Beber cerveja regularmente aumenta o risco de gota
Pessoas que bebem cerveja regularmente têm um maior risco de apresentar quadro de gota, doença que se caracteriza pela presença de cristais de ácido úrico intra-articular, causando inflamação, vermelhidão e uma dor lancinante. Embora esse fato já fosse conhecido pela classe médica, uma pesquisa realizada por especialistas do Massachussets General Hospital, nos EUA, revelou que aqueles que bebem duas ou mais doses de cerveja por dia aumentam em duas vezes e meia o risco de sofrer esta doença, ao passo que quem bebe outras bebidas alcoólicas têm o risco aumentado apenas uma vez e meia. Esta conclusão foi obtida por meio de uma pesquisa onde 47 mil homens foram acompanhados, durante 12 anos de estudos.
“Popularmente conhecida como gota, a artrite gotosa não é uma doença exclusiva da terceira idade, como muita gente pensa. Também acomete jovens. Não é uma doença exclusivamente articular, mas sim metabólica. No início, pode começar atingindo o dedão do pé (podagra) ou mesmo outras articulações do pé, joelho e tornozelo, por exemplo”, afirma Mendel Finkielman, Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo o Dr. Mendel, a presença de altos índices de ácido úrico é uma das características de uma pessoa com gota. “Porém” – esclarece – “não é determinante.Uma pessoa pode ter um alto índice de ácido úrico e não desenvolver a doença, ao passo que outra pessoa pode ter índices normais e, ainda assim, ter gota. O problema é o depósito de cristais do ácido úrico nas articulações, o que geralmente acontece por alteração do PH local”, garante o médico do CREB. Ele explica que o ácido úrico se forma no organismo por conta do metabolismo das proteínas, em particular, um tipo de proteína chamada Purina. “Alguns alimentos são mais ricos em purinas, como os frutos do mar, carne vermelha e miúdos. Quem tem gota deve evitar esses alimentos”, diz.
A gota pode ser tratada com medicamentos, que reduzem e controlam a quantidade do ácido úrico na sangue e através de dieta específica, além do uso de antiinflamatórios para tratar a inflamação das articulações e diminuir a dor. Mas o Dr. Mendel ressalta que é fundamental que a pessoa procure um Reumatologista regularmente, inclusive nos períodos sem dores. “É preciso evitar que o processo se torne cada vez mais crônico, com possibilidade de desgaste e destruição articular. A gota também pode atingir órgãos importantes, como o rim, e estar acompanhada de problemas como diabetes e hipertensão arterial. Consultar um Reumatologista e acompanhar o desenvolvimento da doença é fundamental”, finaliza.
Gota não é uma doença apenas da terceira idade
Popularmente conhecida como gota, ao contrário do que se pensa a artrite gotosa não é uma doença exclusivamente da terceira idade, podendo acometer, também, pessoas jovens. “A gota não é uma doença exclusivamente articular, mas sim uma doença metabólica. Ela se caracteriza pela presença de cristais de ácido úrico intra-articular, causando inflamação, vermelhidão e uma dor lancinante. No início, pode começar atingindo o dedão do pé (podagra) ou mesmo outras articulações do pé, joelho e tornozelo, por exemplo”, explica o dr. Mendel Finkielman, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Os altos índices de ácido úrico são característicos de pessoas com gota, mas isso não é, segundo o médico do CREB, determinante. “A pessoa pode ter um índice de ácido úrico alto e não ter gota e, ao contrário, ter um índice normal e ter o problema. A questão é depósito do ácido úrico nas articulações, que geralmente se dá por alteração do PH local”, explica. De acordo com ele, é fundamental que a pessoa se trate e procure um reumatologista regularmente. “Quem já teve crise de gota sabe o quanto dói. É preciso tratar e estar alerta, pois a gota pode atingir órgãos importantes, como o rim, e estar acompanhada de outros problemas, como diabetes e hipertensão arterial, daí a importância de se ter um diagnóstico precoce e tratar”, ensina o Dr. Mendel.
– É importante tratar o período sem dores para evitar as crises e que o processo se torne cada vez mais crônico com possibilidades de desgaste e destruição articular. Além de medicamentos, ajustamos, caso necessário, uma dieta específica para diminuir o nível de ácido úrico da pessoa. As consultas regulares ao reumatologista, para acompanhamento, são fundamentais – garante o médico do CREB.
Com a queda da temperatura, muita gente sente dores
Com a proximidade do inverno, a temperatura começa a cair, o frio chega a grande parte das cidades do Brasil e as pessoas tiram dos armários seus casacos, gorros, luvas e cachecóis. Um bom momento para curtir um vinho, um fondue, uma boa sopa… mas o...
Com a proximidade do inverno, a temperatura começa a cair, o frio chega a grande parte das cidades do Brasil e as pessoas tiram dos armários seus casacos, gorros, luvas e cachecóis. Um bom momento para curtir um vinho, um fondue, uma boa sopa… mas o frio traz, também, para muitas pessoas, dor. As clínicas de reumatologia e ortopedia, como o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – têm um aumento de demanda de até 20% quando o frio começa a aparecer e fica constante. São pessoas com dores nas pernas, pescoço, coluna e joelho em busca de tratamento.
Pacientes com algum tipo de artrose e artrite costumam sofrer mais no frio
O frio traz necessariamente a dor? A resposta é não. Até porque cada pessoa reage de uma forma diferente às doenças. Mas a verdade é que nessa época do ano pacientes com doenças reumáticas costumam sentir mais dores.
– No frio é natural que as pessoas fiquem mais retraídas, mais contraídas, o que significa uma tensão muscular maior. Outra questão comum no frio é que muita gente deixa de se exercitar. Nós nem nos damos conta, mas no frio andamos mais curvados, o que também pode contribuir para um quadro de dor. Enfim, pacientes com doenças reumáticas muitas vezes sentem mais dores no frio sim, mas isso é uma questão individual, caso a caso – explica o reumatologista e fisiatra do CREB, Eduardo Sadigurschi.
Segundo ele, pacientes com algum tipo de artrose e artrite costumam sofrer mais no frio. Ele revela que uma pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública com mais de 12 mil pessoas, mostrou que 36% dos entrevistados sentiam dores nas costas, que se intensificam no frio.

– As pessoas associam a dor ao frio, mas quando esfria há um aumento significativo do diagnóstico de doenças que podem parecer assintomáticas nos dias quentes, como a artrose e as artrites, por exemplo. Pacientes com esclerose sistêmica e lúpus eritematoso sistêmico também costumam reagir com dor ao frio. As pessoas precisam se agasalhar bem, se alongar mais e não deixar de praticar atividades físicas – finaliza ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
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Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
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