CREB conta com serviço especializado para tratar de Incontinência Fecal em crianças
Motivo de muito constrangimento para a criança, a Incontinência fecal infantil
A Incontinência fecal infantil caracteriza-se pela perda da capacidade de controlar a eliminação dos gases e das fezes e geralmente ocorre com crianças acima de 4 anos. A criança acometida não controla a eliminação das fezes devido a problemas de prisão de ventre ou traumas psicológicos, fazendo com que perca as fezes de forma involuntária.
– Tal condição traz problemas emocionais, até mesmo com afastamento do convívio social por conta de vergonha, medo de descobertas, perda da autoestima e da confiança. As estatísticas aponta que entre 15 e 30% das crianças com distúrbios intestinais funcionais continuam a apresentar dor e infrequência na defecação, dor abdominal e escape fecal muito depois de atingirem a puberdade – afirma Waleska Rocha, fisioterapeuta do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
A fisioterapia é utilizada para fortalecer os músculos e ensinar técnicas de autorregulação
Segundo ela, o CREB conta com um setor especializado para tratamento dessa doença, que varia de acordo com a gravidade e causa. Waleska diz que a fisioterapia é utilizada para fortalecer os músculos da região anal e ensinar técnicas de autorregulação em que o paciente reaprende a defecar e a controlar a eliminação de fezes.
– Os sintomas da incontinência fecal começam com a perda de capacidade de segurar os gases intestinais. Com o passar do tempo, o ânus pode tornar-se mais flácido e frouxo e fezes líquidas deixam de ser retidas, bem como fezes sólidas. O importante é consultar um especialista e iniciar logo o tratamento – garante ela.
Acupuntura é cada vez mais utilizada em busca de uma melhor qualidade de vida
Há pelo menos três mil anos, a tradicional medicina chinesa utiliza-se da acupuntura para inúmeros tratamentos e alívio da dor. É cada vez maior o número de pesquisas, em todo o mundo, que comprovam a efetividade desta técnica milenar, que se utiliza de agulhas com a espessura de um fio de cabelo, aplicadas sobre pontos pré-determinados. O Hospital de Base de Brasília, por exemplo, realizou um estudo comprovando que o tratamento é um importante aliado na recuperação de pacientes submetidas à cirurgia para retirada da mama. Outras pesquisas internacionais apontam o uso da acupuntura, com benefícios, na recuperação de seqüelas provenientes de acidentes vasculares.
“A acupuntura se baseia na restauração do funcionamento neural do organismo. Ela promove uma neuromodulação de tudo que envolve o sistema nervoso central e periférico da pessoa. Além de provocar o alívio da dor, a acupuntura atua sobre a hipertensão arterial, transtornos do sono, síndromes de equilíbrio, asma, alergias, refluxos gástricos, disfunção erétil, incontinência urinárias e muitas outras patologias”, explica Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Um estudo do Centro Clínico da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, revelou o quão positiva pode ser a acupuntura no combate a dor e o enrijecimento articulares de pacientes que sofrem de câncer de mama e são tratadas com terapia hormonal. Outro estudo, do Northwestern Memorial Hospital e do Robert H. Lurie Comprehensive Cancer Center of Northwestern University, em Chicago, mostrou que a acupuntura traz uma melhor qualidade de vida e pode diminuir as dores neuropáticas dos pacientes de câncer. Há, também, o entendimento de que a acupuntura pode ajudar a combater problemas de origem psiquiátrica, além de dores físicas.
– A técnica da acupuntura é complexa. Há a necessidade de se estabelecer um diagnóstico minucioso, que deve ser feito por um médico habilitado. Na China, a acupuntura só pode ser exercida por uma pessoa graduada em medicina tradicional chinesa ou medicina ocidental. No Brasil, a acupuntura é reconhecida como especialidade médica desde a década de 80. Mas a prática da técnica não está limitada a médicos. No CREB, utilizamos a acupuntura em diversos protocolos – finaliza o Dr. Haim Maleh.
Sambar com sapatos de salto alto pode provocar problemas generalizados
Samba e salto alto definitivamente não combinam
“A ordem do rei é sambar os quatro dias sem parar”. O que o Rei Momo esqueceu de avisar é que samba e salto alto definitivamente não combinam. De acordo com o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, especialista em medicina do esporte e médico do time de futebol do Flamengo, Dr. João Marcelo Amorim, sambar com salto alto pode provocar problemas generalizados, nos dedos dos pés à coluna lombar.
Samba e salto alto definitivamente não combinam
- Sambar não é uma atividade qualquer. Exige muito do corpo da pessoa porque requer muito equilíbrio, coordenação e rebolado, além de preparo físico, claro. Nós temos um eixo central que nos dá equilíbrio. Usar salto alto para sambar altera esse eixo porque o pé fica forçado para frente. Se a mulher não tiver muita experiência em sambar com salto alto, pode sofrer uma lesão. A posição do pé calçado com um sapato de salto alto não é confortável e nem indicada para dançar. As bailarinas não dançam de sapatilhas á toa – explica o ortopedista do CREB.
O Dr. João Marcelo pontua que além do salto alto, muitas vezes o sapato tem bico fino, o que piora a situação. Segundo ele, sapatos de bico fino apertam os dedos dos pés e, assim, os problemas começam no ante-pé – a cabeça dos metatarsos – região muito forçada no uso deste tipo de calçado.
- A lesão na cabeça do metatarso traz dor e calosidade. O sapato de salto alto também força muito a panturrilha, o que pode causar uma tendinite. Além disso, o sapato alto força a lordose, podendo causar uma lesão na coluna lombar e problemas no joelho. É verdade que um sapato de salto alto traz elegância e beleza, mas a saúde deve estar em primeiro lugar – finaliza ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619