhos, coluna vertrebal, quadril, mãos e dedos. Mas a doença não acomete apenas idosos. Um número cada vez maior de pessoas entre 30 e 50 anos têm sofrido dores provocadas pelo desgaste das articulações de joelhos, quadris, tornozelos e coluna”, explica o Dr. Haim.


Hidroterapia é excelente para tratamento de doenças dos músculos, tendões e ossos

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Hidroterapia é excelente para tratamento de várias doenças dos músculos, tendões e ossos

Recomendada para os mais variados tratamentos, entre os quais pacientes com diagnósticos neurológicos, como acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, hidrocefalia, traumatismo crânio-encefálico (TCE), sequelas de meningite, poliomielite, ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), além de portadores de artrite reumatoide, artrose, lombalgia, fibromialgia e tantos outros, a hidroterapia promove a reabilitação física em piscinas especialmente apropriadas para a atividade, com temperatura da água em torno de 34 graus. A recuperação mais rápida e eficiente de várias doenças dos músculos, tendões e ossos é comprovada.

A hidroterapia possibilita uma reabilitação física mais rápida

Segundo o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, é uma atividade prazerosa, fácil de se realizar e acessível, inclusive para pessoas da terceira idade. “O trabalho físico dentro da água traz o aumento da amplitude do movimento (ADM), melhora o equilíbrio e a coordenação motora do paciente e tem como consequência o aumento da força muscular. Inclusive, pacientes ortopédicos recém-operados devem praticar a hidroterapia para uma recuperação mais rápida. Essa prática melhora a respiração, a circulação sanguínea, a condição física e até a condição psicológica do paciente”, explica ele.

O CREB conta com duas piscinas apropriadas para a prática da hidroterapia. “Fisioterapeutas qualificados e especialmente treinados acompanham os pacientes dentro da água. Eles passam exercícios com técnicas específicas para cada diagnóstico. O contato com a água relaxa e promove reações físicas, nervosas, circulatórias e térmicas”, finaliza ele.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619