Dor no ombro? Pode ser ruptura do manguito rotador
Dor no ombro? Pode ser ruptura do manguito rotador. Entenda os sinais e tratamentos.
Dor no ombro que piora à noite, dificuldade para levantar o braço ou até perda de força para atividades simples do dia a dia podem ser sinais de uma condição bastante comum: a ruptura do manguito rotador.
O manguito rotador é um conjunto de quatro tendões responsáveis por estabilizar e movimentar o ombro. Quando há lesão ou rompimento desses tendões, atividades como pentear o cabelo, vestir uma roupa ou alcançar objetos em prateleiras podem se tornar difíceis e dolorosas.
Segundo o ortopedista Dr. Eduardo Fraga Pacheco Machado, Médico Responsável Técnico da unidade CREB Copacabana, a dor costuma ter características bastante específicas.
“Na maioria dos casos, a dor aparece na lateral do ombro, piora durante a noite e vem acompanhada de perda de força para levantar o braço. Muitas pessoas acreditam ser apenas um desgaste passageiro, mas o diagnóstico precoce faz diferença no resultado do tratamento”, explica o médico.
O que causa a ruptura do manguito rotador?
A lesão pode ocorrer por diferentes motivos, sendo mais frequente em pessoas acima dos 50 anos.
1. Desgaste natural do envelhecimento
A causa mais comum está ligada ao processo degenerativo natural do corpo. Com o passar dos anos, os tendões do ombro sofrem perda progressiva de elasticidade, redução do colágeno e diminuição da irrigação sanguínea, tornando-se mais frágeis e suscetíveis a lesões.
Além disso, o atrito contínuo do tendão com estruturas ósseas do ombro pode acelerar esse desgaste.
2. Sobrecarga ocupacional ou esportiva
Movimentos repetitivos realizados acima da linha dos ombros também podem provocar microlesões ao longo do tempo.
Profissionais como pintores, eletricistas, carpinteiros, estoquistas e cabeleireiros, além de atletas, costumam estar entre os grupos mais afetados.
3. Trauma agudo
Em alguns casos, a ruptura acontece de forma repentina, após uma queda, um esforço intenso ou um movimento brusco. Esse tipo de lesão pode acometer pessoas de qualquer idade, inclusive jovens.
Toda lesão precisa de cirurgia?
Não. A boa notícia é que a maioria dos pacientes inicia o tratamento de forma conservadora, sem cirurgia, com excelentes resultados no alívio da dor e recuperação da função do ombro.
O tratamento pode incluir fisioterapia, medicamentos, infiltrações e acompanhamento especializado.
“No entanto, quando há uma ruptura completa do tendão, perda importante de força ou dor persistente por meses, a cirurgia pode ser necessária”, explica o Dr. Eduardo Fraga Pacheco Machado.
Hoje, muitos procedimentos são realizados por artroscopia, uma técnica minimamente invasiva feita com pequenas incisões, permitindo a reinserção do tendão ao osso por meio de pequenas âncoras.
Quando procurar um especialista?
Se a dor no ombro persiste, piora à noite, limita seus movimentos ou interfere nas atividades do dia a dia, vale a pena investigar.
O diagnóstico precoce pode aliviar a dor, preservar a função do ombro e evitar a progressão da lesão.
No CREB, você conta com especialistas em ombro, exames, tratamentos e reabilitação para recuperar sua qualidade de vida.
Por Dr. Eduardo Fraga Pacheco Machado
Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)
Ortopedista do CREB dá dicas para a terceira idade contra o risco de quedas
Não são apenas os idosos que correm o risco de cair e se machucar.
Isso pode acontecer com qualquer um, mas é óbvio que as possibilidades disso acontecer com uma pessoa idosa são muito maiores. O maior problema, na verdade, não está na queda em si, mas sim nos efeitos que ela pode produzir em uma pessoa da terceira idade. As consequências é que mais preocupam os especialistas.
Segundo o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB (Centro de Reumatologia e Ortopedia) e coordenador do CREB Prevrefrat (Programa de Prevenção a Refratura da clínica), o envelhecimento traz redução de massa muscular e óssea, perda de equilíbrio e força, e isso aumenta muito o risco de uma queda. E suas consequências.
- Uma simples queda pode trazer um grande problema, como a fratura do fêmur, por exemplo, o que é extremamente comum e é uma das mais graves consequências de quedas de pessoas da terceira idade. Inclusive, aumenta a mortalidade da população idosa – alerta ele.
Recomendações para evitar quedas de Idosos
Stolnicki diz que todo cuidado e pouco. E lista as 11 recomendações para as pessoas da terceira idade, orientações , aliás, do próprio Ministério da Saúde sobre o tema:
- evite tapetes soltos;
- escadas, apenas com corrimãos nos dois lados;
- idosos devem usar sapatos fechados e de sola de borracha;
- use tapetes antiderrapantes no banheiro;
- não ande em áreas com piso úmido jamais;
- não encere a casa;
- deixe luzes acessas de noite no caso de precisar ir ao banheiro;
- caso ande de ônibus, espere que ele pare totalmente para subir ou descer dele;
- atravesse sempre na faixa de pedestre, e esteja seguro de que o sinal não vai abrir imediatamente;
- caso precise, use bengala, muleta ou andador.
Queijo, rica fonte em cálcio, deve ser consumido diariamente
A osteoporose é uma das mais relevantes doenças associadas à terceira idade e, por isso, é considerada como um grave problema de saúde pública. A doença, que acomete principalmente mulheres a partir dos 50 anos, é caracterizada pela fragilidade nos ossos. “Desde cedo é preciso buscar a prevenção a esta doença. A prática de exercícios físicos, pegar sol regularmente e optar por uma alimentação rica em cálcio ajudam a prevenir a doença”, ensina Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo o médico, de todos os alimentos ricos em cálcio, os queijos (e iogurtes e leite) são os que fornecem maior quantidade deste mineral que ajuda a proteger o osso. “O queijo deve ser consumido ao menos três vezes ao dia. Desta forma, o queijo fornece nutrientes que contribuem para o atendimento diário de ao menos 35% das nossas necessidades de cálcio. Isso é fundamental na formação das estruturas ósseas e cartilaginosas. Além disso, o queijo ainda oferece 30% das nossas necessidades de vitamina A, importante antioxidante que atua sobre os radicais livres”, explica ele, ressaltando que esse alimento também é uma excelente fonte de proteínas de alto valor biológico, de zinco, selênio e fósforo.
O médico do CREB diz que o consumo de queijo também é fundamental na infância, pois tem importante papel na formação e desenvolvimento de ossos, dentes e cartilagens. Para crianças de quatro a dez anos, o consumo de 100 gramas de queijo por dia representa mais de 50% das necessidades de cálcio e mais de 30% das necessidades de vitamina A. “Na adolescência, o consumo de queijo também é importante, principalmente porque nessa fase vive-se o estirão de crescimento, ou seja, o adolescente cresce vários centímetros em pouco tempo. Nesta fase, 180 gramas de queijo por dia contribuem com 35% das necessidades diárias de cálcio e 30% das necessidades de vitamina A”, aponta o Dr. Eduardo Sadigurschi.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
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- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
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- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
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